Webinar – Transformação Exponencial com BPMS + RPA

Esta semana participamos ao vivo do Lecom Talk e conversamos sobre o tema: Transformação Exponencial com BPMS + RPA.

O webinar foi apresentado por Eduardo Britto, diretor da iProcess, onde foram abordadas questões, como: a junção entre as tecnologias BPMS (Business Process Management System) e RPA (Robotic Process Automation) e o ganho que podemos obter ao pensar na sua aplicação em conjunto numa iniciativa de transformação digital.

Confira aqui a gravação do webinar com as perguntas e respostas enviadas durante o evento!

 

E se você tem interesse em conhecer mais sobre o tema RPA (Robotic Process Automation), já estão abertas as inscrições para as nossas turmas do curso presencial – RPA do Planejamento à Gestão: Como implantar uma força de trabalho digital.

Clique na imagem abaixo para acessar mais informações sobre o curso.

(Você será redirecionado para o nosso site iProcess Education).

 

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Webinar – RPA: Como Viabilizar o Primeiro Projeto de Robotização

Acompanhe a gravação do webinar ao vivo que ocorreu na semana passada em nosso Canal do YouTube sobre o tema: RPA – Como viabilizar o primeiro projeto de robotização.

Neste webinar conversamos sobre assuntos, como:

  • O que é uma força de trabalho digital e como ela pode transformar sua organização.
  • Estratégias para encontrar os processos ideias para uma primeira automação.
  • Como construir um business case que viabilize o projeto Piloto.

Confira aqui o vídeo gravado e as perguntas e respostas que surgiram durante o evento ao vivo. E não esqueça deixar nos comentários suas dúvidas e opiniões sobre o tema.

E se você tem interesse em conhecer mais sobre o tema RPA (Robotic Process Automation), já estão abertas as inscrições para as nossas turmas do curso presencial – RPA do Planejamento à Gestão: Como implantar uma força de trabalho digital.

Clique na imagem abaixo para acessar mais informações sobre o curso. Você será redirecionado para o nosso site iProcess Education.

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Motivadores para a Adoção de uma Força de trabalho digital

No segundo vídeo da nossa série sobre RPA (Robotic Process Automation) vamos falar sobre os motivadores para a adoção de uma força de trabalho digital.

Mas quais são as razões para adotarmos a tecnologia de RPA?

Já sabemos que os robôs podem ser mais rápidos e mais baratos para diversos processos, mas existem outras oportunidades de aplicação?

Sim, e neste vídeo mostramos outros benefícios que sua empresa pode alcançar com a implantação de um trabalhador digital através de:

    • Escalabilidade;
    • Como estratégia de crescimento enxuto;
    • Processos mais ágeis;
    • Melhorias na experiência do cliente;
    • Padronização, rastreabilidade e compliance;
    • Redução de erros.

     

Se você ainda não se cadastrou em nosso mailing, aproveite e clique nesse link https://blog.iprocess.com.br/assine/ e receba em primeira mão os próximos vídeos desta série.

E caso tenha perdido o primeiro do vídeo da série, assista agora clicando no link: [Vídeo 01]  INTRODUÇÃO AO CONCEITO DE RPA

 

Como escolher o primeiro processo de robotização?

E a nossa série de vídeos no canal do YouTube da iProcess continua!

E para você não perder nenhuma novidade, acesse o canal YouTube iProcess, inscreva-se e ative as notificações.

No vídeo anterior, realizamos o webinar: O que é um CoE RPA e porque muito em breve você vai precisar de um. Nele mostramos a necessidade de termos definições claras de governança e quais os principais processos e padrões que a sua empresa precisa estabelecer para viabilizar o crescimento das suas iniciativas de robotização.

Mas caso você esteja iniciando nesta jornada de robotização em sua empresa, a primeira pergunta que você deve fazer é:

Qual processo eu devo escolher para robotizar?

Neste vídeo vamos te ajudar a escolher os processos ideias para liderarem as iniciativas das primeiras robotizações.

Gostou deste vídeo?

Esta e outras discussões sobre a adoção da força de trabalho digital são parte do curso RPA do Planejamento à Gestão: Como implantar uma força de trabalho digital, da iProcess Education.

Confira as próximas turmas e inscreva-se!

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Modelos de Gestão do CoE RPA

Conforme exploramos em um webinar recente sobre CoE RPA, o investimento em robotização comumente inicia com uma experimentação, onde a organização desenvolve e experimenta o primeiro robô.

Como os resultados com ganhos de tempo e liberação de força de trabalho humana em atividades repetitivas são imediatamente percebidas e mensuráveis, o primeiro robô costuma ser a porta de entrada para o crescimento da iniciativa.

Em pouco tempo a iniciativa de robotização tende a se expandir para outras atividades e áreas. Nestes projetos iniciais, começamos a identificar características que devem se transformar em políticas e padrões internos, como os métodos de avaliar se uma tarefa é realmente robotizável, que tecnologias serão usadas, quanto trabalho leva para fazer, como formalizar o entendimento do trabalho do robô, as ações de monitoramento e o gerenciamento de riscos operacionais.

Assim, nos primeiros projetos, entendemos como a iniciativa se encaixa dentro da cultura e visão de aplicação desta tecnologia na organização e uma estrutura mínima de governança começa a ser estabelecida.

Este passo é bem importante para que a equipe envolvida comece a estruturar um centro de governança (ou Centro de Excelência – CoE) antes que o RPA se popularize demais e a organização perca controle sobre seus robôs, expondo a atividade do negócio a sérios riscos operacionais.

