Newsletter do blog da iProcess traz conteúdo exclusivo sobre Gestão por Processos

Como mais de 40.000 acessos por mês, o blog da iProcess tem se firmado cada dia mais como uma importante fonte de conhecimento sobre BPM & RPA.

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Apresentações da iProcess sobre RPA

Este artigo contém materiais disponibilizados pela iProcess para seus clientes para que eles possam apresentar os conceitos de RPA na sua organização.

Aproveite!

Apresentação sobre RPA e seus Conceitos:

Vídeo de Navegação do Bot Creator da Automation Anywhere:

Vídeo de Apresentação de um Processo Comercial Robotizado: O Robô faz a leitura de emails que vêm do fale conosco da iProcess, inclui o cliente no cadastro de clientes e dispara um processo de atendimento comercial no IBM BPM.

Vídeo de Apresentação de BPMS + RPA: Muito se pergunta sobre qual a relação de BPMS com RPA. Este vídeo apresenta um processo automatizado em BPMS cujas atividades são realizadas por pessoas, sistemas e robôs.

Webinar: Como as capacidades robóticas irão impactar o seu trabalho nos próximos anos

E-book sobre Força de Trabalho Digital:

E-book gratuito: Robotic Process Automation (RPA)

Ofertas iProcess para a Adoção de Trabalhadores Digitais:

Conheça um pouco mais da iProcess nesta Apresentação Institucional:

 

Superando os Desafios do Primeiro Projeto de Automação

O sucesso do primeiro projeto de automação de processos de uma organização depende de inúmeros fatores, que vão desde a escolha adequada do processo a ser automatizado até o impacto que o redesenho tecnológico do processo e a receptividade das área envolvidas no uso da nova tecnologia.

Com 18 anos de experiência em automação de processos, a iProcess apresentou neste webinar  os principais desafios e lições aprendidas para superar as dificuldades da primeira automação de processos de uma organização.

 

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Processos, Pessoas e Transformação Digital

O que será que acontece quando colocamos, numa mesma mesa, um especialista em Processos, outro em Internet das coisas e um terceiro em coach pessoal e profissional?

Como o avanço da tecnologia irá impactar a vida das pessoas? Como processos e tecnologias podem se integrar? Como “coisas”, processos e pessoas trabalharão juntas? Como ficam as pessoas diante de um cenário de profunda de transformação?

Estes entre outros assuntos são discutidos  no programa de rádio #Inovação, conduzido Debora Vilella, que entrevista Eduardo Britto, Diretor da iProcess e especialista em Gestão por Processos; Giovanni Comunello, CEO da iTinvent e especialista em Internet das Coisas (IOT) e Ana Paula Thiesen, Diretora da Insight Desenvolvimento e  Master Coach Pessoal & Profissional.

E se você deseja se preparar para liderar a transformação digital na sua organização, conheça o curso de TRANSFORMAÇÃO DIGITAL ORIENTADA A PROCESSOS,

um programa de treinamento à distância criado para formar os profissionais que conduzirão as organizações para transformar os seus processos com o uso da tecnologia, aliando inovação a eficiência.

Inscreva-se na lista de contatos da iProcess para receber notícias sobre cursos, treinamentos, novas publicações no blog e datas dos próximos webinares! Basta preencher o formulário de contato no site da iProcess: https://www.iprocess.com.br/contato

 

Avaliação de Produtos: Oracle Process Cloud Services (Oracle PCS)

No mercado de automação de processos há mais de 20 anos, a Oracle acaba de lançar uma solução para automação de processos simples, leve e que roda em ambiente na nuvem: o Oracle Process Cloud Service, ou Oracle PCS.
Com o foco na automação de processos, o produto possui recursos interessantes para a modelagem e execução de processos, todos disponibilizados em um ambiente simples de boa usabilidade que permitem tanto o usuário de negócios com a área de TI realizarem a automação de seus processos.

 

Na lista abaixo analisamos como a plataforma atende a alguns dos principais requisitos de BPMS:
  • Modelagem com BPMN: Possui suporte tanto a nível de modelagem como a nível de implementação e execução de grande parte dos recursos oferecidos pela notação BPMN.

    Modelagem do processo com BPMN

  • Modelagem de Formulários: Com o uso da tecnologia Webforms, permite o desenvolvimento de formulários em ambiente visual de forma fácil e rápida com os recursos de arrastar e soltar. É possível definir um formulário para cada atividade ou reaproveitar um mesmo formulário em várias atividades, agilizando o desenvolvimento da automação.

    Editor de formulário visual (WYSIWYG)

  • Regras de Negócio em Formulários: Possui uma linguagem nativa de script que manipulam as propriedades dos elementos dos formulários. A linguagem permite a configuração de regras de negócio básicas e avançadas, mas de acordo com o que se deseja fazer, um conhecimento e familiaridade com programação começa a se fazer necessário.
  • Integração com Sistemas: Possui nativamente a chamada de serviços. Contudo, como o ambiente está em ambiente cloud e não existe hoje formas de se estabelecer uma VPN ou um túnel privado com o cliente, faz-se necessário que os serviços estejam disponíveis em ambiente público na web.

