Convite: Lançamento do curso Nacional sobre RPA – Do Planejamento à Gestão: Como implantar uma força de trabalho digital

Devido a grande procura após o sucesso da nossa primeira turma de 2019 sobre RPA (Robotic Process Automation) – Do Planejamento à Gestão: Como implantar uma força de trabalho digital realizado em São Paulo, o grande número de downloads do nosso e-book sobre RPAdo grande interesse no Webinar sobre BPM + RPA, a iProcess atende a pedidos e lança esse treinamento a nível nacional.

As empresas estão buscando cada vez mais respostas para os principais desafios do uso de robôs em seus processos de negócio

E participando deste curso você irá aprender:

  • O que são trabalhadores digitais, como funcionam seus componentes e como se diferem das soluções de robotização disponíveis no mercado.
  • Como Identificar processos na organização candidatos à robotização e avaliar quais trarão os melhores resultados na implantação de uma força de trabalho digital.
  • Como avaliar o Retorno de Investimento (ROI) da robotização e os processos candidatos à robotização.
  • Como desenvolver, planejar e viabilizar um roadmap de robotização dos processos da organização.
  • Quais as etapas de um projeto de automação e seus principais desafios.
  • Como modelar e especificar os processos para obter o melhor desempenho possível do robô.
  • Como utilizar as capacidades complementares ao RPA para expandir o potencial do trabalhador.
  • Qual a relação dos Processos de Robotização com os Processos de Negócio e como obter o melhores resultados unindo a visão de BPM com a visão de RPA.
  • Porque a governança é essenciais a medida que crescem as iniciativas de RPA.
  • Quais os principais processos e padrões necessários para a Implantação de um Centro de Excelência de RPA (CoE RPA).

Entre os meses de abril e maio estaremos em:

  • 15/04 a 16/04  |  Manhã e Tarde  |  Porto Alegre / RS
  • 24/04 a 25/04  |  Manhã e Tarde  |  São Paulo / SP
  • 08/05 a 09/05  |  Manhã e Tarde  |  Rio de Janeiro / RJ
  • 22/05 a 23/05  |  Manhã e Tarde  |  Brasília / DF

As vagas são limitadas, então garanta logo a sua!

Você também receberá:

  • Rico material referencial para evolução dos seus estudos em RPA.
  • Manual de treinamento.
  • Certificado de Participação.

Conheça os nossos instrutores:

Eduardo Britto –
Diretor de Consultoria da iProcess, atua há mais de 20 anos nas áreas de BPM, Workflow e ECM/GED. Bacharel e Mestre em Ciência da Computação pela UFRGS.

Kelly Sganderla –
Consultora de Processos de negócio há 16 anos na iProcess, atua profissionalmente em consultorias na gestão de processos, implantando processos de negócio nas áreas de varejo, crédito financeiro, logística, gestão de documentos entre outros.

Porque a iProcess é a melhor escolha:

  • A iProcess Education é a unidade de formação em BPM da iProcess, uma consultoria de processos referência no Brasil com mais de 18 anos de experiência em projetos de automatização de processos.
  • Este curso traz para o tema uma visão holística que une a eficácia da transformação dos processos de negócio (BPM) com a eficiência alcançada através do uso de trabalhadores digitais (RPA).
  • Nossos instrutores atuam no dia-a-dia de projetos, o que possibilita uma rica experiência de troca de ideias e apresentação de casos reais relacionados ao conteúdo apresentado.
  • A iProcess é uma das consultorias de processos mais premiadas no Brasil, com duas medalhas de ouro e uma de prata na principal premiação internacional de casos de excelência em aplicação de BPM (WARIA Workfow/BPM Awards).

Lembre-se que se a sua empresa hoje não está pensando na adoção desta tecnologia, ela possivelmente esteja atrasada em relação aos seus concorrentes. E que, se você não está avaliando a adoção de um trabalhador digital agora, logo em seguida você precisará avaliar.

Então não perca essa oportunidade e garanta logo sua vaga!

Webinar: BPM + RPA: Como unir a eficácia da Transformação com a eficiência da Robotização

Neste webinar, apresentado por nosso diretor Eduardo Britto, falamos sobre o tema BPM + RPA: Como unir a eficácia da Transformação com a eficiência da Robotização – demostrando os principais problemas e desafios de adotarmos soluções de robotização (RPA) sem ter uma visão de Processo (BPM) e como podemos traçar uma estratégia de sucesso unindo iniciativas de processos e robotização na busca pela excelência das organizações.