O CoE (Center of Excellence) é a estrutura organizacional responsável por realizar a gestão e governança da adoção do trabalhador digital dentro da organização, definindo e garantindo a execução dos processos de:

  • Descobrir e priorizar novas demandas;
  • Implementar tarefas robotizadas;
  • Monitorar a execução do trabalho robotizado;
  • Sustentar a operação robótica.

Se o modelo de gestão do CoE RPA será uma estrutura centralizada ou decentralizada na organização, depende de diversos fatores. Os principais são: a maturidade da organização com tecnologias de robotização e de transformação digital, a cultura organizacional, a visão de futuro e os planos de sustentação. Em alguns casos, a distribuição física de matriz/unidades também pode influenciar nesta decisão.

Vamos discutir três modelos, seus benefícios e pontos de atenção.

CoE RPA Distribuído

O modelo de CoE distribuído/descentralizado tem seus recursos distribuídos nas unidades de negócio da organização.

Os processos de descobrir e priorizar novas demandas, implementar tarefas robotizadas, monitorar e sustentar são executadas pelas unidades de negócios separadamente.

Prós:

  • Aumenta a capacidade de executar projetos de automação, já que cada área poderá estabelecer suas prioridades e avançar com seus projetos.
  • Possibilita às equipes criar soluções personalizadas com a proximidade com a operação do negócio.
  • O gerenciamento dos custos é simplificado, já que custos e recursos robóticos são específicos de cada unidade.

Cons:

  • Requer capacitar mais pessoas para se atuar nos diferentes papeis dos projetos de robotização.
  • O conhecimento e experiência obtidos pelos projetos de cada equipe acabam ficando muito concentrados.
  • Requer um esforço maior na garantia da aplicação dos padrões organizacionais
  • Tende a obter níveis de maturidade diferentes entre os times.
  • Há uma menor otimização de recursos robóticos, uma vez que um time pode ter tarefas demais a automatizar mas precisa restringir aos robôs disponíveis para seu time enquanto outra área não evoluiu muito na robotização e tem recursos subutilizados.

CoE RPA Centralizado

O modelo de CoE centralizado reúne todos os recursos para conduzir a automação RPA para a organização em um time integrado.

Os processos de descobrir e priorizar novas demandas, implementar tarefas robotizadas, monitorar e sustentar são executadas por uma equipe dedicada e especializada.

Prós:

  • A centralização de expertise permite que o time aprenda e desenvolva novas habilidades a partir das experiências dos diversos projetos.
  • Potencializa o ganho de escalabilidade na utilização da força de trabalho robótica.
  • Otimiza de recursos técnicos nos diferentes projetos de robotização.
  • Otimiza de recursos robóticos, possibilitando que um robô possa ter sua agenda de trabalho ocupada com atividades de diferentes unidades de negócio.
  • Possibilita maior gestão e padronização dos processos.
  • Possibilita melhor garantia da aplicação dos processos.
  • Uso de plataforma compartilhada.

Cons:

  • A expansão da iniciativa de processos pode ser mais lenta uma vez que o time está concentrado em um conjunto limitado de projetos de automação.
  • As unidades precisam concorrer pela priorização de seus projetos (como comumente acontece hoje com projetos de TI).
  • Os projetos tendem a apresentar maior esforço para alocação de recursos de negócio.

CoE RPA Híbrido

No espectro entre a gestão da força de trabalho digital centralizada ou distribuída, podem haver tons intermediários que combinam aspectos dos dois modelos  para melhor atender às necessidades e características da organização.

Estas definições podem influenciar a definição de papéis, processos e recursos.

Alguns exemplos:

  • COE Centralizado reúne periodicamente aprendizados para evoluir processos
    mas ciclo de vida da robotização é aplicada de forma distribuída nas unidades de negócio.
  • Processo de descoberta e análise da demanda é realizado pelas unidades, com implementação pelo CoE centralizado.
  • Processo de implementação pelo CoE centralizado mas monitoramento e
    sustentação providos pela unidade de negócio.

A decisão sobre o modelo de gestão, o estabelecimento de processos, papéis e recursos é uma importante reflexão que precisa estar no roadmap da organização que inicia sua jornada na adoção da força de trabalho digital e precisa ser iniciada tão logo as primeiras experiências de robotização comecem a acontecer.

Gostou deste artigo?

Esta e outras discussões sobre a adoção da força de trabalho digital são parte do curso RPA do Planejamento à Gestão: Como implantar uma força de trabalho digital, da iProcess Education. Confira as próximas turmas e inscreva-se!

 

 

Robô não é gente: Diretrizes para modelagem de processos robóticos – Parte 2

Além de nossos artigos postados aqui no Blog da iProcess também continuamos com a nossa nova série de vídeos no Canal do YouTube.

No vídeo anterior – Robô não é gente: Diretrizes para modelagem de processos robóticos – Parte 1, vimos:

  • Quais são as principais diferenças em tarefas realizadas por robôs e pessoas;
  • Quais exceções precisam ser tratadas;
  • As possíveis oportunidades de erros na automação;
  • Super robôs;
  • Método ágil na implementação de novos robôs;
  • O processo perfeito x A primeira versão.

E agora nesta continuação vamos falar sobre 4 características importantes que temos que levar em consideração quando projetamos a automação de uma nova tarefa.

Aproveite o vídeo abaixo e deixe suas dúvidas nos comentários.