    Configuração de acionamento de serviços pelo processo

  • Orquestração de Sistemas: Apesar de não ter recursos mais poderosos para a implementação de processos de natureza sistêmica, o PCS se integra naturalmente com outro produto da Oracle chamado ICS – Integration Cloud Service – que permite a configuração de um barramento de serviços em ambiente de nuvem, facilitando a orquestração deste tipo de necessidade.
  • Gestão de Conteúdo: De forma similar como resolve as necessidades de processos sistêmicos, o PCS se integra de forma nativa com o Oracle Documents, plataforma de gestão de documentos na nuvem da Oracle que permite o compartilhamento, colaboração, visualização, controle de versão e trâmite dos documentos ao longo dos processos.
  • Motor de Regras: Possui um ambiente próprio para a configuração de regras de negócio que são consumidas por atividades do processo através da configuração de tabelas de decisão.

    Criação de Regras de Negócio

  • Ambiente de Execução: Bastante prático e funcional, possui uma lista de trabalho onde são executadas as atividades humanas. Permite a criação de filtro para a seleção de atividades e a consulta de onde está um determinado processo e qual o seu histórico de execução.

    Ambiente de execução do processo

  • Mobile: Possui aplicativo próprio para iOS eAndroid para a execução de processos em ambiente mobile.
  • Indicadores e Relatórios: Disponibiliza uma série de relatórios e dashboards pré-prontos que permitem o acompanhamento de qualquer processo modelado na plataforma. Contudo, possui nativamente poucos recursos de customização destes indicadores.

    Indicadores e relatórios do Oracle PCS

Nesta solução de BPM, a Oracle provê todo o ambiente e infraestrutura do produto, tendo um modelo de licenciamento baseado na compra de créditos que podem ser utilizados o licenciamento por usuário, com valores distintos de acordo com o tipo de usuário: Administrador, Participante e Invocador.

 

Na avaliação da iProcess…

… o Oracle PCS chega como um bom produto para a implementação de processo de baixa e média complexidade, sendo uma plataforma bastante produtiva para o desenvolvimento dos processos a que se propõem e tendo um bom custo x benefício para empresas que querem rapidamente implementar muitos processos com predominância de atividades humanas na sua organização.
É uma solução de rápida adoção, visto que podem ser adquiridos poucos usuários a um custo acessível e que o ambiente em algumas horas já estará disponível para as áreas de Ti e negócios dada a facilidade da automação na nuvem.
Como pontos a melhorar está a necessidade dos serviços do cliente terem que estar expostos na web para serem evocados e pouca customização de relatórios e indicadores.

 

Para conhecer um pouco mais do Oracle PCS, assista aos vídeos abaixo.

 

Vídeo 1: Os benefícios da automação de processos com o Oracle Process Cloud Services

Vídeo 2: Demonstração de utilização do Oracle Process Cloud Services

Para mais informações, fale com a iProcess ou entre em contato com a gente no email contato@iprocess.com.br.

10 pontos chave a considerar na hora de estimar um projeto com BPMS

Com um largo know-how em automação de processos e já tendo realizado algumas centenas de implementações nas mais diversas ferramentas, a estimativa de esforço para a automação de um processo é quase que uma prática diária na iProcess.

Como somos muito questionados sobre como fazemos isso, e neste artigo indicamos algumas diretrizes para auxiliar nossos clientes a fazer avaliar a sua estimativa.

1. Estimativa de implementação é somente uma parte da Estimativa do Projeto

Falaremos neste artigo sobre o esforço direto de um programador para pegar um processo desenhado e detalhado funcionalmente e implementa-lo em uma ferramenta de BPMS. Contudo, isso costuma ser menos da metade do esforço de um projeto!
Um projeto de automação bem elaborado precisa que se faça o levantamento do processo, sua modelagem para automação, projeto técnico, roteiro de testes, preparação de dados de sistemas legados, execução e ajustes da sua validação, homologação com o usuário, elaboração de documentação, elaboração de planos de instalação, instalação em ambiente de homologação e produção, acompanhamento em produção, suporte dos primeiros dias, gerência de projeto, gerência de configuração, gestão de requisitos, entre outros!
Evidentemente que tudo isso é um mundo a parte, e dependerá das características do processo, da cultura da organização e do seu processo de desenvolvimento. Contudo, são atividades que não podem ser desprezadas, pois garante a qualidade do resultado da entrega da automação.

2. Estimativa de Processos não é Estimativa de Software

A estimativa de software convencional utiliza métodos como Pontos de função (PF) ou Unidades de Casos de Uso (UCP) para realizar a estimativa de esforço. São técnicas que utilizam como referência a complexidade da interface de usuário. Na automação de processos é diferente, pois a complexidade está ligada diretamente aos elementos BPMN que compõem o seu processo e a complexidade em implementá-los​ no BPMS adotado​. Logo, estas técnicas não tem aplicação direta para estimar esforço de automação de processos.

3. Você deve conhecer o seu processo (ou projetar como ele deveria ser)

Não tem jeito: você não tem como estimar um processo que você não​ o​ conhece. O esforço de implementação de um processo está ligado diretamente às suas características, elementos necessários e respectivas complexidades. Logo, você precisará levantar o processo.
Caso não haja esta possibilidade, você deverá inferir esta complexidade e assumir o risco no momento da automação de ter que realizar ajustes para mais ou para menos.

4. Cada ferramenta de automação possui uma produtividade diferente

Não existe um número mágico que traga o esforço de implementação de um processo em todas as ferramentas. Cada ferramenta possui suas peculiaridades: algumas são mais produtivas, outras são mais completas e outras são mais complexas. Em algumas uma atividade humana é feita com muita facilidade, mas uma integração com um webservice ou um banco de dados dá muito trabalho.
Por isso, você deve antes de mais nada escolher a ferramenta em que será feita a automação para somente depois avaliar o seu esforço.

5. Identifique o modelo de dados do Processo

O que diferencia uma instância de processo de outra em execução são os dados em que elas manipulam. Cada processo tem atrelado a si um modelo de dados específico, que determina quais informações são manipuladas, incluídas ou consultadas ao longo do processo.
A complexidade do modelo de dados de um processo está ligado diretamente ao número de informações que são manipuladas e as suas características: se existem dados mestre-detalhe, se é feita a manipulação de arquivos, entre outros fatores.
A estimativa de esforço deve levar em consideração este montante e complexidade para projetar o esforço de manipulação destas informações ao longo do processo.

6. Identifique os elementos de processo que são implementados na sua ferramenta

O esforço de automação de um processo está ligado diretamente aos elementos que ele possui. Um processo com 2 atividades humanas e 2 gateways tende a ser 4x mais rápido de ser desenvolvido do que um processo com 8 atividades humanas e 8 gateways por exemplo.
A estimativa de automação de processos está ligada diretamente ao número de elementos que o seu processo possui, e é por isso que você deve conhecê-lo para poder estimá-lo.

7. Identifique os fatores de complexidade de cada elemento

Contudo, somente identificar os elementos não é o suficiente, pois um mesmo elemento pode ter uma implementação fácil ou complexa. Por exemplo, você pode ter
um gateway que somente testa se na atividade anterior houve uma aprovação ou reprovação (simples) ou um gateway que valida uma complexa regra de negócio;
Uma integração que passa o número do CNPJ e recebe o nome do cliente ou o cadastro de uma nota fiscal ​e seus itens ​em um ERP;
Uma atividade humana que informa ao solicitante que seu pedido chegará em 20 dias ou uma atividade distribuída para o ator mais produtivo entre uma série​,​ que possui um SLA rígido, controle de prazos e alertas e escalonamento caso a mesma não seja realizada em até 3 dias úteis antes do prazo final do processo.
Para mapear estas condições, você deve criar critérios de complexidade e atribuir um esforço para cada nível de complexidade.

8. Classifique o seu processo de acordo com estes fatores

Uma vez entendido os fatores para a projeção de complexidade de implementação de um processo, o processo escolhido deverá ser classificado: seus elementos contados, a complexidade de cada elemento avaliada e o esforço da sua implementação calculado.

9. O desenvolvimento das telas das atividades são parte significativa do esforço

​Mesmo com estes cuidados, as coisas não são tão fáceis como parecem, e apesar de estarmos falando de desenvolvimento de processos, eles possuem um componente importante chamado de interface de usuário das atividades humanas.
Na iProcess estimamos que o desenvolvimento de interfaces exige em média um esforço de 40% a 70% do esforço de desenvolvimento de um processo e depende muito dos recursos visuais e da linguagem de programação que cada ferramenta disponibiliza para a implementação das suas interfaces.
Existem soluções de BPMS cuja interface é “engessada” (no sentido que você define poucas coisas em termos de layout e comportamentos) enquanto que outras você pode fazer tudo o que qualquer linguagem moderna de programação web permite.
Por isso, você deve também mapear a complexidade de desenvolver cada interface e realizar uma contagem exclusiva para as mesmas.

10. Elabore uma planilha para calcular o esforço

Se você chegou até aqui, deve ter visto que são muitas variáveis e informações a serem consideradas. Em processos de complexidade média ou alta, com dezenas de atividades e subprocessos, levantar e calcular todas estas informações à mão torna-se quase impossível.
Logo, sugerimos que você elabore uma planilha com todos estes cálculos e utilize-a como ferramenta para realizar a estimativa do seu processo.