Confira aqui o vídeo gravado e as respostas para as perguntas enviadas durante o evento!

Slides da apresentação estão disponíveis em nosso SlideShare.

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: Qual plataforma de RPA a iProcess utiliza?

A iProcess atualmente é parceira da Automation Anywhere e da uiPath, as duas plataformas que há dois anos tem sido lideres no quadrante mágico da Forrester sobre RPA.

Pergunta: ​Qual a ferramenta para definir os processos, factíveis de robotização?

A iProcess possui uma metodologia de diagnóstico de processos candidatos à robotização, que aplicamos em trabalhos de consultoria ao longo de uma a duas semanas de avaliação em média. O passo a passo desta metodologia e como fazemos isso é um dos tópicos do nosso curso “RPA: do Planejamento à Gestão – Como implantar uma força de trabalho digital” que terá 4 turmas nas principais capitais agora em abril.

Pergunta: Existem algumas sugestões suas para empresas que estão implantando BPMS e Robô, porém, sofrem internamente com desconfiança e até falta de patrocínio das áreas e pessoas?

Tanto para as iniciativas de BPM como para as iniciativas de RPA, o patrocínio é um dos aspectos mais importantes e fundamentais para o sucesso destas iniciativas. É muito difícil implantar com sucesso qualquer projeto desta natureza sem patrocínio, e neste caso, a melhor recomendação é buscar um bom piloto na qual haja este patrocínio e aceitação e fazer, deste caso de sucesso, o meio para alavancar novas oportunidades.

Pergunta: Quando utilizamos macros em excel podemos falar que é uma forma de RPA e como o mercado vê esta prática em sua opinião?

Podemos dizer que a macro Excel é uma forma de automação, mas não de RPA. O RPA traz consigo o conceito de plataforma de robotização, onde existe uma linguagem própria de robotização, existem ambientes distintos de desenvolvimento e produção, existe um ambiente controlado onde é possível controlar o que está sendo executado ou já foi executado, os scripts dos robôs possuem um controle de versão e o acesso a estes é determinado por usuários com direito de acesso a eles.

Pergunta: RPA é sinônimo de programação, por exemplo, javascript?

Não, como mencionei na resposta acima, RPA é uma plataforma de robotização onde uma série de conceitos e preocupações de governança estão inseridos. Maiores informações podem ser obtidas em nosso Blog, no nosso E-book e neste webinar onde apresentamos os conceitos de RPA.

Pergunta: Eu trabalho com fluxo BPMN e RPA e gostaria de saber se o fluxo deve ser básico ou se pode ser mais elaborado, devido eu já estar colocando todas as informações na especificação funcional?

Não existe um padrão específico para a documentação de fluxos de RPA. Alguns fazem esta documentação diretamente no BPMN e nos atributos descritivos da ferramenta, outros preferem gravar vídeos e outros ainda geram extensas documentações mostrando o passo a passo. O importante é que a documentação seja clara o suficiente para que o leitor tenha condições de entender as regras de funcionamento do processo, das aplicações envolvidas e das exceções tratadas.

Pergunta: ​Essa simulação que apresentou sobre cadastro da oportunidade, quanto tempo em média leva para montar um fluxo completo desse BPMS+RPA?

O desenvolvimento de um robô simples, considerando somente a sua programação numa plataforma de RPA, é muito rápida, podendo levar no exemplo que apresentamos algo em torno de 1 a 2 dias. O que temos que ter em mente, contudo, é que um projeto completo de robotização não leva em consideração somente a implementação do robô, mas também a busca dos acessos às aplicações e aos dados que serão utilizados, a análise e modelagem, especificação, criação de roteiros de testes, homologação, produção, estabilização, entre outras atividades. As etapas envolvidas em um projeto de automação são discutidas no nosso curso “RPA: do Planejamento à Gestão – Como implantar uma força de trabalho digital” que terá 4 turmas nas principais capitais agora em abril.

Não quer perder nenhum post novo do Blog? Inscreva-se agora!

Curso Inédito ensina as organizações a Implantar uma Força de Trabalho Digital (Robôs)

A adoção de trabalhadores digitais cada vez mais inteligentes tem trazido às organizações uma oportunidade única de redução de custos aliada com o aumenta da eficiência. Reconhecida como uma das grandes tendências tecnológicas dos próximos anos, a implantação de plataformas de RPA(Robotic Process Automation) envolve desafios que vão desde a avaliação correta dos processos com maior potencial de robotização até a estratégia e implementação deste novo modelo.

