3 dicas para se preparar para o exame CBPP – Certified Business Process Professional

CBPP – Certified Business Process Professional, concedida pela ABPMP Internacional, é certificação a mais valorizada atualmente no mercado brasileiro para os profissionais envolvidos em gestão por processos de negócio, e uma das mais importantes em caráter internacional.

É um grande investimento na carreira profissional de quem atua no mercado de BPM. Por isso, compartilhamos aqui algumas dicas interessantes para você que está se preparando para fazer o exame e se tornar um profissional de processos de negócio certificado.

1) Estude o BPM-CBOK

A base para esta certificação é o Corpo Comum de Conhecimento em Gerenciamento de Processos de Negócio (BPM CBOK), que atualmente encontra-se na sua terceira versão.
O BPM CBOK discute nove áreas de conhecimento sobre a Gestão por Processos distribuindo-as em duas perspectivas – a das atividades do ciclo de vida de processos  (gerenciamento de processos, modelagem, análise, desenho, gerenciamento de desempenho, e transformação de processos), e a da disciplina em nível organizacional (organização do gerenciamento de processos e gerenciamento corporativo). Além disso, também dedica uma área específica para tratar as diferentes tecnologias que suportam a prática de BPM nas organizações.

É importante conhecer bem os conceitos relacionados a cada uma dessas áreas de conhecimento.

Você pode iniciar seus estudos do BPM CBOK com a versão digital deste guia, que pode ser obtido através do próprio site da ABPMP Brasil:
http://www.abpmp-br.org/bpm-cbok-v3-0/

Se você precisar de uma ajuda para revisar a fixação dos conceitos, a iProcess Education tem um kit de Simulado para Exame CBPP, com cerca de 150 questões diferentes sobre todas as áreas de conhecimento do BPM CBOK e inspiradas no exame.
Saiba mais em: http://iprocesseducation.com.br/simulado_CBPP


2) Aproxime a prática do seu dia a dia às boas práticas recomendadas pelo BPM CBOK

O BPM CBOK não é um livro de instruções sobre como aplicar BPM, mas ele faz um alinhamento de questões relevantes e que devem se tornar práticas comuns entre os profissionais nesta disciplina de gestão de negócios.

Avalie o cenário atual da sua organização e trace paralelos com as práticas sugeridas pelo guia. É a melhor forma de fixar os conceitos e se alinhar com a visão de gestão por processos, além de uma excelente forma de avaliar o nível de maturidade da sua empresa no gerenciamento de processos de negócio.

Avalie também se você está preparado para se tornar um profissional CBPP. Como ela é uma certificação de proficiência em BPM, é preciso comprovar experiência para se submeter ao exame. Se precisar, invista em cursos que possam ajudar na sua preparação. 

A iProcess Education tem o compromisso de alinhar em seus treinamentos a teoria do BPM CBOK com a experiência prática dos diversos projetos pela nossa equipe.  Confira as próximas edições do programa de formação Ciclo BPM – Da Estratégia à Medição.


3) Participe do BPM Bootcamp e considere isto um valioso investimento

Com tantas oportunidades para se atuar no mercado de BPM, e tantos papéis diferentes em que uma pessoa pode se envolver, que é bastante natural que os profissionais acabem se especializando em algumas atividades ou conhecimentos específicos. Por exemplo:

  • Há profissionais de BPM que geralmente possuem uma formação em TI e quando entram no mercado de BPM, costumam ter um foco direcionado a projetos de automação de processos. Por isso sua visão da gestão por processos está mais associada à aplicação de soluções e plataformas tecnológicas para controle e monitoramento dos processos.
  • Há profissionais geralmente provenientes de formações relacionadas a O&M e qualidade, cuja especialidade está em modelar e padronizar processos organizacionais. Por isso sua visão de processos está mais relacionada à organização e documentação padronizada do conhecimento da execução de processos e a identificação e mitigação ou solução de potenciais riscos na variação da execução dos processos.
  • Há também os profissionais que atuam em projetos de análise, criando diagnóstico de processos e propondo redesenhos, muitas vezes com o objetivo de reduzir custos ou melhorar a qualidade.
  • Alguns possuem grande experiência em processos de um determinado nicho de negócio (como por exemplo os processos fiscais e tributários brasileiros, ou as particularidades dos processos na área de saúde), outros são mais generalistas, atuando com menos profundidade em uma variedade maior de processos.

