Nova agenda de cursos RPA 2019

Nós da iProcess estamos muito empolgados com a tecnologia RPA (Robotic Process Automation) e se você já nos acompanha aqui no Blog ou em nossas redes sociais ( Facebook, LinkedIn, Twitter, YouTube) sabe que compartilhamos nossa experiência com RPA de diversas formas.

Isto acontece pois temos um portfólio completo de serviços para cobrir toda a sua jornada, da descoberta de processos à automação e somos representantes das duas principais plataformas de automação do mercado: UiPath e a Automation Anywhere.

 

 

 

 

Então hoje vamos compartilhar nossa nova agenda de cursos de RPA que vai rodar novamente o Brasil com turmas em algumas das principais cidades:

  • De 09/10 a 10/10  |  Manhã e Tarde  |  Rio de Janeiro/RJ
  • De 16/10 a 17/10  |  Manhã e Tarde  |  Belo Horizonte/MG
  • De 23/10 a 24/10  |  Manhã e Tarde  |  São Paulo/SP
  • De 29/10 a 30/10  |  Manhã e Tarde  |  Porto Alegre/RS
  • De 13/11 a 14/11  |  Manhã e Tarde  |  Salvador/BA
  • De 20/11 a 21/11  |  Manhã e Tarde  |  Curitiba/PR
  • De 18/12 a 19/12  |  Manhã e Tarde  |  Brasília/DF

Conheça o programa completo do curso acessando nosso site da iProcess Education no link da imagem abaixo:

Como escolher o primeiro processo de robotização?

E a nossa série de vídeos no canal do YouTube da iProcess continua!

E para você não perder nenhuma novidade, acesse o canal YouTube iProcess, inscreva-se e ative as notificações.

No vídeo anterior, realizamos o webinar: O que é um CoE RPA e porque muito em breve você vai precisar de um. Nele mostramos a necessidade de termos definições claras de governança e quais os principais processos e padrões que a sua empresa precisa estabelecer para viabilizar o crescimento das suas iniciativas de robotização.

Mas caso você esteja iniciando nesta jornada de robotização em sua empresa, a primeira pergunta que você deve fazer é:

Qual processo eu devo escolher para robotizar?

Neste vídeo vamos te ajudar a escolher os processos ideias para liderarem as iniciativas das primeiras robotizações.

Gostou deste vídeo?

Esta e outras discussões sobre a adoção da força de trabalho digital são parte do curso RPA do Planejamento à Gestão: Como implantar uma força de trabalho digital, da iProcess Education.

Confira as próximas turmas e inscreva-se!

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Modelos de Gestão do CoE RPA

Conforme exploramos em um webinar recente sobre CoE RPA, o investimento em robotização comumente inicia com uma experimentação, onde a organização desenvolve e experimenta o primeiro robô.

Como os resultados com ganhos de tempo e liberação de força de trabalho humana em atividades repetitivas são imediatamente percebidas e mensuráveis, o primeiro robô costuma ser a porta de entrada para o crescimento da iniciativa.

Em pouco tempo a iniciativa de robotização tende a se expandir para outras atividades e áreas. Nestes projetos iniciais, começamos a identificar características que devem se transformar em políticas e padrões internos, como os métodos de avaliar se uma tarefa é realmente robotizável, que tecnologias serão usadas, quanto trabalho leva para fazer, como formalizar o entendimento do trabalho do robô, as ações de monitoramento e o gerenciamento de riscos operacionais.

Assim, nos primeiros projetos, entendemos como a iniciativa se encaixa dentro da cultura e visão de aplicação desta tecnologia na organização e uma estrutura mínima de governança começa a ser estabelecida.

Este passo é bem importante para que a equipe envolvida comece a estruturar um centro de governança (ou Centro de Excelência – CoE) antes que o RPA se popularize demais e a organização perca controle sobre seus robôs, expondo a atividade do negócio a sérios riscos operacionais.

O CoE (Center of Excellence) é a estrutura organizacional responsável por realizar a gestão e governança da adoção do trabalhador digital dentro da organização, definindo e garantindo a execução dos processos de:

  • Descobrir e priorizar novas demandas;
  • Implementar tarefas robotizadas;
  • Monitorar a execução do trabalho robotizado;
  • Sustentar a operação robótica.

