Webinares iProcess 2015 – Plataformas BPM: Como um mesmo requisito pode ser atendido de formas diferentes

Nesta postagem, compartilhamos a gravação do webinar de “Plataformas BPM: Como um mesmo requisito pode ser atendido de formas diferentes”, apresentado pelo Carlos Mortari em 16/07/2015.

Este foi o terceiro seminário da série de webinares da iProcess em 2015, realizado ao vivo! Mais uma vez, nosso agradecimento especial aos participantes que acompanharam a transmissão on line e contribuíram enviando suas dúvidas e questões sobre o tema.

Os slides da apresentação também estão disponíveis no slideshare:
http://pt.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/plataformas-de-bpm-comparando-requisitos-webinares-iprocess-2015

Confira abaixo resposta para pergunta enviada durante o evento:

Pergunta: “Em uma organização que ainda está iniciando sua empreitada, com BPM (de 1º ou 2º nível de maturidade) em qual momento devemos partir para o investimento em uma plataforma de BPMS, que tem um alto custo para a organização e que necessita também de investimentos adicionais em treinamentos. A partir desta decisão quais requisitos de plataformas, poderia nos levar a usar um “open source” (bonita por exemplo) vs uma licença paga (oracle, tibico, IBM, etc)? “
Resposta: Idealmente, a escolha da plataforma que irá suportar as iniciativas de BPM deveria ser feita no início, num cenário em que esteja claro para a organização quais são as suas necessidades atuais e futuras. A escolha de uma ferramenta “quebra-galho” para tocar iniciativas de processos pode até atender num primeiro momento, mas existe o risco de apresentar dificuldades e limitações posteriormente, quando a empresa já está mais estruturada e pode necessitar de uma solução mais robusta para apoiar o gerenciamento de processos. Nestes casos, existe a chance de ocorrer retrabalho e necessidade de migração dos processos de uma solução para outra.
Quanto a ferramentas open source, elas podem ser uma boa alternativa quando se deseja testar os recursos de uma solução de BPMS e realizar provas de conceito, por exemplo. Porém, é preciso ficar atento porque em alguns destes produtos as versões “free” não oferecem recursos bem importantes, podendo limitar o uso da solução em produção. Além disso, embora possam existir fóruns de discussão e membros da comunidade atuantes, a falta de um suporte oficial e SLAs definidos podem gerar dificuldades, caso sejam encontrados problemas em ambiente de produção que necessitam de solução mais urgente.

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Convite: Webinar Desafios Comuns em um Projeto de BPM


Sobre este webinar:
Projetos de redesenho e automação apresentam desafios que, quando conhecidos, podem ser evitados ou mitigados.
Neste Webinar iremos detalhar alguns dos desafios mais comuns em projetos de BPM para que possam ser tratados antes que se tornem problemas.

Como funciona?
É simples: inscreva-se no webinar através do link do evento e você receberá um e-mail de confirmação.
[Atualizado: o evento foi realizado em agosto de 2015 - assista aqui o vídeo gravado!]

Na data e horário do evento, acesse o link indicado no e-mail usando um computador com fones e aguarde a seção começar.
Importante: chegue um pouco antes para garantir sua participação. O número de participantes assistindo ao vivo é limitado a 100 pessoas, e os lugares são disponibilizados por ordem de chegada!
Durante a apresentação, você poderá interagir com o instrutor enviando perguntas via chat, que serão respondidas ao final do seminário.

Webinares anteriores:
Confira os vídeos dos últimos webinares realizados pela iProcess em 2015:

Webinares iProcess 2015 – Funcionalidades de uma Solução de BPA

Nesta postagem, compartilhamos a gravação do webinar de Funcionalidades de uma Solução de BPA, apresentado pelo Eduardo Britto em 30/06/2015.

Este foi o segundo seminário da série de webinares da iProcess em 2015, realizado ao vivo! Mais uma vez, nosso agradecimento especial aos participantes que acompanharam a transmissão on line e contribuíram enviando suas dúvidas e questões sobre o tema.

Os slides da apresentação também estão disponíveis no slideshare:
http://pt.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/webinar-2015-1-migrao-de-processos-em-epc-para-bpmn

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: “No decorrer da análise já são identificadas as informações necessárias, funcionalidades sistêmicas (serviços candidatos)… é comum na solução de BPA haver possibilidade de documentar estes itens no processo também? no nível de funções e não técnico.”
Resposta: Sim, uma solução de BPA deve dar suporte para documentar, a nível de negócio, todas as informações a respeito dos processos que por ela são suportados. Neste sentido, a solução deve suportar diferentes níveis de modelagem de processo, da visão do negócio à visão para automação; e diferentes tipos de informação, desde procedimentos dos usuários de negócio até informações que possam ser utilizadas pela TI para automação. Particularmente, falando em termos de serviços, este é um tipo de informação que deveria estar suportada nos atributos das atividades automáticas/sistêmicas.

Pergunta: “Em que fase do BPM devemos implantar um BPA numa organização?”
Resposta: Apesar a implantação de uma solução de BPA não ser algo obrigatório para o sucesso de uma iniciativa de BPM, ela traz inúmeras facilidades para a gestão de processos dentro da sua organização. Uma dos principais benefícios é a  capacidade de armazenar todas as informações sobre os seus processos em um repositório central, permitindo a colaboração e consulta com uma visão estruturada de todos os seus processos. Desta forma, eu diria que o momento ideal para sua implantação é o momento em que o número de processos modelados e a demanda por consulta começa a ficar significativa. Neste momento, pensar em disponibilizar os processos em arquivos pode ficar mais complexo ou trabalhoso.

Pergunta: “Na ferramenta da Oracle [BPM Composer] conseguimos informar os indicadores de cada atividade, assim como são informados os responsáveis? “
Resposta: Os indicadores estão orientados aos processos, de modo que você consegue informar e gerir estes indicadores nos modelos de cadeia de valor e BPMN. Se o desempenho de uma atividade gera um impacto significativo para o seu processo, possivelmente você modelará este indicador no processo.

Pergunta: “A ferramenta [Oracle BPM Composer] apresenta o caminho crítico para processos complexos, com atividades em paralelo?”
Resposta: Você consegue obter este tipo de informação através dos recursos de simulação.

Pergunta: “Dá para dizer então que uma solução BPA é onde se reúne todos os BPM da empresa e seus detalhes?”
Resposta: Dá para dizer que uma solução de BPA reune e organiza todos os processos da sua organização.

Pergunta: “Não seria possível usar o conceito de “subprocesso” (com link de um Macro a um sub) do BizAgi por exemplo para representar a cadeia de valor, respectiva arquitetura de processo?”
Resposta: Sendo uma boa solução de modelagem e gratuita, muitas pessoas acabam desenhando a sua arquitetura de processos em BPMN com o uso do BizAgi. É uma boa saída para quem quer continuar usando o BizAgi e não tem condições para investir numa solução mais completa. Contudo, para isso, acaba-se usando elementos do BPMN para representar uma estrutura hierárquica de cadeia de valor e de arquitetura de processos com elementos que não foram criados com esta finalidade, o que pode gerar confusão. Por fim, mesmo que você use o BizAgi com esta finalidade, a medida que fores modelando muitos processos, como 50, 100 ou 200 processos da sua organização, possivelmente começarás a ter problemas de compartilhamento e edição de processos em paralelo, bem como da capacidade da ferramenta em trabalhar com um arquivo que contem centenas de processos modelados.

Pergunta: “Como poderia se dar o relacionamento e ações de analises entre grupos de BPM e Lean Seis Sigma numa organização?”
Resposta: São iniciativas que tem objetivos em comum, a melhoria de processos. Contudo, na nossa visão, o BPM tem uma visão mais abrangente, de modo que nós sugerimos avaliar a aplicação de Lean Six Sigma nas etapas de análise e redesenho de processos.

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