As diferentes formas de atuar na disciplina de BPM faz com que a visão conceitual relacionada ao tema de processos tenha uma perspectiva diferente para cada um destes profissionais, e pode estar limitada ao seu conjunto de técnicas e práticas. O profissional CBPP precisa ampliar sua visão além da sua prática diária, devendo conhecer a disciplina BPM em todas as suas áreas de conhecimento, mesmo que sua atividade profissional esteja aprofundada em uma ou duas delas.

Por isso, considere a participação no BPM Bootcamp não como mais um custo para buscar a certificação, e sim como um investimento justamente na ampliação desta visão. O BPM Bootcamp oportuniza a discussão e troca de experiência com profissionais que atuam sob as mais variadas perspectivas da gestão por processos nas organizações e que estão, naquele momento, visando o mesmo alinhamento que você.

Geralmente, o BPM Bootcamp acontece nos dias que antecedem a data de exame para a certificação. Acompanhe a agenda de eventos da ABPMP Brasil e verifique qual o próximo BPM Bootcam e CBPP Exam mais próximo de você:

http://www.abpmp-br.org/

Outras dúvidas sobre o BPM Bootcamp podem ser obtidas diretamente com a equipe da ABPMP pelo email secretaria@abpmp-br.org.

 

Definindo a equipe nos projetos de BPM

Uma das primeiras dúvidas que costumam ocorrer quando uma empresa começa sua iniciativa de BPM é quais pessoas e perfis deveriam ser envolvidos nos trabalhos. Outro fator complicador é o fato de que podem existir variações na equipe envolvida, dependendo de etapa em que o projeto BPM se encontra.

Vamos começar revisitando, brevemente, as principais etapas do ciclo de melhoria de processos:

  • Modelagem de processos: neste momento o objetivo é modelar o processo atual em execução, gerando o modelo AS IS. Não se entra no mérito do quanto eficiente e efetivo o processo está sendo, ou quais são seus problemas/oportunidades de melhoria. As pessoas envolvidas nesta etapa, assim, devem ter conhecimento de como o processo é de fato executado na organização, mas não necessariamente precisam conhecer todos os seus problemas e ter uma visão mais abrangente
  • Análise de Processos: esta etapa tem o objetivo de coletar informações sobre o desempenho do processo, ou seja, fazer um julgamento de valor do quão adequado e eficiente um processo está sendo. Desta forma as pessoas escolhidas para atuar nesta etapa, além de conhecerem o processo, devem ser capazes também de identificar os problemas que ocorrem no processo e ter uma visão mais abrangente
  • Redesenho de Processos: esta etapa tem o objetivo de definir melhorias num processo para torná-lo mais eficiente e alinhado com os objetivos da organização, gerando o modelo TO BE. As pessoas escolhidas para atuar nesta etapa devem ser representativas dos papéis do processo, sendo importante estarem motivadas com a iniciativa BPM e carentes da mudança, de forma a auxiliar de maneira proativa a definição da visão futura do processo
  • Automação de processos: nesta etapa, o processo TO BE definido na etapa de Melhoria de Processos (TO BE) sofrerá melhorias do ponto de vista tecnológico, de forma a deixá-lo mais rápido, eficiente e automatizado onde for possível

Agora que relembramos as etapas, vamos listar os papéis comumente envolvidos em cada uma delas, descrevendo as suas típicas responsabilidades.