A gestão desta nova força de trabalho, os desafios de termos um volume cada vez maior de atividades realizadas por robôs e as necessidades de governança para gerir esta nova realidade são necessidades latentes para as empresas que vão para este caminho.

A sua empresa está preparada para esta jornada?

Para responder a esta e a outras perguntas, a iProcess está lançando em São Paulo o curso RPA: Do planejamento à gestão – Como implantar uma força de trabalho digital.

Participe deste curso e obtenha uma visão ampla e abrangente sobre os principais desafios da adoção do trabalhador digital de forma a trazer orientações eficazes sobre como conduzir, implementar e implantar uma força de trabalho digital.

Público Alvo
Analistas, coordenadores e gerentes das áreas de negócio que tem interesse em implantar soluções de robotização e profissionais das áreas de processos e tecnologia da informação.

Turma São Paulo/SP
De 27 a 28 de fevereiro

Para maiores informações Clique Aqui. 

E se você quer saber mais sobre o que é RPA (Robotic Process Automation), baixe o nosso e-book ou assista ao nosso webinar sobre o assunto.

Afinal, quem é o Dono do Processo?

Ah…, se você chegou a este artigo, é porque esta pergunta já passou por você. Na verdade, esta pergunta passa por todas as organizações que se dispoem a praticar o Gerenciamento por Processos de Negócio.

As melhores práticas de gerenciamento de processos recomendam que para todo Processo de Negócio exista um Dono do Processo.

O BPM CBoK – Corpo Comum de Conhecimento sobre BPM, comenta dentro do tema de Gerenciamento de Processos de Negócio que a implementação do Business Process Management exige a introdução de novos papéis na organização. O mais emblemático entre eles, sem dúvida, é o do Dono do Processo.

“O Dono do Processo é um papel central em uma implementação de Business Process Management e tem atribuído a si a responsabilidade geral pelo gerenciamento ponta-a-ponta de um ou mais processos de negócios (…),  responsável por garantir que o processo atenda às expectativas de desempenho em termos de eficácia e eficiência estabelecidas.”
– BPM CBoK v3.1 – 2.2.10.1 – Dono do Processo

 

Então como determinar o Dono de um Processo?

A principal dificuldade está talvez na própria terminologia empregada. O termo “Dono do Processo” deriva da tradução literal “Process Owner“, empregada internacionalmente. Diferente do termo “Dono”, que em português tem uma conotação forte de posse, a expressão “Owner” em inglês caracteriza mais o sentido de propriedade.

Entendemos que o dono do processo não é um cargo ou uma função organizacional, mas um papel, ao qual são atribuídas responsabilidades de nível estratégico.

Aqui vão algumas dicas para identificar o Dono do Processo/Process Owner de um processo de negócio:

  1. O Dono do Processo é um Papel Estratégico
    O Dono do processo é responsável pelo desempenho de um Processo de Negócio de ponta-a-ponta.
    Pode ser, por exemplo, o processo de Produção de uma fábrica de escova de dentes. O Processo de Produção envolve atividades que vão do planejamento de produção para atender às expectativas de vendas, até a logística de distribuição dos produtos.
    Isto envolve não apenas as atividades executadas pela equipe que comanda as máquinas no chão de fábrica, mas também as de planejamento comercial controle de qualidade, gestão de não conformidades, almoxarifado, manutenção, logística, entre outros.
    O Dono do Processo tem como principal responsabilidade monitorar o desempenho do processo (está tudo dentro das conformidades?) e responder pelas variações do processo de forma que terá que tomar decisões estratégicas – como investimentos, cortes, etc sobre o processo visando garantir seu melhor desempenho. Portanto, precisa ser imbuído de autoridade sobre as equipes envolvidas.
  2. Ser Dono do Processo não significa ser “Dono da coisa toda”
    Um processo ponta a ponta costuma ser um fluxo com grande número de atividades, envolvendo diversas áreas funcionais e etapas de execução.
    É comum que, em uma arquitetura de processos, estas etapas sejam desdobradas em Subprocessos. Além disso, os Processos de Suporte executados pela organização para suportar o Processo de Negócio ponta a ponta também fazem parte e contribuem para o seu desempenho.
    Cada um desses processos também requer gerenciamento e monitoramento, geralmente em um nível mais tático. Essa costuma ser a atribuição de um outro papel – o de Gerente do Processo.
    Por isso, ao definir responsabilidades, considere se não está tentando atribuir responsabilidades de Dono de Processo a um processo que na verdade é parte de algo maior.
  3. O Dono do Processo não precisa ser uma pessoa só
    Em algumas organizações o Dono do Processo pode ser um comitê formado pelos Gerentes ou Diretores das principais áreas envolvidas.