Se o modelo de gestão do CoE RPA será uma estrutura centralizada ou decentralizada na organização, depende de diversos fatores. Os principais são: a maturidade da organização com tecnologias de robotização e de transformação digital, a cultura organizacional, a visão de futuro e os planos de sustentação. Em alguns casos, a distribuição física de matriz/unidades também pode influenciar nesta decisão.

Vamos discutir três modelos, seus benefícios e pontos de atenção.

CoE RPA Distribuído

O modelo de CoE distribuído/descentralizado tem seus recursos distribuídos nas unidades de negócio da organização.

Os processos de descobrir e priorizar novas demandas, implementar tarefas robotizadas, monitorar e sustentar são executadas pelas unidades de negócios separadamente.

Prós:

  • Aumenta a capacidade de executar projetos de automação, já que cada área poderá estabelecer suas prioridades e avançar com seus projetos.
  • Possibilita às equipes criar soluções personalizadas com a proximidade com a operação do negócio.
  • O gerenciamento dos custos é simplificado, já que custos e recursos robóticos são específicos de cada unidade.

Cons:

  • Requer capacitar mais pessoas para se atuar nos diferentes papeis dos projetos de robotização.
  • O conhecimento e experiência obtidos pelos projetos de cada equipe acabam ficando muito concentrados.
  • Requer um esforço maior na garantia da aplicação dos padrões organizacionais
  • Tende a obter níveis de maturidade diferentes entre os times.
  • Há uma menor otimização de recursos robóticos, uma vez que um time pode ter tarefas demais a automatizar mas precisa restringir aos robôs disponíveis para seu time enquanto outra área não evoluiu muito na robotização e tem recursos subutilizados.

CoE RPA Centralizado

O modelo de CoE centralizado reúne todos os recursos para conduzir a automação RPA para a organização em um time integrado.

Os processos de descobrir e priorizar novas demandas, implementar tarefas robotizadas, monitorar e sustentar são executadas pelas unidades de negócios separadamente.

Prós:

  • A centralização de expertise permite que o time aprenda e desenvolva novas habilidades a partir das experiências dos diversos projetos.
  • Potencializa o ganho de escalabilidade na utilização da força de trabalho robótica.
  • Otimiza de recursos técnicos nos diferentes projetos de robotização.
  • Otimiza de recursos robóticos, possibilitando que um robô possa ter sua agenda de trabalho ocupada com atividades de diferentes unidades de negócio.
  • Possibilita maior gestão e padronização dos processos.
  • Possibilita melhor garantia da aplicação dos processos.
  • Uso de plataforma compartilhada.

Cons:

  • A expansão da iniciativa de processos pode ser mais lenta uma vez que o time está concentrado em um conjunto limitado de projetos de automação.
  • As unidades precisam concorrer pela priorização de seus projetos (como comumente acontece hoje com projetos de TI).
  • Os projetos tendem a apresentar maior esforço para alocação de recursos de negócio.

CoE RPA Híbrido

No espectro entre a gestão da força de trabalho digital centralizada ou distribuída, podem haver tons intermediários que combinam aspectos dos dois modelos  para melhor atender às necessidades e características da organização.

Estas definições podem influenciar a definição de papéis, processos e recursos.

Alguns exemplos:

  • COE Centralizado reúne periodicamente aprendizados para evoluir processos
    mas ciclo de vida da robotização é aplicada de forma distribuída nas unidades de negócio.
  • Processo de descoberta e análise da demanda é realizado pelas unidades, com implementação pelo CoE centralizado.
  • Processo de implementação pelo CoE centralizado mas monitoramento e
    sustentação providos pela unidade de negócio.

A decisão sobre o modelo de gestão, o estabelecimento de processos, papéis e recursos é uma importante reflexão que precisa estar no roadmap da organização que inicia sua jornada na adoção da força de trabalho digital e precisa ser iniciada tão logo as primeiras experiências de robotização comecem a acontecer.

Gostou deste artigo?

Esta e outras discussões sobre a adoção da força de trabalho digital são parte do curso RPA do Planejamento à Gestão: Como implantar uma força de trabalho digital, da iProcess Education. Confira as próximas turmas e inscreva-se!

 

 

Novas turmas! Curso sobre RPA – Do planejamento à gestão: como implantar uma força de trabalho digital.

O 1º semestre foi um sucesso!

Compartilhamos toda a nossa expertise com profissionais de todo o Brasil e das mais diversas áreas. Todos focados em entender como o RPA vai evoluir suas áreas e seus negócios.

E agora no 2º semestre continuamos nosso tour pelo Brasil disseminando mais conhecimento sobre RPA com a abertura de novas turmas.

inscreva-se

 

O que você vai aprender neste curso?

O que são trabalhadores digitais, como funcionam seus componentes e como se diferem das soluções de robotização disponíveis no mercado.

Como identificar processos na organização candidatos à robotização e avaliar quais trarão os melhores resultados na implantação de uma força de trabalho digital.

Como avaliar o Retorno de Investimento (ROI) da robotização e os processos candidatos à robotização.

Como desenvolver, planejar e viabilizar um roadmap de robotização dos processos da organização.

Como modelar e especificar os processos para obter o melhor desempenho possível do robô.

Porque a governança é essenciais a medida que crescem as iniciativas de RPA.

Quais os principais processos e padrões necessários para a Implantação de um Centro de Excelência de RPA (CoE RPA).

E muito mais.

Nossa primeira turma será em Porto Alegre/RS.

Então não perca a oportunidade de estar a frente desta nova tecnologia e descobrir todos os benefícios que ela pode trazer para os seus negócios.

  • De 24/07 a 25/07  |  Manhã e Tarde  |  Porto Alegre/RS
  • De 21/08 a 22/08  |  Manhã e Tarde  |  Rio de Janeiro/RJ
  • De 28/08 a 29/08  |  Manhã e Tarde  |  São Paulo/SP
  • De 02/10 a 03/10  |  Manhã e Tarde  |  São Paulo/SP
  • De 29/10 a 30/10  |  Manhã e Tarde  |  Porto Alegre/RS
  • De 27/11 a 28/11  |  Manhã e Tarde  |  Brasília/DF

Acesse o nosso site no botão abaixo para ver a programação completo do curso e também garantir a sua vaga.

 

 

 

As vagas são limitadas!

E aproveite os descontos para inscrições antecipadas ou em grupo.

 

Webinar: O que é um CoE RPA e porque muito em breve você vai precisar de um

Neste webinar apresentado por Eduardo Britto – diretor da iProcess, conversamos sobre o tema “O que é um CoE RPA e porque muito em breve você vai precisar de um.

Demonstramos porque o crescimento da força de trabalho digital traz a necessidade de definições claras de governança e quais os principais processos e padrões que a sua empresa precisa estabelecer para viabilizar o crescimento das suas iniciativas de robotização.

Aproveite aqui o vídeo gravado do webinar e também deixe abaixo nos comentários suas dúvidas e conclusões sobre o tema.

E não esqueça, em nosso canal do YouTube começamos uma série de vídeos sobre RPA. Depois de assistir o webinar vai lá e confere!  YouTube iProcess

Robô não é gente: Diretrizes para modelagem de processos robóticos – Parte 2

Além de nossos artigos postados aqui no Blog da iProcess também continuamos com a nossa nova série de vídeos no Canal do YouTube.

No vídeo anterior – Robô não é gente: Diretrizes para modelagem de processos robóticos – Parte 1, vimos:

  • Quais são as principais diferenças em tarefas realizadas por robôs e pessoas;
  • Quais exceções precisam ser tratadas;
  • As possíveis oportunidades de erros na automação;
  • Super robôs;
  • Método ágil na implementação de novos robôs;
  • O processo perfeito x A primeira versão.

E agora nesta continuação vamos falar sobre 4 características importantes que temos que levar em consideração quando projetamos a automação de uma nova tarefa.

Aproveite o vídeo abaixo e deixe suas dúvidas nos comentários.