MODELAGEM DE PROCESSOS

Analista de Processos: atua como facilitador, coletando, reunindo e organizando informações do processo, criando o modelo do processo no nível de informação mais adequado
Representante Funcional: contribui com informações sobre as atividades que realiza durante a execução do processo
Analista de Sistemas/Negócios: apoia com informações sobre os sistemas de informação utilizados no processo
Especialista no Assunto: contribui com visão especializada sobre algum aspecto do negócio do processo (ex: um médico de alguma especialidade; num processo de venda online, seria um colaborador com profundo conhecimento da venda com cartões de crédito)

ANÁLISE DE PROCESSOS

Dono do Processo: avalia e aprova o resultado da análise, garante que a investigação dos problemas não será utilizada para achar culpados, mas sim como um meio de melhorar o processo e a organização
Analista de Sistemas/Negócios: apoia na identificação de problemas e limitações dos sistemas atuais
Representante/Líder Funcional: indica os pontos fortes, problemas e oportunidades de melhoria na execução das suas atividades do processo
Especialistas no Assunto: apoia no detalhamento de aspectos de uma determinada função do negócio
Analista de processos: facilitador que conduz o levantamento e documentação do diagnóstico atual do processo

REDESENHO DE PROCESSOS

Liderança Executiva: assegura que o processo irá atender as necessidades da organização, dando suporte e concordando com as mudanças
Dono do Processo: ajuda a garantir que o novo desenho se adéqua aos objetivos requeridos da organização
Representante Funcional/Participantes/Partes Interessadas: qualquer um que participe ou tenha atividades que afetem o processo. Em empresas maiores, pode ser a uma pessoa que represente uma classe. São fundamentais e trabalham com o Dono do Processo, para garantir que seus interesses no desempenho do novo processo sejam atendidos
Cliente: quando possível, envolvê-lo nesta fase aumenta as chances de sucesso
Analista de processos: atua como facilitador e lidera a equipe no desenvolvimento do desenho futuro do processo

AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS

Dono do Processo: responsável pelos resultados do processo. Envolve-se na aprovação da proposição de melhorias e na apresentação da homologação, realizando a aprovação da solução automatizada
Gerente de Projetos: responsável por planejar e gerenciar as atividades do projeto de automação. Envolve-se na gestão da comunicação, tempo e custos do projeto em todas as etapas
Analista de Processos: apoia na revisão do processo, garantindo a integridade do negócio durante a avaliação das mudanças tecnológicas. Compartilha responsabilidade com o Analista de Sistemas na etapa de Proposição de Melhorias, envolve-se na validação do processo durante a homologação e implantação
Analista de Sistemas/Negócio: deve conhecer as funcionalidades disponíveis pela tecnologia a ser utilizada na automatização do processo. Compartilha responsabilidade com o Analista de Processos na etapa de Proposição de Melhorias. Responsável pelo detalhamento na implementação, apoia nas etapas de homologação e implantação
Arquiteto de Sistemas: profissional conhecedor da arquitetura de sistemas que suportará a automação de processos. Envolve-se na etapa de Implementação apoiando no projeto técnico com definições de infraestrutura de software
Desenvolvedor: profissionais que realizarão a implementação da automatização do processo, desenvolvendo os componentes de software conforme o detalhamento funcional do Analista de Sistemas/Negócio. Participam da etapa de implementação e de homologação através de correções e ajustes antes da implantação
Equipe de testes: profissionais responsáveis pela garantia da qualidade da solução. Verifica a aderência da solução à especificação funcional, sendo responsáveis pelo planejamento, elaboração e aplicação de roteiros de testes. Envolve-se nas etapas de implementação e homologação
Representante Funcional/Participantes do Processo: participam das etapas de Proposição de Melhorias para definir os requisitos e de Implementação para o detalhamento. Responsáveis pela homologação, validando a solução frente às expectativas e necessidades do negócio, através da verificação da aderência aos requisitos

OUTROS PAPÉIS IMPORTANTES NO GERENCIAMENTO POR PROCESSOS

Além disso, temos também papéis que costumam ser transversais, que dependendo do contexto e do papel podem se envolver em uma, algumas ou em todas as etapas:

Patrocinador e Dono do Processo: orientam sobre os objetivos da iniciativa e e asseguram que o resultado de cada uma das etapas estão adequados e alinhados aos objetivos da organização
Cliente: apoiando o levantamento e definições sobre o valor a ser entregue pelo processo, expectativas de custo e qualidade
Designer de processos: atuando em conjunto com o Analista de Processos, focado na elaboração da representação gráfica dos processos
Arquiteto de Processos: responsável pela governança e manutenção do repositório de processos

Perceba que as definições acima refletem cenários comuns de ocorrer nas organizações, mas que não precisam ser seguidos à risca. Alguns exemplos em que é natural, e até esperado, existirem diferenças:

  • É muito frequente que algumas pessoas acumulem papéis/funções. Por exemplo:
    • O Dono do Processo também atua como Representante Funcional de alguma parte do processo
    • O Analista de Sistemas também é o responsável pelos testes
    • etc
  • Podemos ter projetos mais simples, em que não será necessária a participação de um ou mais papéis. Por exemplo, numa automação de processos com poucas integrações com sistemas externos, pode não ser necessária a participação de um Arquiteto de Sistemas
  • Se estamos falando de uma organização que está começando sua iniciativa de BPM, alguns papéis podem nem existir ainda, e precisarão ser definidos posteriormente, como costuma ser o caso do Dono do Processo

No final de contas, independente da quantidade de pessoas, nome dos papéis e quais papéis se deseja envolver formalmente na iniciativa, o importante é todas as pessoas chave estarem envolvidas, bem como todas as informações necessárias estarem disponíveis. Da nossa experiência, estes fatores aumentam consideravelmente as chances de um projeto de sucesso. :-)

 

Seja o profissional que vai liderar a Transformação Digital nos negócios da sua empresa

A equipe da iProcess orgulhosamente apresenta o curso de
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Webinar – Automação de Processos pela Área de Negócio: Oportunidades e Desafios

A necessidade de se reinventar exige das organizações melhorias constantes em seus processos em prazos cada vez menores. Nesse contexto, a recorrente de falta de recursos da TI e a complexidade cada vez maior dos sistemas de informações levam as organizações a buscar alternativas simples e leves de desenvolvimento que possam ser conduzidas pela própria área de negócio. A automação de processos através de BPMS oferece esta alternativa, mas será que esta promessa realmente pode ser cumprida? Até onde uma área de negócio consegue conduzir com um projeto de automação e em que momento ela volta a necessitar da TI? Que funcionalidades uma ferramenta de automação deve oferecer para atender a estes requisitos? Quais as características ideais de um processo a ser automatizado pela área de negócio?

A resposta a estas e outras perguntas foram apresentadas neste webinar apresentado no dia 18/09 e agora disponibilizado para todos que não puderam assistir ao vivo.

Aos que participaram da transmissão ao vivo, um muito obrigado em nome do time da iProcess!

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: No caso de uma empresa não possuir ainda uma “maturidade em Processos” e nem “recursos para adquirir ferramenta / plataforma BPMS” , que dicas você daria para iniciar um trabalho com foco em gestão por processos nesse tipo de empresa?
Resposta: Para a maioria dos casos, a sugestão é sempre a mesma: Escolher muito bem o processo, planejar projetos que tenham potencial de dar um retorno rápido e potencial para trazer retorno aos investimentos realizados. Existem atualmente inúmeras soluções de BPMS que funcionam na modalidade de aluguel em nuvem que tem custos muito competitivos e a maioria das vezes viável para a maioria das empresas, de modo que sugiro também que se avalie estas alternativas mesmo que os recursos estejam extremamente escassos.

Pergunta: Hoje existe software de gestão de pessoal por exemplo que já possuem uma ferramenta de formulários e workflow nativa. Quais as vantagens e desvantagens deste tipo de solução? Ela acaba sendo útil apenas para o RH?
Resposta: Sem querer dar uma resposta genérica que se aplique a todo e qualquer caso, pois cada software possui as suas peculiaridades, diria que as vantagens destas soluções é possivelmente já terem facilidades de integração e compartilhamento de informações com o sistema de origem nativas; e como desvantagem não serem tão genéricas e conectáveis a diversas outras soluções da organização com a mesma facilidade que costuma ter uma solução que foi desenvolvida para trabalhar com toda a organização.

Pergunta: Por que uma integração com outros processos seria “baixar o nivel”? Você quis dizer que seria apenas mais complexo porque estamos falando de negócios ou que seria algo ruim para qualquer tipo de processo?
Resposta: O “baixar o nível” tem o sentido de exigir conhecimento técnico mais especializado, exigindo que o responsável muitas vezes tenha que ter um conhecimento médio ou alto em tecnologia e em seus respectivos padrões tais como XML, XSD, WSDL, SQL, …

Pergunta: Você entende que o BPMS compete com o ERP?
Resposta: Não, entendemos que o BPMS complementa o ERP na medida que o ERP implementa as gestão das informações e suas respectivas regras de negócio e o BPMS permite que estas informações tramitem por toda a empresa e se integrem com outros sistemas legados que não estão contemplados no ERP.

Pergunta: Pela experiência de vocês, gostaria de uma opinião: como fica a gestão dos usuários a partir do momento que a TI a libera o processo de modelagem para área de negócio? A área de negócios fica encarregada de criar grupos, funções, usuários, etc?
Resposta: Irá depender de cada organização e como esta gestão está implementada. Por exemplo, se existe um repositório central de usuários e papéis, como um LDAP ou Activie Directory (AD) corporativo, esta função teria que seguir com a TI. Pode ser também que estas informações fiquem armazenadas num sistema de RH, por exemplo, e o BPMS se integre a este sistema, de modo que esta gestão continuaria sendo feita pelas funcionalidade do sistema de recursos humanos. Contudo, se a organização definir que estas informações serão cadastradas diretamente no BPMS, esta gestão poderia sim ser realizada pela área responsável por manter a ferramenta.

Pergunta: Quais os principais drivers de ganho com a implantação do BPMS?
Resposta Convido você para responder esta pergunta a assistir o Webinar O que a automatização pode fazer pelos seus processos de negócio? e diversos outros artigos e vídeos existentes no blog da iProcess.

Pergunta:  Com o BPMS da Oracle, consigo uma automação pela área de negócio? Ou é muito complexo?
Resposta: A solução Oracle Process Cloud Service tem inúmeras funcionalidades que facilitam a implementação pelas áreas de negócio. Convido vocês a conhecerem estas funcionalidades em http://iprocess.com.br/tecnologias/oracle-process-cloud-services/ e se desejarem, nos contactarem para obter maiores detalhes.

Pergunta: Quais ferramentas temos hoje no mercado que possuam alguma maturidade e confiança?
Resposta: São inúmeras ferramentas que existem hoje no mercado, seria simplista de nossa parte simplesmente dar uma lista de quais são ou não são confiáveis. Contudo, o que podemos afirmar é que confiamos nas ferramentas que utilizamos em nossos projetos, vocês podem conhecê-las em http://iprocess.com.br/tecnologias/.
Também convido-os a conhecer o nosso Kit de Seleção de plataformas para saber um pouco mais sobre cada uma delas.

Pergunta: Como está a aceitação do mercado para investir em BPMS?
Resposta: Como trabalho há 18 anos com soluções de automação de processos e trabalho há 16 anos na iProcess, posso lhe dizer com tranquilidade que está num momento de forte aquecimento, que atualmente só não é maior porque questões financeiras pela qual passa o Brasil.

 

Webinar – Do Modelo TO BE para a Automação – o que é preciso repensar sobre o processo

Neste webinar, apresentado por Kelly Sganderla em 25/08/16, compartilhamos nosso expertise e experiência sobre a importância de realizar um redesenho tecnológico do TO BE, considerando aspectos importantes sobre a visão de processo e visão sistêmica da Solução.

Aos que participaram da transmissão ao vivo, um muito obrigado em nome do time da iProcess!

Os slides utilizados na apresentação também estão disponíveis no SlideShare:
http://www.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/webinar-iprocess-do-modelo-to-be-para-a-automao-um-repensar-sobre-o-processo

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: Para automatizar processos e adotarmos um BPMS, temos uma etapa que é a escolha da ferramenta BPMS. Devemos ter ações paralelas para definir junto ao cliente qual BPMS a ser adotado, caso o cliente não tenha definido qual a ferramenta a utilizar? Que dificuldades afetam o projeto (redesenho e automação) na escolha da ferramenta?
Certamente uma etapa importante na automatização de processos é a escolha de uma da suíte de BPM (BPMS). Dificilmente, porém, a organização irá adquirir um BPMS para automatizar um processo específico, pois este tipo de ferramenta é uma plataforma para automação e controle dos processos da organização. A escolha da plataforma para a gestão de processos é uma decisão corporativa. Cada solução disponível no mercado tem seus pontos fortes e fracos, e seus recursos precisam ser avaliados em relação às necessidades da organização, como sua estrutura, cultura organizacional e planos atuais e futuros para os processos da empresa. A escolha da ferramenta pode impactar diretamente no projeto de automação, pois de acordo com os recursos e funcionalidades disponíveis no produto, o redesenho tecnológico do processo pode mudar.
A iProcess Education lançou recentemente um Kit de Avaliação de plataformas de BPM com vídeo aulas e planilhas de templates para comparação e avaliação de aderência de produtos a centenas de requisitos que precisam ser considerados nesta avaliação, entre as quais os recursos que o produto disponibiliza para o desenvolvimento da automatização do processo.
Para saber mais, visite a página: www.iprocesseducation.com.br/avaliacao_plataformas_BPM

 

Pergunta: Trabalhar o TO-BE significa custo, para empresa como o todo, ainda mais como o TO-Be tecnologico que aparentemente gera mais custo. Tem algum valor de beneficio entre o TO-BE e o TO-BE tecnologico?
A melhoria de processos não deve ser vista como um custo, mas como um investimento. Assim, não devemos avaliar o valor e os benefícios do redesenho de processos pelo custo deste trabalho, e sim pelo seu potencial de retorno do investimento. O redesenho tecnológico possibilita criar uma nova visão de futuro (TO BE) que ao ser comparada com a situação atual nos apresentará que ganhos teremos no processo em termos de redução de custos da sua execução, redução da duração do processo e melhoria na qualidade e produtividade. Isto é fundamental para o cálculo do ROI do projeto – um tema que trabalhamos muito fortemente nos nossos treinamentos do Ciclo BPM.

 

Pergunta: Se a TI não conhece a ferramenta a empresa auxilia neste trabalho a 4 mãos?
Se a equipe que fará o desenvolvimento para a automação do processo não conhece a ferramenta, há um risco bastante elevado de definições sobre o processo não serem viáveis de automação com o produto escolhido, ocasionando necessidades de mudança do processo e do escopo de trabalho durante o projeto – o que no final das contas poderá aumentar o seu custo de implementação. Neste caso, o ideal é contar com um apoio do fabricante ou de consultoria especializada que conheça bem o produto, para realizar este redesenho tecnológico do TO BE.

 

Pergunta: Eu gostaria de rever os slides que falam sobre analista de negócio e de TI agora do final da apresentação.
Os slides utilizados na apresentação estão disponíveis no link do slideshare acima e você também pode rever esta parte da apresentação no vídeo gravado!

Webinar – Erros & Acertos do uso de BPMS no Brasil

Esta é a gravação do primeiro Webinar da série lançada este ano pela iProcess, através do qual compartilhamos nosso expertise e experiência em gestão por processos.
Aos que participaram da transmissão ao vivo, um muito obrigado em nome do time da iProcess!

 

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Assisti a uma palestra há algumas semanas onde a abordagem quanto ao termo de automação foi questionado, ou seja, a tendência é não utilizarmos mais o termo devido às plataformas atuais: celular, sistemas legados, workflow etc. Qual a sua opinião sobre essa colocação, um pouco superficial, mas que preocupa?

Resposta: De parte da iProcess, não nos preocupa se o termo a ser utilizado é automação, automatização, digitalização, … e sim que possamos viabilizar a melhoria de processos através da tecnologia. 

Como saber qual é a melhor área para fazer um protótipo de modelagem?

Resposta: Certamente a escolha do prirmeiro processo a ser modelado ou redesenhado na organização é muito importante para o sucesso da continuidade destas iniciativas. Convido a vocês a assistirem a um webinar em que falamos do assunto: Webinares iProcess 2014 – Primeiros Passos em BPM: Os desafios do primeiro projeto e Webinares iProcess 2014 – Primeiros Passos em BPM: da Venda Interna ao Primeiro Processo.

A base de automação é via BPA?

Resposta: O BPA é uma solução para a modelagem de processos pelo escritório de processos onde são armazenados os processos na visão de negócio. A partir desta visão o processo precisa ser detalhado para um modelo orientado à automação para que possa ser implementado em uma ferramenta de BPMS.

Eduardo, você tem como demonstrar um contexto referente ao item 11? De fato, esse é um problema quando você apresenta uma solução para o cliente?

Resposta: O item “#11 Achar que o processo irá substituir as aplicações” traz uma situação muito comum nas organizações de acreditarem que o BPMS compete com o sistema legado. A grande confusão acontece quando pensamos no BPMS substituindo pequenos formulários e cadastros que existem em sistemas periféricos, pois esta substituição pode até se mostrar viável tecnicamente. Contudo, quando falamos de sistemas mais robustos, como um sistema de RH, financeiro, de planejamento da produção, … normalmente fica mais claro para o cliente que o BPMS tem o objetivo de orquestrar a tramitação dos processos e não de substituir funcionalidades como a emissão de uma nota fiscal ou o cálculo de uma folha de pagamento.

Existe alguma ferramenta que permita modelar o processo e os DADOS que fluem no processo?

Resposta: Todas as ferramentas de automação trabalham com o conceito de modelar o processo e, ao mesmo tempo, modelar os dados que vão trafegar no processo. O que difere uma da outra é a forma como esta modelagem é feita. Algumas tem a parte de modelagem de dados bastante explícita e separada de outras etapas do processo de desenvolvimento (praticamente a definição de tabelas de dados relacionadas ao processo), já em outras esta associação é mais sutil, onde são definidos objetos simples de dados.

O mapeamento dos processos são utilizados pelo sistema de automação? Percebi que todos os desenhos foram feitos no Bizagi, tendo os processos no visio é fácil fazer essa conversão?

Resposta: Sim, a base inicial em toda ferramenta de automação de processos é ter o processo modelado dentro da ferramenta. Em muitas delas, existem recursos de importação de processos de outras ferramentas, então é possível modelar o processo em uma ferramenta (ex: Visio) e importar o mesmo na ferramenta de automação.

Você citou que a iProcess tem uma relação de requisitos (centenas) para implementação de BPMS. Essa relação pode ser compartilhada aqui?

Resposta: Esta relação é um dos produtos de consultorias que a iProcess oferece no mercado. Estamos lançando, inclusive, neste mês de agosto um pacote de seleção de plataformas que permitirá que as empresas interessadas na seleção de uma plataforma de BPMS sejam preparadas para esta seleção através de um curso EAD, conheçam esta planilha e recebam diversas soluções conhecidas de mercado já avaliadas pela iProcess.

É possível termos acesso a um case ou a uma empresa para a qual a iprocess implantou uma solução desde o levantamento até a modelagem e “automação”? Gostaria de ter uma visão mais aprofundada sobre essa solução, principalmente, sobre usar um Bizagi na modelagem e usar uma ferramenta BPMS.

Resposta: Teremos o maior prazer de compartilhar cases da iProcess sobre projetos que foram da modelagem até a automação, entre em contato conosco que poderemos conversar a respeito.

De forma geral, você acha que o mercado Brasileiro tem maturidade para automação de Processos?

Resposta: Com certeza. Na verdade já existem empresas brasileiras automatizando processos há muitos anos, desde o tempo em que as ferramentas de automação de processos eram mais simples, chamadas simplesmente de Workflow. E cada vez mais empresas procuram esta iniciativa para facilitar a execução e controle dos processos. Porém, o que acontece é que algumas empresas acham que a automação de processos é a solução para todos os seus problemas, e isso nem sempre é verdade. A realização de etapas de modelagem, análise (para identificar os pontos fracos) e melhoria de processos deveriam sempre ser realizadas antes da automação, sendo que a automação só poderia ser executada diretamente se o processo já é conhecido, correto e está funcionando bem, apenas com oportunidades de melhorar sua eficiência com o uso da tecnologia.

Das 30 ferramentas, quais você considera mais eficiente, com alta usabilidade e que colabora para uma melhor visualização do desenho do processo?

Resposta: As soluções hoje de mercado tem diferenças de funcionalidade muito significativa. Não existe uma ferramenta que se destaque em relação a outras como temos, por exemplo, um Microsoft Word que é preferido pela maioria das pessoas quando o assunto é editor de texto. Por isso que é fundamental a avaliação de quais os requisitos que a empresa tem necessidade, para que somente depois a seleção da plataforma seja realizada.

As ferramentas de BPM oferecem suporte para análise das métricas ou é necessário a compra de uma ferramenta de análise a parte?

Resposta: Normalmente as ferramentas de BPM já vem com um conjunto de indicadores e dashboards padrões, que permitem o monitoramento e acompanhamento da eficiência do processo, como por exemplo tempo médio de execução do processo e atividades, as atividades e usuários que são os maiores gargalos, dentre outros. Dependendo da ferramenta, é possível criar relatórios/dashboards customizados, para indicadores específicos de negócio da organização. Além disso, algumas plataformas oferecem ainda a possibilidade de adquirir uma ferramenta epecífica de BAM (Business Activity Monitoring), voltada especificamente para o monitoramento de indicadores em tempo real.

O que você pode comentar acerca da utilidade de uso da modelagem com BPMN para apresentar a orquestração de web services?

Resposta: Se estamos falando especificamente de modelagem de processos, BPMN pode ser usada para representar quaisquer processos ou situações de negócio desejados. Existem elementos da notação que servem para representar integrações e chamadas de serviços, neste sentido a notação poderia sim ser utilizada para repreentar um processo puramente de orquestração de web services. Além disso, existe outros diagramas presente na versão 2.0 da notação, que é o Diagrama de Coreografia, que se aplica também para representar orquestração de serviços.

Como obter informações adicionais sobre o curso de modelagem para automação?

Resposta: Por favor, acesso a página da iProcess Education (www.iprocesseducation.com.br) e conheça os nossos cursos.

O levantamento de requisitos para automação é próximo ao levantamento de requisitos para implantação de sistemas?

Resposta: Com certeza. Ambos compartilham conceitos e metodologia de levantamento. O que difere é a definição dos requisitos da solução, que no caso de automação de processos é guiada sempre pelo levantamento e modelagem do processo, enquanto que no levantamento convencional é guiado através de casos de uso e necessidades específicas de aplicação.

Como é comercializado o produto citado por vocês, de relação de requisitos para adoção de um BPMS?

Resposta: Trabalhamos tanto com uma consultoria de seleção de plataformas sob medida para a sua organização como também através de um pacote contendo um curso de seleção, a planilha preenchida e uma série de ferramentas já avaliadas.

Processos com integração com outros sistemas os campos de integração e e os mock ups devem ser feitos antes de implementar no sistema as entidades ?

Resposta: É fundamental que no momento que se identifique a necessidade e viabilidade de uma determinada integração do processo com um sistema, que a assinatura desta integração seja acordada entre a equipe de processos e a equipe do sistema. Neste caso, caberá a equipe do sistema garantir que a assinatura acordada pode ser disponibilizada, mesmo que ainda existam pendências técnicas do lado do sistema para a sua disponibilização.