O dono do processo é um papel que surge com a maturidade da prática de BPM na organização.

 

Internet das Coisas e a Inovação em Processos

Não é à toa que a internet é um elemento fundamental nesta nova revolução tecnológica pela qual nossa geração está passando. Ela começou como uma rede interconectada de computadores com o objetivo de facilitar a comunicação entre pesquisadores, pessoas e negócios. O objetivo inicial da rede era a troca de informações e dados.

Mas com a ampliação da rede, interconectando globalmente praticamente todos os computadores do mundo, com o desenvolvimento de dispositivos eletrônicos cada vez mais sofisticados e com a inovação em áreas como inteligência artificial, sensores sem fio e nanotecnologia, a internet tornou-se também um protocolo de comunicação para conectar diversos objetos usados no dia a dia, como eletrodomésticos, portáteis, máquinas industriais, edifícios, meios de transporte e outros itens.

Esta é a Internet das Coisas, ou Internet of Things (IoT).

Nesta nova forma de internet, não apenas os computadores, mas qualquer equipamento que possa conectar-se e que possua a capacidade de transmitir dados à rede, poderá ter um identificador para reconhecê-lo de forma única na internet. A internet das coisas possibilita acessar ou operar remotamente, de qualquer lugar do planeta, qualquer dispositivo que possa ser encontrado e esteja conectado, praticamente eliminando as restrições físicas para acessá-lo. Imagine as possibilidades!

De acordo com pesquisa realizada pela KPMG em 2015, a Internet das Coisas (IOT), juntamente com as tecnologias de infraestrutura na nuvem, são as tendências tecnológicas que possibilitarão maior impacto na transformação dos negócios.

Com o aumento da conectividade, novas formas de interação com os processos da organização precisam ser criadas, viabilizando ganhos significativos para as organizações, como, por exemplo:

  • a melhoria da experiência de clientes e colaboradores,
  • redução do tempo de time-to-market dos produtos,
  • ganho de inteligência na logística e varejo,
  • aumento significativo da produtividade
  • e redução de custos com a simplificação de processos.

A internet das coisas está afetando os processos de todas as organizações.
Ela estará em nossas casas, afetando os processos dos negócios relacionados a consumo.
Ela estará em nossos dispositivos wearables, monitorando nosso bem estar e afetando os processos dos negócios de organizações da área da saúde.
Ela estará na infraestrutura das cidades, impactando os processos das instituições públicas.

Com tantas possibilidades de dispositivos conectados comunicando-se com nossos negócios, temos uma nova dimensão de participantes que podem ser envolvidos, bem como uma grande variedade de eventos que precisarão ser detectados e tratados pela organização através de seus processos.

Não se trata apenas de pessoas acessando uma lista de tarefas para realizar suas atividades, mas dispositivos com capacidade de se conectar e enviar informações para a rede, utilizando sensores para detectar eventos e realizar ações em resposta a estes eventos.

Algumas transformações já podem ser vistas nos negócios hoje graças à IoT.

No varejo, inovações com IoT já são uma realidade:

  • Supermercados já disponibilizam carrinhos de compra inteligentes. Cada produto é identificado com uma etiqueta eletrônica, e ao colocar os produtos dentro do carrinho o sistema já calcula e mostra ao cliente como estão indo suas compras. Além disso, pode inteligentemente mostrar promoções relacionadas aos produtos selecionados, como por exemplo: se o cliente colocar no carrinho um pacote de amendoim tostado, uma tela no carrinho pode informá-lo sobre a promoção de que, comprando 3 pacotes, terá 15% de desconto em alguma marca de cerveja. A informação dos produtos vendidos e suas combinações são informações que podem alimentar a equipe de marketing a criar novas promoções para alavancar a venda de outros produtos.
  • Esta tecnologia também viabiliza a opção de pagamento por auto-atendimento para os clientes que não fazem questão de passar por caixas com atendimento humano, agilizando o processo de vendas e reduzindo custos da operação.
  • As prateleiras também podem ter sensores, e à medida que os produtos vão sendo retirados pelos clientes, a reposição de estoque pode ir monitorando a saída de produtos e sinalizando a necessidade de reposição de itens, evitando o risco de perda de negócios por ruptura.

Assim, percebemos que diversos processos precisam ser redesenhados para se adaptarem a estes eventos: os processos de venda ao cliente, marketing e reposição são diretamente afetados, e outros processos de suporte também são indiretamente afetados, como logística de estoque, compras, e etc.

