Coe RPA – A Governança como peça chave na implantação de uma força de trabalho digital

Para finalizar nossa série de 6 vídeos sobre o tema RPA (Robotic Process Automation) vamos conversar sobre Centro de Excelência – CoE RPA.

Lembrando que até aqui já falamos sobre o conceito de RPA, avaliando tópicos fundamentais que ajudam a identificar os diversos benefícios da implementação do RPA em uma atividade. As razões para adotarmos essa tecnologia. 

As principais características que você precisa conhecer para a automação de um processos atingir o máximo de sua performance e quais são os custos de uma operação robotizada através da análise de ROI (Retorno sobre Investimento).

Em como podemos agregar novas capacidades ao trabalhador digital e como é possível incorporar a inteligência artificial em nossos negócios através de 4 pilares.

Também vimos o case da CMPC, onde mostramos a realidade de processos em um negócio e os dados alcançados em uma implementação de BPM (Business Process Management) e a evolução para a implementação do RPA (Robotic Process Automation)

Agora confira o último vídeo onde mostramos como é possível gerir o crescimento de iniciativas de RPA com sucesso.

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E caso tenha perdido os primeiros vídeos da série, assista agora clicando nos links abaixo:


Gostou da nossa série de vídeos sobre RPA?

Então deixe nos comentários o seu feedback e também sugestões de outros assuntos que você gostaria de assistir nos próximos vídeos.

Motivadores para a Adoção de uma Força de trabalho digital

No segundo vídeo da nossa série sobre RPA (Robotic Process Automation) vamos falar sobre os motivadores para a adoção de uma força de trabalho digital.

Mas quais são as razões para adotarmos a tecnologia de RPA?

Já sabemos que os robôs podem ser mais rápidos e mais baratos para diversos processos, mas existem outras oportunidades de aplicação?

Sim, e neste vídeo mostramos outros benefícios que sua empresa pode alcançar com a implantação de um trabalhador digital através de:

    • Escalabilidade;
    • Como estratégia de crescimento enxuto;
    • Processos mais ágeis;
    • Melhorias na experiência do cliente;
    • Padronização, rastreabilidade e compliance;
    • Redução de erros.

     

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E caso tenha perdido o primeiro do vídeo da série, assista agora clicando no link: [Vídeo 01]  INTRODUÇÃO AO CONCEITO DE RPA

 

Robô não é gente: Diretrizes para modelagem de processos robóticos – Parte 2

Além de nossos artigos postados aqui no Blog da iProcess também continuamos com a nossa nova série de vídeos no Canal do YouTube.

No vídeo anterior – Robô não é gente: Diretrizes para modelagem de processos robóticos – Parte 1, vimos:

  • Quais são as principais diferenças em tarefas realizadas por robôs e pessoas;
  • Quais exceções precisam ser tratadas;
  • As possíveis oportunidades de erros na automação;
  • Super robôs;
  • Método ágil na implementação de novos robôs;
  • O processo perfeito x A primeira versão.

E agora nesta continuação vamos falar sobre 4 características importantes que temos que levar em consideração quando projetamos a automação de uma nova tarefa.

Aproveite o vídeo abaixo e deixe suas dúvidas nos comentários.

Robô não é gente: Diretrizes para modelagem de processos robóticos – Parte 1

A robotização de atividades começa pela identificação dos processos a serem automatizados – tema de nosso vídeo 7 Características Chaves para Processos Candidatos à Robotização.

A partir do momento em que são identificados os processos aptos para a robotização, é muito importante termos clareza sobre o que o robô pode fazer em comparação ao o que uma pessoa faz.

Para quem não está familiarizado com processos de robotização, é muito comum nesta etapa do projeto realizar a simplificação da automatização. Ou seja, achar que o robô fará tudo que uma pessoa faz, de forma muito mais rápida e com menos erros.

Robots Competition With Human

Por isso, é fundamental entendermos quais são as diferenças existentes entre as tarefas feitas por uma pessoa e feita por um robô.

robot and human


Viabilizar a operação do robô poderá envolver adequações no método do trabalho manual, de forma que na modelagem dos processos se faz essencial que as tarefas sejam redesenhadas.

Isso poderá evitar interrupções para solucionar gaps durante a programação do trabalho do robô, e permitirá obter os melhores resultados de agilidade e produtividade.

 

Para entender melhor estes conceitos, acabamos de disponibilizar nosso segundo vídeo desta nova temporada no canal do YouTube, com o tema: Robô não é gente: Diretrizes para modelagem de processo robóticos – Parte 1