Webinares iProcess 2015 – Funcionalidades de uma Solução de BPA

Nesta postagem, compartilhamos a gravação do webinar de Funcionalidades de uma Solução de BPA, apresentado pelo Eduardo Britto em 30/06/2015.

Este foi o segundo seminário da série de webinares da iProcess em 2015, realizado ao vivo! Mais uma vez, nosso agradecimento especial aos participantes que acompanharam a transmissão on line e contribuíram enviando suas dúvidas e questões sobre o tema.

Os slides da apresentação também estão disponíveis no slideshare:
http://pt.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/webinar-2015-1-migrao-de-processos-em-epc-para-bpmn

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: “No decorrer da análise já são identificadas as informações necessárias, funcionalidades sistêmicas (serviços candidatos)… é comum na solução de BPA haver possibilidade de documentar estes itens no processo também? no nível de funções e não técnico.”
Resposta: Sim, uma solução de BPA deve dar suporte para documentar, a nível de negócio, todas as informações a respeito dos processos que por ela são suportados. Neste sentido, a solução deve suportar diferentes níveis de modelagem de processo, da visão do negócio à visão para automação; e diferentes tipos de informação, desde procedimentos dos usuários de negócio até informações que possam ser utilizadas pela TI para automação. Particularmente, falando em termos de serviços, este é um tipo de informação que deveria estar suportada nos atributos das atividades automáticas/sistêmicas.

Pergunta: “Em que fase do BPM devemos implantar um BPA numa organização?”
Resposta: Apesar a implantação de uma solução de BPA não ser algo obrigatório para o sucesso de uma iniciativa de BPM, ela traz inúmeras facilidades para a gestão de processos dentro da sua organização. Uma dos principais benefícios é a  capacidade de armazenar todas as informações sobre os seus processos em um repositório central, permitindo a colaboração e consulta com uma visão estruturada de todos os seus processos. Desta forma, eu diria que o momento ideal para sua implantação é o momento em que o número de processos modelados e a demanda por consulta começa a ficar significativa. Neste momento, pensar em disponibilizar os processos em arquivos pode ficar mais complexo ou trabalhoso.

Pergunta: “Na ferramenta da Oracle [BPM Composer] conseguimos informar os indicadores de cada atividade, assim como são informados os responsáveis? “
Resposta: Os indicadores estão orientados aos processos, de modo que você consegue informar e gerir estes indicadores nos modelos de cadeia de valor e BPMN. Se o desempenho de uma atividade gera um impacto significativo para o seu processo, possivelmente você modelará este indicador no processo.

Pergunta: “A ferramenta [Oracle BPM Composer] apresenta o caminho crítico para processos complexos, com atividades em paralelo?”
Resposta: Você consegue obter este tipo de informação através dos recursos de simulação.

Pergunta: “Dá para dizer então que uma solução BPA é onde se reúne todos os BPM da empresa e seus detalhes?”
Resposta: Dá para dizer que uma solução de BPA reune e organiza todos os processos da sua organização.

Pergunta: “Não seria possível usar o conceito de “subprocesso” (com link de um Macro a um sub) do BizAgi por exemplo para representar a cadeia de valor, respectiva arquitetura de processo?”
Resposta: Sendo uma boa solução de modelagem e gratuita, muitas pessoas acabam desenhando a sua arquitetura de processos em BPMN com o uso do BizAgi. É uma boa saída para quem quer continuar usando o BizAgi e não tem condições para investir numa solução mais completa. Contudo, para isso, acaba-se usando elementos do BPMN para representar uma estrutura hierárquica de cadeia de valor e de arquitetura de processos com elementos que não foram criados com esta finalidade, o que pode gerar confusão. Por fim, mesmo que você use o BizAgi com esta finalidade, a medida que fores modelando muitos processos, como 50, 100 ou 200 processos da sua organização, possivelmente começarás a ter problemas de compartilhamento e edição de processos em paralelo, bem como da capacidade da ferramenta em trabalhar com um arquivo que contem centenas de processos modelados.

Pergunta: “Como poderia se dar o relacionamento e ações de analises entre grupos de BPM e Lean Seis Sigma numa organização?”
Resposta: São iniciativas que tem objetivos em comum, a melhoria de processos. Contudo, na nossa visão, o BPM tem uma visão mais abrangente, de modo que nós sugerimos avaliar a aplicação de Lean Six Sigma nas etapas de análise e redesenho de processos.

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Webinares iProcess 2015 – Migração de Processos em EPC para BPMN

Abrindo a temporada de webinares da iProcess em 2015, este foi o primeiro seminário apresentado ao vivo neste ano! Agradecemos especialmente àqueles que puderam acompanhar a transmissão on line e contribuíram enviando suas dúvidas e questões sobre o tema.

Aos que não puderam participar, esta é a oportunidade para conferir a gravação do webinar de Migração de Processos em EPC para BPMN, apresentado pelo Eduardo Britto em 16/06/2015.


A apresentação também está disponível no slideshare:
http://pt.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/webinar-2015-1-migrao-de-processos-em-epc-para-bpmn

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: “Existe alguma ferramenta que faz a transformação automática de EPC para BPMN?”
Resposta: Apesar de existirem algumas semelhanças e, como mostramos, um método possível de conversão, não conhecemos ferramenta que faça essa transformação automática. Isto possivelmente se dá porque tanto os diagramas elaborados com a notação EPC quanto os em BPMN podem apresentar variações no uso dos elementos de acordo com a metodologia e o estilo de modelagem da organização.

Pergunta: “Como representaria as inferfaces do EPC em BPMN para saber quais as ligações entre processos? Ou isso não é neessário em BPMN?
Resposta: Esta pergunta foi respondida durante o evento. Como colocado, quem identifica a sequência de processos em BPMN não é a interface, mas o processo orquestrador. Uma abordagem alternativa é o uso dos eventos de mensagem para demonstrar a comunicação do processo com aqueles que o precedem e sucedem, embora esta abordagem tenha algumas desvantagens. Confira no artigo “BPMN: demonstrando a continuidade de processos” alguns exemplos mais detalhados sobre a abordagem de orquestração x comunicação de processos.

Quer participar dos próximos?

iProcess lança a edição 2015 de webinares para comemorar os 20 mil acessos mensais ao blog!

É com muita alegria que estamos comemorando este mês a marca de 20 mil acessos mensais ao nosso blog! Em nome do time da iProcess que se dedica a levar a nossos leitores o conhecimento e experiências que vivenciamos em nossos projetos, o nosso muito obrigado!

E para compartilhar esta alegria com vocês, estamos lançando a edição  2015 dos Webinares da iProcess, com uma programação mensal que será realizada de junho até o final do ano.

Confira a nossa agenda com os Webinares já confirmados e outros assuntos que nos esperam no segundo semestre!

Tema: Migração de Processos de EPC para BPMN
Dia 16/06/2015, às 10h.
Com um longo histórico de sucesso, o EPC foi por muito tempo uma das notações mais utilizadas no mercado.
Com o fortalecimento do BPMN como principal notação para a modelagem de processos, contudo, muitas empresas passaram a avaliar a migração do seu repositório de processos de EPC para BPMN. Neste Webinar iremos apresentar as principais diferenças de representação entre as duas notações e mostrar algumas sugestões para que seja feita esta migração.
>> Assista ao vídeo gravado!

Tema: Funcionalidades de uma Solução de BPA
Dia 30/06/2015, às 15h.
Qual a diferença entre desenhadores de processos e ferramentas de BPA? Neste webinar iremos apresentar estas diferenças e mostrar na prática, pela demonstração de uma ferramenta, em quê os requisitos de uma solução de BPA podem auxiliar as iniciativas de processo da sua organização.
>> Assista ao vídeo gravado!

Tema: Plataformas BPM: Como um mesmo requisito pode ser atendido de formas diferentes
Dia 16/07/2015 às 10hs
Na avaliação de plataformas de BPMS para a escolha daquela a ser adotada pela organização, não é raro que mais de uma plataforma atenda um determinado requisito desejado pela organização. Mas será que atendem da mesma forma? Será que o fato do requisito ser atendido faz com que o produto o atenda da melhor forma? Neste Webinar mostraremos situações em que um mesmo requisito pode ser atendido por plataformas diferentes de formas diferentes, e que isso pode fazer toda a diferença na hora da escolha.
>> Assista ao vídeo gravado!

Tema: Desafios Comuns em um Projeto de BPM
Dia 11/08/2015, às 15h
Projetos de redesenho e automação apresentam desafios que, quando conhecidos, podem ser evitados ou mitigados.
Neste Webinar iremos detalhar alguns dos desafios mais comuns em projetos de BPM para que possam ser tratados antes que se tornem problemas.
>> Assista ao vídeo gravado!

Tema: BPMN: Modelando a Comunicação entre Processos
Data: 10/09/2015, às 10h
A comunicação entre participantes internos, externos e entre processos na modelagem BPMN, apesar de simples, pode gerar muitas dúvidas nas modelagens iniciais. Como represento que um participante passa o processo para o próximo? Como modelo a situação em que um fluxo quando termina deve dar início a outro? Neste webinar mostraremos como cada situação deve ser modelada de acordo com o uso padrão da notação, as diferentes abordagens possíveis e vantagens em cada uma.
>> Assista ao vídeo gravado!

Como funciona?

É simples: inscreva-se no webinar através do link do evento e você receberá um e-mail de confirmação.
Na data e horário do evento, acesse o link indicado no e-mail usando um computador com fones e aguarde a seção começar.
Importante: chegue um pouco antes para garantir sua participação. O número de participantes assistindo ao vivo é limitado a 100 pessoas, e os lugares são disponibilizados por ordem de chegada!
Durante a apresentação, você poderá interagir com o instrutor enviando perguntas via chat, que serão respondidas ao final do seminário.

Quer ser avisado por e-mail quando iniciarmos as inscrições para os próximos webinares?

Acesse www.iprocess.com.br/contato, preencha o formulário e receba notícias sobre nossos webinares e treinamentos!

Feliz Natal e Próspero 2015!

O ano de 2014 está chegando ao fim, repleto de pequenos e grandes eventos que certamente marcaram a memória de todos.

Para fechar o período e começar o próximo, nosso cartão de boas festas deste ano é também um convite para refletirmos como o ciclo de melhoria contínua – que funciona tão bem para os processos – pode ser aplicado em nosso dia a dia.

Que ele nos apoie para que todas aquelas oportunidades de melhoria (voltar a praticar esportes? fazer mais viagens? realizar trabalho voluntário? aproveitar mais o tempo em família? conquistar uma posição profissional melhor?) se transformem em ações que levem a grandes realizações!

Feliz Natal e um 2015 de muito sucesso – São os votos de toda a equipe da iProcess!

Webinares iProcess 2014 – Simulação como Ferramenta de Análise de Processos de Negócio

Este foi o sexto webinar apresentado ao vivo pela iProcess neste ano! Agradecemos especialmente àqueles que puderam acompanhar a transmissão ao vivo e contribuíram enviando suas dúvidas e questões sobre o tema.

Aos que não puderam participar, esta é a oportunidade para conferir a gravação do webinar de Simulação como Ferramenta de Análise de Processos de Negócio, apresentado pelo Eduardo Britto em 07/11/2014.


 

A apresentação também está disponível no slideshare:
http://pt.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/webinar-6-simulacao-de-processos-pubicacao-slideshare.

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: “Há alguma ferramenta que permita simular processos não estruturados que envolvam mais atividades ou processos de “trabalhadores do conhecimento” (“Case Management”)? Se positivo ferramentas como o BizAgi ou Bonita poderiam ter simulações configuradas para este fim?”
Resposta: Esta pergunta foi respondida durante o evento. Estamos estudando diferentes ferramentas de simulação de processos. Para as mais conhecidas porém, até o momento, não identificamos recursos que possibilite este tipo de simulação. Se você conhece alguma ferramenta que possibilita simular este tipo de cenário de processos de negócio, use os comentários e compartilhe com a gente!

Pergunta: “Consigo considerar na própria ferramenta os tempo de férias, tempo de improdutividade?”
Resposta: Esta pergunta também foi respondida durante o evento. Isto pode variar entre as ferramentas. Não chegamos a demonstrar no webinar, porém a ferramenta utilizada (Bizagi Process Modeler) permite sim definir calendários com variações de alocação dos recursos que considere ausências.

Pergunta: “Fiquei com uma dúvida sobre o tempo total do processo, os 10 dias é por instância ou pelas 500?”
Resposta: Na demonstração realizada, os 10 dias contabilizados são por instância.

Pergunta: “Existe opção de configuração de tempo de hand-offs entre atividades?”
Pergunta: “Gostaria de saber se temos como simular os tempos de epsera de início de uma atividade. Exemplo, quando uma atividade é enviada ela irá para um papel mas ela ainda não foi apropriada por ninguém.”
Resposta: Sim, é possível para as simulações de alocação de recursos prever um tempo de espera da atividade.

Pergunta: “Que outras soluções BPMS disponíveis no Brasil tem a funcionalidade de simulação?”
Resposta: Temos estudado diversas soluções de BPM, e entre as disponibilizadas no mercado brasileiro, já vimos soluções para simulação no Bizagi Process Modeler, Aris e Oracle BPM. De forma mais simplificada, o Bonita BPM e o Atos BPM também fazem simulação, porém com foco maior na automação do processo.
Você conhece alguma outra ferramenta que implementa a simulação de cenários de processos de negócio? Compartilhe com a gente através dos comentários!

Pergunta: “Todos os cursos contam pontos para a recertificação CBPP?
Resposta: Sim. A iProcess{education} é um PTC (Provedor de Treinamento Credenciado) da ABPMP-Brasil. Os cursos do programa de capacitação da iProcess contabilizam créditos para a recertificação, além de serem uma excelente oportunidade para desenvolver e se atualizar nas principais técnicas, metodologias e tecnologias que suportam a Gestão por Processos de Negócio.

Webinares iProcess 2014 – Etapas e Desafios da Seleção de uma Plataforma de BPM

Este foi o nosso quinto webinar apresentado ao vivo este ano! O time da iProcess agradece especialmente àqueles que puderam acompanhar a transmissão ao vivo e contribuiram com dúvidas e questões sobre o tema.

Aos que não puderam participar, esta é a oportunidade para conferir a gravação de nosso webinar de Etapas e Desafios da Seleção de uma Plataform de BPM, apresentado pela Kelly Sganderla em 30/10/2014.


 

A apresentação também está disponível no slideshare:
http://pt.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/webinar-5-seleo-de-plataforma-de-bpm-publicao-slideshare.

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: “Como você percebe a maturidade e qualidade das soluções OPEN / FREE (ex. Bonita) em relação ao desenvolvimento e melhoria contínua dos processos no médio e longo prazo pensando nos universos apresentados e também para apoiar o desenvolvimento da maturidade no BPM na organização?”
Resposta: As soluções de software livre que conhecemos (Bonita, Intalio, Activiti, JBPM) são boas ferramentas, porém têm o foco ainda muito grande na automatização de processos, deixando a desejar um pouco no suporte a requisitos relacionados à modelagem de negócio (arquitetura e documentação de processos) e de análise e redesenho. Temos notícias de projetos em andamento em algumas dessas ferramentas para ampliar o escopo de funcionalidades de forma a cobrir melhor as necessidades para sustentar mais amplamente a prática da melhoria de processos, mas ainda sem previsão (se algum leitor souber, fique à vontade para contribuir nos comentários!). Confira no artigo Avaliando o real custo-benefício de BPMS livres ou de baixo custo um pouco mais sobre questões relacionadas à escolha deste tipo de solução.

Pergunta: “A ferramenta de modelagem, análise e simulação (BPA) tem que ser a mesma de automação?”
Resposta: Esta pergunta foi respondida durante o evento, mas podemos reforçar que este seria o melhor cenário, porque a solução seria nativamente mais integrada. Isto permite que o modelo de processo criado na modelagem de negócio possa evoluir para a automação de forma mais natural, através da complementação, configuração e implementação das interfaces e acionamentos de serviços sem necessitar que na troca da ferramenta o processo tenha que ser redesenhado. Entretanto, se existem soluções de fornecedores distintos que “casam bem”, ou seja, que viabilizam a importação de diagramas entre as ferramentas, esta pode ser sim considerada uma boa opção.

Pergunta: “Como faço para convencer os diretores a comprar uma solução de BPMS?”
Resposta: Esta questão também foi respondida durante o webinar, mas sugerimos que você não tente vender o BPMS (ferramenta), mas sim vender os benefícios. Identifique um processo com potencial para automação, calcule o ROI (Retorno sobre o investimento), ofereça aos diretores esse ROI e o BPMS passa a ser um pre-requisito para a solução, e não mais um software a ser comprado.

Pergunta: “Temos atualmente modelado quase todos os processos (pelo menos os mais utilizados) em BPMN. Quais são os critérios que devemos levantar para escolher os processos (não a ferramenta) para controlar a partir de um motor de processos?”
Resposta: Esta questão praticamente vale um novo seminário =) Escolher bons processos para os primeiros projetos de automatização é fundamental para o sucesso da adoção da ferramenta. Se os primeiros processos não demonstrarem melhorias significativas em relação à sua situação atual, certamente implicará em uma grande quebra de expectativa e possivelmente até mesmo a perda de interesse em automatizar novos processos (tornando a plataforma de BPM uma ferramenta subutilizada). Em geral, estas são algumas características que sugerimos considerar:
I. A estabilidade do processo. Se o processo ainda passa por mudanças constantes, é possível que ao término da implementação a solução já não esteja aderente à necessidade do negócio. O ideal é optar por processos com baixa variabilidade para as primeiras soluções.
II. Processos cuja demora está no tempo de espera (passagem do processo para o próximo participante).
III. Processos onde o principal problema está na comunicação entre os participantes.
Considere também as dicas nos artigos:
Benefícios da Automação de Processos
Estudo de Caso: Automatizar o processo (ou não)? Eis a questão!”

Pergunta: “Vocês disponibilizam a planilha de critérios (citada no vídeo)?”
Resposta: A planilha de critérios para estudo compartivo das ferramentas é um produto de constante pesquisa e evolução por parte da equipe iProcess. Ela é compartilhada com os clientes que contratam o pacote de Consultoria em Seleção de Plataforma de BPM ou que participam do Workshop de Seleção de Plataforma de BPM.

Webinares iProcess 2014 – Primeiros Passos em BPM: Os desafios do primeiro projeto

Esta é a gravação de nosso quarto webinar neste ano. Aos que participaram da apresentação ao vivo, um muito obrigado em nome do time da iProcess!

Aos que não puderam participar, esta é a oportunidade para conferir a gravação de nosso webinar de Primeiros Passos na Adoção de BPM em minha organização: os desafios do primeiro projeto, apresentado pelo Eduardo Britto em 02/10/2014.


 
A apresentação também está disponível no slideshare:
http://pt.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/webinares-iprocess-2014-primeiros-passos-em-bpm-os-desafios-do-pr.

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: “Quanto à visão do cliente, ao foco do cliente, neste trabalho de implantação de projeto, como pode ser feito? Você recomenda envolver o próprio cliente no projeto?”
Resposta: Existem diversas formas de obter a visão do cliente, direta ou indiretamente. De forma indireta, pode-se analisar as informações obtidas no atendimento ao cliente (reclamações e sugestões, por exemplo) e sites agregadores de opiniões, como o reclame aqui, foursquare, entre outros. Nestes canais, em geral o que se obtém são os descontentamentos do cliente em relação ao negócio, e este tipo de feedback é muito importante para a melhoria dos processos. De forma direta, os clientes (ou grupos de clientes) podem ser consultados sobre o processo através de pesquisas ou entrevistas. Algumas organizações inclusive aproveitam esta oportunidade para transformar em campanhas de marketing, apresentando ao mercado sua preocupação com a visão do cliente.

Pergunta: “Em uma empresa que tem a ferramenta Lean estruturada, como fazer a implantação do BPM sem que esta estratégia pareça concorrente do Lean? Ou seja, como fazer a fusão da ferramenta Lean e BPM de forma a obter ganhos em todos os aspectos?”
Resposta: Esta pergunta foi respondida durante a apresentação, mas podemos reforçar que Lean é uma excelente ferramenta e pode ser aplicada na melhoria de processos. Assim, na adoção da disciplina de BPM, Lean é uma ferramenta que complementa a etapa de redesenho do processo, propiciando uma análise que direcione a um processo mais leve e enxuto.

Pergunta: “Você acredita que a cultura organizacional pode ser fator de impacto na adoção do BPM quanto à geração de resultados de impacto que o BPM pode trazer à organização?”
Resposta: Esta pergunta também foi respondida durante a apresentação, mas entendemos que sim. Na verdade, a cultura organizacional é um fator que contribui fortemente na adoção e nos resultados que a organização obterá com a prática dessa disciplina de gestão.

Webinares iProcess 2014 – Primeiros Passos em BPM: da Venda Interna ao Primeiro Processo

Esta é a gravação do terceiro webinar da série lançada este ano pela iProcess, através do qual compartilhamos nosso expertise e experiência em gestão por processos.
Aos que participaram da transmissão ao vivo, um muito obrigado em nome do time da iProcess!

Aos que não puderam participar, esta é a oportunidade para conferir a gravação de nosso webinar de Primeiros Passos para a adoção de BPM na minha organização: da venda interna à escolha do primeiro processo, apresentado pelo Eduardo Britto em 25/09/2014.

 

A apresentação também está disponível no slideshare:
http://pt.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/webinar-3-primeiros-passos-para-a-adoo-de-bpm-na-minha-organizao-da-venda-interna-escolha-do-primeiro-processo


Nesta quinta-feira, 02/10 Às 10h, Eduardo Britto continua a discutir sobre os primeiros passos para adoção de BPM, desta vez falando sobre os desafios do primeiro projeto. Registre-se agora e participe!
https://attendee.gotowebinar.com/register/5376585832758612225


Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: “Em relação aos tipos de projetos, na sua opinião quanto é prejudicial automatizar após modelar?”
Resposta: Esta pergunta foi respondida durante a apresentação. Ao longo dos nossos 14 anos, percebemos que automatizar após a modelagem é uma prática que pode ser eficiente, porém também possui riscos. A modelagem para conhecimento do processo tende a apresentar a situação atual do mesmo, mas não se preocupa em resolver seus problemas. Assim, partir desta modelagem (AS IS) para a automação implica no risco de automatizar os problemas, o que além de fazer com que eles continuem existindo, pode também potencializá-lo (imagine um gargalo que acontecia algumas vezes por semana passar a ser executado muitas vezes mais devido à agilidade ganha na automação do processo?). Assim, o redesenho do processo, analisando os problemas evidenciados na modelagem AS IS e transformando-o em um processo mais eficiente tende a ser uma prática mais adequada antes da automação.

Pergunta: “Quais são as alternativas de fortalecimento e disseminação do trabalho do escritório de processo quando o apoio da alta direção não é efetivo?”
Resposta: As mudanças organizacionais requeridas com a adoção da prática de BPM costumam ser bastante impactantes na rotina da organização, de forma que o apoio da alta gestão se torna fator chave para reforçar a importância dos movimentos que serão realizados. Se a alta gestão não está alinhada com o escritório de processos, está na hora de conquistá-la – e a realização de um bom primeiro projeto de melhoria de processo com uma boa medição do antes e depois pode trazer aos gestores os números que eles precisam para compreender a relevância da atividade deste grupo de profissionais.

Pergunta: “Ao longo da apresentação, é bastante citada como projeto. Projeto tem começo, meio e fim. BPM para sua adoção e execução plena, não deveria ser encarada como uma disciplina?? (sendo esta disciplina envolvendo projetos)”
Resposta: Sim, o alinhamento é exatamente este. BPM é a disciplina, mas sua implementação na organização em geral acontece através da execução de projetos. Os projetos em BPM podem ter diferentes escopos, sendo alguns focados na implantação da governança, enquanto outros são específicos para a execução de etapas do ciclo de vida do processo (modelagem, transformação, implantação, etc), até a estabilização do processo quando ele passa a ser controlado pela gestão do dia-a-dia dos processos.

Pergunta: “Como se faz a junção dos esforços da Metodologia Lean, através dos Kaizens, e da Disciplina de BPM, através da transformação de processos?”
Resposta: Lean e Kaizens são excelentes ferramentas que o grupo de profissionais de processos podem adotar durante a atividade de análise para a identificação das oportunidades de melhoria dos processos, bem como no monitoramento da execução do processo.

Pergunta: “Se a empresa tiver que optar entre o apoio da direção ou apoio dos colaboradores envolvidos, qual é a melhor opção?”
Resposta: Esta pergunta foi respondida durante a apresentação. Implementar BPM sem o apoio da direção envolve mudança, que precisa de patrocínio, para sensibilizar as pessoas envolvidas. Mas o apoio das pessoas envolvidas também é importante para o sucesso da implementação.

Pergunta: “Transformação e Otimização faz parte do Ciclo BPM?”
Resposta: Sim, o treinamento Transformação e Otimização de processos é o segundo módulo do programa Ciclo BPM realizado pela iProcess Education. Para mais informações sobre este programa, visite o site: www.iprocesseducation.com.br/ipe00.

Webinares iProcess 2014 – Benefícios e Potencialidades da Automação de Processos

Esta é a gravação de nosso segundo webinar deste ano. Aos que participaram da apresentação ao vivo, um muito obrigado em nome do time da iProcess!

Aos que não puderam participar, esta é a oportunidade para conferir a gravação de nosso webinar de Benefícios e Potencialidades da Automação de Processos, apresentado pelo Eduardo Britto em 05/09/2014.

 

A apresentação também está disponível no slideshare:
http://www.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/webinares-iprocess-2014-benefcios-e-potencialidades-da-automao-de-processos

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: “Quais são as opções para automatizar as regras do negócio?”
Resposta: Existem diversas formas de se automatizar as regras de negócio – da implementação de sistemas de telas e cadastros que permitam definir os dados das regras (aplicável a situações mais específicas) até o uso de soluções específicas para a gestão de regras, que são os BRMS (Business Rules Management System). Já falamos dos BRMS aqui no blog – confira o artigo Business Rules e a Dinâmica do Negócio para mais informações.

Pergunta: “Qual o tempo médio, atualmente, para implantar um processo automatizado? Que variáveis vocês analisam e como definem a estratégia?”
Resposta: É difícil estabelecer um “tempo médio” para implantação de um processo, pois existem muitos aspectos que precisam ser considerados. Alguns aspectos fundamentais que devem ser levados em conta na estimativa de um projeto de automação seriam:
I. o nível de detalhamento do processo utilizado para a definição do escopo. Em geral, a “entrada” usada para a estimativa é um processo proveniente da equipe de negócios (a visão de futuro do processo), que requer uma análise adicional para atingir o nível de conhecimento sobre o processo necessário para automatizá-lo;
II. a complexidade das informações que transitam pelo processo;
III. o número de integrações com outros sistemas;
IV. a própria plataforma de automação de processos e que recursos facilitadores ela dispõe para a implementação;
V. o número de profissionais envolvidos no projeto e o nível de domínio dos mesmos sobre a ferramenta.
Enfim, há inúmeros outros, mas só por estes já dá pra ter uma ideia que estimar um projeto de automação não é um cálculo simples. Em nossos projetos, estes fatores são sempre levados em conta.

Pergunta: “Na empresa, possuo um sistema ERP. É possível ter esse nível de de automação dos processos como está sendo apresentado?”
Resposta: Esta pergunta foi respondida na apresentação, mas podemos resumidamente comentar que o sistema de ERP traz a visão transacional das informações: dados, regras de negócio para manter e evoluir as informações, dando capacidade de incluir e gerir as informações da organização. Já os processos são transversais, interligando informações de diferentes sistemas, e são controlados por uma camada de BPMS (que pode ser provido pelo próprio ERP, dependendo do fornecedor). Portanto, a automação do processo não substitui, mas complementa a operação dos sistemas.

Pergunta: “A rastreabilidade é possível no processo em andamento e depois de finalizado?”
Resposta: Esta pergunta também foi respondida ao vivo na apresentação, no qual confirmamos que sim, é possível verificar a rastreabilidade da execução do processo em qualquer situação depois de ter sido iniciado.

Pergunta: “Foi usada a plataforma Oracle (na apresentação, para fins de demonstração). É possível utilizar Bizagi também ou outra plataforma mais acessível?”
Resposta: Esta pergunta também foi respondida na apresentação. Sim, existem muitas plataformas de automação de processos que podem ser usadas. Em nossa apresentação, utilizamos a solução da Oracle para demonstrar os aspectos de automação e homogeneizar o entendimento de o que é um processo automatizado, mas todas as questões conceituais apresentadas são esperadas na implementação utilizando qualquer BPMS. O quanto esses benefícios trarão de retorno para a organização está mais atrelado a um projeto de implementação bem feito.

Webinares iProcess 2014 – Introdução à notação BPMN

Aos que participaram do nosso webinar ao vivo, um muito obrigado em nome do time da iProcess!

Aos que não puderam participar, esta é a oportunidade para conferir a gravação de nosso webinar de introdução a BPMN, apresentado pela Kelly Sganderla em 28/8/2014.

 

A apresentação também está disponível no slideshare:
http://pt.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/webinares-iprocess-2014-introduo-a-notao-bpmn

Inscrições encerradas (evento finalizado).

PERGUNTAS & RESPOSTAS DO WEBINAR DE INTRODUÇÃO A BPMN

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: “Tenho dúvida quanto a utilizar os gatilhos de eventos no fluxo, conforme representado no exemplo, ou utilizá-los na borda das atividades. Os dois estão corretos?”
Resposta: Os dois tipos de eventos intermediários que você citou estão corretos, mas eles têm propósitos de uso diferentes. No artigo Um guia para iniciar estudos em BPMN (IV): Eventos Intermediários do nosso blog, falamos desses dois tipos de evento intermediário inclusive ilustrados com exemplos explicando o uso de cada um.

Pergunta: “Esses eventos de mensagem, como o caso do “Aviso de multa e novo prazo” é um simples envio de e-mail ou tem alguma interação direta com usuário?”
Resposta: O meio de comunicação usado para enviar a mensagem não é definido por BPMN. Pode ser um e-mail, mas pode ser também um SMS, pode ser um telefonema, um telegrama… a forma como essa comunicação acontece não é representado em BPMN. O que muitas vezes causa esta confusão é o símbolo do envelope, não é? Mas não implica em mensagem escrita nem em e-mail.
O que esse evento quer dizer é simplesmente que neste ponto do processo é realizada esta comunicação.

Pergunta: “O Repositório de dados pode ser a base de dados de um sistema que não seja de um BPMS?” 
Resposta: Pode ser sim. Pode ser também um arquivo, desses de metal com pastas. Não precisa ser necessariamente uma base de dados de sistema. Pode ser uma fonte de informações de qualquer forma física.

Pergunta: Posso usar os eventos de mensagem sem necessariamente ter que trocar mensagem com outras pools?
Resposta: Nós respondemos esta no webinar, mas só para ficar registrado: sim, os eventos de mensagem podem ser usados sem necessariamente demonstrar a outra pool para a qual a mensagem é enviada (ou de onde é recebida). Para BPMN isso não é obrigatório.

Pergunta: “Necessariamente o BPMN utiiliza raias para criação dos processos?”
Resposta: Não, o uso das raias não é obrigatório. A notação dá o poder de escolha a quem modela. Em geral, elas são adotadas como uma boa prática pois ajudam a identificar responsabilidades pela realização das atividades, mas um diagrama pode ser criado sem usar pools e lanes, e ainda assim será considerado um modelo válido.

Pergunta: “Já ouvi várias dúvidas quanto a um gateway seguido de outro gateway. Alguns dizem que tem que ter uma atividade entra cada gateway.”
Resposta: Um gateway seguido de outro gateway é um cenário que costumamos chamar informalmente de “gateways encadeados”. Em geral não é uma boa prática pois dificulta a leitura do diagrama. Mas em alguns casos, se você precisa verificar coisas diferentes, não tem problema nenhum.
Mas na notação BPMN não existe nenhuma regra explícita para isso.
Sobre ter atividades entre eles, também é um mito. O que acontece é que, quando o processo for executado e chegar ao gateway, para se decidir qual rota vai ser seguida, essa definição é feita com base em uma informação, então essa informação precisa existir anteriormente no processo. Mas não precisa ser necessariamente uma atividade imediatamente anterior ao gateway.
Alguns artigos do nosso blog que podem ser interessantes para ajudar a esclarecer dúvidas sobre gateways:
Um guia para iniciar estudos em BPMN (II): Gateways
BPMN: Modelando processos de negócio com elementos avançados (Parte III)
Desmistificando o uso de gateways em BPMN.

Pergunta:  “As raias sempre devem representar atores do processo, ou podem representar instâncias, como financeiro, expedição, etc?”
Resposta: A especificação não define como as raias devem ser nomeadas. Pela prática, o cenário que você citou é possível sim, mas deixa a responsabilidade sobre as atividades muito “aberta”. Dependendo do nível de detalhamento que você está dando ao processo, pode ser suficiente, em outros casos, pode ser necessário definir papéis mais específicos.

Pergunta: “Sempre que utilizado um gateway divergente, ao utilizar um convergente DEVE-SE utilizar o mesmo ou vai segundo a necessidade da sequência processo? Existe uma “regra” para esta ocasião?”
Resposta: Respondemos esta dúvida durante o webinar, mas para deixar registrado: em geral é uma boa prática usar o mesmo tipo de gateway para controlar o fluxo, mas não há uma regra específica para isso. Dependendo da necessidade de sequência do processo pode ser usada uma combinação diferente.

Pergunta: Qual a relação do BPMN com o CBOK?
Resposta: BPMN é apenas uma das notações existentes para se representar processos de negócio.
O BPM CBOK é um corpo comum de conhecimento sobre gestão de negócios, que aborda diversos aspectos desta  prática de gestão, como as atividades envolvidas no ciclo de melhoria contínua de processos, a governança de processos, tecnologia para suportar a gestão por processos entre outros aspectos. Na seção desta obra que fala sobre a modelagem de processos, as notações são citadas, entre elas o BPMN.
Esta é a relação entre eles 🙂

Pergunta: “Tenho algumas duvidas na utilização do evento intermediário, você poderia dar uma ênfase nele?”
Resposta: Infelizmente o tempo do webinar não nos permitiu falar muito profundamente sobre diversos elementos, já que o propósito era mesmo a introdução à notação. No blog temos alguns artigos que podem ajudar a esclarecer algumas de suas dúvidas sobre eventos intermediários, como os artigos Um guia para iniciar estudos em BPMN (IV): Eventos Intermediários e BPMN: Diferenças entre eventos de Link, Message e Signal.

Pergunta: “No gateway paralelo só posso ter 2 atividades/processos e não 3 como o exclusivo?”
Resposta: Respondemos esta dúvida durante o webinar, mas para deixar registrado: a notação BPMN permite criar tantos fluxos paralelos ou alternativos saindo de um gateway quantos sejam necessários – não há limitação.

Pergunta: “Objetos de dados na versão 2.0 são executáveis ou são como os elementos de artefatos?”
Resposta:  A princípio eles são como os elementos de artefatos, mas pode haver alguma solução de automação de processos que aproveite este elemento para torná-los executáveis. Até o momento, entretanto, das ferramentas que já avaliei, não vi nenhuma que implementasse esses elementos como executáveis.

Pergunta: “Em que casos o evento de timer fica localizado no objeto da atividade?”
Resposta: Diversos eventos intermediários podem ser usados no fluxo do processo ou na borda da atividade. O artigo Um guia para iniciar estudos em BPMN (IV): Eventos Intermediários apresenta alguns exemplos que podem esclarecer esta dúvida.

Pergunta: “Na hora de desenhar o processo, é correto já sinalizar alguma falha do processo para posterior correção?”
Resposta: Embora não exista na notação símbolos específicos para isto (lembra que comentei que BPMN não é uma metodologia?), esta pode ser uma boa prática a ser adotada na metodologia de trabalho de modelagem e análise dos processos da organização. Para isso, podem ser usadas as anotações, ou, dependendo da ferramenta utilizada, é possível adicionar símbolos específicos definidos pelo time de processos da organização para isto.

Pergunta: “Evento de mensagem: comunicação entre os processos: não uma ação entre eles, correto?”
Resposta: O evento de mensagem é uma forma de um processo comunicar a outro processo que ele deve realizar alguma ação, mas de fato as ações são modeladas como tarefas, e não como eventos.

Pergunta: “No exemplo de Elementos do diagrama de Processo, no final do fluxo existe um loop sobre a entrega da obra. Pode ser definido um X vezes que pode ser feito o loop para não ficarmos presos nesta etapa.”
Resposta: É possível sim, mas para isso precisaríamos modificar um pouco o diagrama. Poderíamos adicionar um gateway para verificar quantas vezes já foram repetidas estas ações ou colocar esse subconjunto de tarefa e eventos em um subprocesso com loop (mas daí já começamos a falar de um conhecimento mais avançado em BPMN que não abordamos neste webinar).

Pergunta:  “Referente ao Gateway exclusivo: está ali ‘decisão exclusiva. Apenas uma opção é válida’. Significa que o processo só pode ter um caminho válido a seguir, porém temos que considerar as demais, correto? Pois a necessidade do cliente é esta. Corrija-me se estiver errado.”
Resposta:  Sim, essa é a ideia do gateway. Mapeamos nele todas as possibilidades que o negócio prevê. Por exemplo: se geralmente 80% dos casos segue por um caminho, ainda assim há 20% de casos que podem seguir o(s) outro(s) caminhos mapeados a partir do gateway, o que torna necessário prever isto no nosso diagrama.

Pergunta: “Qual o nome do autor e do livro?”
Resposta: Durante o webinar citei o livro BPMN Method & Style, do Bruce Silver.

Pergunta: “Sabes informar se o Bizagi tem os elementos de coreografia?”
Resposta: O Bizagi só possui os elementos para modelagem do diagrama de processo (diagrama de orquestração).

 

PERGUNTAS & RESPOSTAS SOBRE OS CURSOS

Pergunta: “Para fazer o “Dominando” há necessidade de fazer o introdutório?”
Resposta: O curso de Introdução a BPM e BPMN com Bizagi da iProcess {Education} não é pré-requisito para o curso Dominando o Mapeamento de Processos com BPMN 2.0, porém se você já tiver algum conhecimento prévio sobre a notação, tende a ter maior aproveitamento neste segundo curso.

Pergunta: “Vi que existe um curso para Mapeamento e outro para Modelagem. Qual a diferença prática entre o Mapeamento e a Modelagem?”
Resposta: O treinamento de Mapeamento de Processos tem foco na utilização da notação para criação de diagramas usando a notação BPMN. Já o curso de Modelagem de Processos de Negócio tem  como foco a atividade de modelagem no ciclo de melhoria de processos: técnicas, ferramentas e métodos de levantamento de informações para modelar o processo, documentação (que vai além do diagrama) do processo, como desdobrar a estratégia da organização na cadeia de valor de processos da organização e priorizar os processos para modelagem, análise e redesenho.

Pergunta: “No curso modelagem de processo inclui a notação?”
Resposta: Sim, no curso de Modelagem de Processos de Negócio temos algumas horas dedicadas ao estudo da notação, mas apenas do nível introdutório (nível de modelagem descritivo).