Estes são casos atuais, e uma boa inspiração para novas ideias em nossos negócios.

Percebemos que ao combinar BPM e a IoT, tornamos possível que os processos sejam definidos para tratar o grande volume de informações e eventos que serão gerados pelos objetos conectados, possibilitando resposta rápida para cada um deles.

Em outro exemplo já bem conhecido, podemos ter uma geladeira inteligente na casa, com a capacidade de detectar a falta de produtos e emitir automaticamente uma solicitação de compra pela internet, para um determinado supermercado.

Você já viu aí a oportunidade de oferecer um serviço que possa ser consumido pela geladeira, com um processo que identifique os mercados mais próximos, envie a lista de compras e retorne com os melhores valores e avaliações? Eu vi!

Neste caso o gatilho para iniciar o processo de cotação e compra não é um ser humano presente no supermercado, ou alguém solicitando produtos pela internet/telefone. E sim um dispositivo (uma “coisa”) detectando a falta de algo e solicitando automaticamente uma nova compra. A solicitação de nova compra poderia ser um processo automatizado no BPMS, cuja atividades seguinte no processo seria: confirmar se todos os produtos solicitados existem em estoque, acionar os drones para fazer a separação dos produtos (a Amazon já faz isso!), acomodar os produtos na caixa para entrega, marcá-la com o endereço para onde devem ser levados, acionar o serviço de logística, realizar o faturamento e confirmar o processamento do pagamento. E quem sabe, ao final, enviar uma mensagem de agradecimento ao cliente fiel :)

Outro cenário possível: imagine que os sensores de impacto/colisão do seu carro (como os que já existem em diversos modelos), utilizem os recursos de conectividade do veículo para avisar que um acidente ocorreu, acionando as autoridades competentes, como Polícia e SAMU. Ao mesmo tempo, a seguradora poderia ser acionada, iniciando um processo de sinistro, em que a primeira atividade é um contato com o segurado para verificar o que ocorreu e tomar as primeiras ações cabíveis.

E as possibilidades não se limitam a essas ideias. De acordo com uma projeção realizada pela CompTIA, o número de novas “coisas” conectadas à internet vem crescendo a um ritmo de quase 25% ao ano.

Cedo ou tarde, os dispositivos conectados à IoT serão parte da transformação do seu negócio.

A Internet das coisas vem ao encontro de um dos principais motivadores da transformação dos processos de negócio das organizações – melhorar a experiência e a jornada do cliente.


Este conteúdo é parte integrante do nosso treinamento TDP – Transformação Digital de Processos. 

Um treinamento oferecido em formato de educação à distância (EAD) desenvolvido pela equipe da iProcess e apresentado pelo Eduardo Britto, com vídeos e atividades para guiá-lo em sua preparação para atuar em projetos de Transformação Digital.

Inscreva-se e amplie seus conhecimentos!

Robotic Process Automation (RPA) & Cloud – A Combinação Perfeita

Já fazem alguns anos que a disponibilização de sistemas em Cloud democratizou e revolucionou a possibilidade das organizações de qualquer tamanho desenvolverem projetos inovadores em seus processos de negócio.

Agora, a adoção de trabalhadores digitais, também conhecidos como Robôs, nas atividades operacionais das empresas tem crescido como uma das principais revoluções tecnológicas em andamento nos processos das organizações.

Os robôs já são uma realidade, já operam ou estão em processo de adoção em grande parte das grandes empresas no Brasil e no exterior. Contudo, como a nuvem, eles são democráticos, e tem aplicação de negócio com viabilidade econômica em empresas de pequeno, médio e grande porte, como a iProcess pode acompanhar em dezenas de empresas em que viu a adoção desta plataforma.

Se sozinhas estas tecnologias já são capazes de revolucionar a forma de fazer negócios nas organizações, imaginem o que elas podem fazer juntas?

É o que veremos neste evento exclusivo que será realizado em São Paulo, e na qual os leitores do nosso blog são nossos convidado!

Confira abaixo a nossa programação:

  1. Welcome
  2. Desmistificando RPA
  3. Adoção do Trabalhador Digital nas Organizações
  4. Arquitetura RPA em Cloud
  5. RPA no Setor Publico
  6. Governança RPA
Data:
Horário:
Cidade:
18 de outubro de 2018
19:00 às 21:00
Spaces Berrini, São Paulo

Ao final do evento faremos uma oxigenação com pizza e cerveja!

Não perca esta oportunidade única de discutir um tema tão importante e impactante para a sua organização.

Vagas limitadas. Inscreva-se já: