Além do RPA – Agregando novas capacidades ao Trabalhador Digital

Mas será que o robô é sempre a melhor solução? Ele atenderá a tudo que eu preciso? Tudo que eu preciso eu consigo fazer com o RPA?

Estes questionamentos são sugeridos em nosso novo vídeo com o intuito de pensarmos em como podemos agregar novas capacidades ao trabalhador digital. Conhecendo desde o conceito de trabalhador digital até a identificação de capacidades mais complexas para o seu robô.

Veja também como é possível incorporar a inteligência artificial em nossos negócios através de 4 pilares:

  1. Interação;
  2. Compreensão;
  3. Descoberta;
  4. Recomendação;

E ainda mostraremos um exemplo real de uma empresa de e-commerce americana que uniu BPM (Business Process Management), RPA (Robotic Process Automation) e Inteligência Artificial para aperfeiçoar seus processos e um exemplo brasileiro da união de Chatbot com RPA para demandas da área de Recursos Humanos (RH).

Se você ainda não se cadastrou em nosso mailing, aproveite e clique nesse link https://blog.iprocess.com.br/assine/ e receba em primeira mão os próximos vídeos desta série.

E caso tenha perdido os primeiros vídeos da série, assista agora clicando nos links abaixo:

Como Avaliar os Melhores Processos Candidatos à Automação

Nem todo processo é um bom candidato à automação só por ser repetitivo.

Mas então o que deve ser levado em conta na hora de pensar em automação de processos para o seu negócio?

No terceiro vídeo da nossa série de seis vídeos sobre o tema RPA (Robotic Process Automation), vamos te mostrar quais são algumas das principais características que você precisa conhecer para a automação de um processos atingir o máximo de sua performance.

Também vamos conversar sobre quais são os custos de uma operação robotizada através da análise de ROI (Retorno sobre Investimento), com base nos motivadores e ganhos que são viáveis para um processo.

Além disso, mostramos o passo a passo da metodologia que a iProcess utiliza para diagnosticar os melhores processos candidatos à automação.

Se você ainda não se cadastrou em nosso mailing, aproveite e clique nesse link https://blog.iprocess.com.br/assine/ e receba em primeira mão os próximos vídeos desta série.

E caso tenha perdido os primeiros vídeos da série, assista agora clicando nos links abaixo:

Motivadores para a Adoção de uma Força de trabalho digital

No segundo vídeo da nossa série sobre RPA (Robotic Process Automation) vamos falar sobre os motivadores para a adoção de uma força de trabalho digital.

Mas quais são as razões para adotarmos a tecnologia de RPA?

Já sabemos que os robôs podem ser mais rápidos e mais baratos para diversos processos, mas existem outras oportunidades de aplicação?

Sim, e neste vídeo mostramos outros benefícios que sua empresa pode alcançar com a implantação de um trabalhador digital através de:

    • Escalabilidade;
    • Como estratégia de crescimento enxuto;
    • Processos mais ágeis;
    • Melhorias na experiência do cliente;
    • Padronização, rastreabilidade e compliance;
    • Redução de erros.

     

Se você ainda não se cadastrou em nosso mailing, aproveite e clique nesse link https://blog.iprocess.com.br/assine/ e receba em primeira mão os próximos vídeos desta série.

E caso tenha perdido o primeiro do vídeo da série, assista agora clicando no link: [Vídeo 01]  INTRODUÇÃO AO CONCEITO DE RPA

 

Introdução ao conceito de RPA

Robotização, força de trabalho digital e aonde conseguimos chegar com outras tecnologias que agregam valor ao nosso robô, são alguns dos temas abordados em nossa série de 6 vídeos que serão lançados sobre o tema RPA (Robotic Process Automation).

Esta série foi desenvolvida a partir do evento Roadshow – Além do RPA! Atingindo a eficiência exponencial com o uso de trabalhadores digitais cognitivos, criado e organizado pela iProcess, que passou por diversas cidades do país demonstrando os principais desafios e benefícios da tecnologia RPA (Robotic Process Automation).

Neste primeiro vídeo apresentamos o conceito de RPA, avaliando dois tópicos fundamentais que ajudam a identificar os diversos benefícios da implementação do RPA em uma atividade:

  • Tempo em Atividades Braçais  X  Valor Agregado para os Resultados da Empresa.

Também abordamos a importância em saber quais são as atividades candidatas à robotização e o que os robôs podem fazer em relação a uma pessoa.

E veja na prática, como funciona um processo de recebimento de nota fiscal para entender o que é possível alcançar com a tecnologia RPA.

Se você ainda não se cadastrou em nosso mailing, aproveite e clique nesse link https://blog.iprocess.com.br/assine/ e receba em primeira mão os próximos vídeos desta série.

 

Gostou do conteúdo?

Tem interesse em conhecer mais sobre o tema RPA (Robotic Process Automation)?

Já estão abertas as inscrições para as turmas do curso presencial – RPA do Planejamento à Gestão: Como implantar uma força de trabalho digital.

Clique na imagem abaixo para acessar mais informações sobre o curso.
(Você será redirecionado para o nosso site iProcess Education)

Como escolher o primeiro processo de robotização?

E a nossa série de vídeos no canal do YouTube da iProcess continua!

E para você não perder nenhuma novidade, acesse o canal YouTube iProcess, inscreva-se e ative as notificações.

No vídeo anterior, realizamos o webinar: O que é um CoE RPA e porque muito em breve você vai precisar de um. Nele mostramos a necessidade de termos definições claras de governança e quais os principais processos e padrões que a sua empresa precisa estabelecer para viabilizar o crescimento das suas iniciativas de robotização.

Mas caso você esteja iniciando nesta jornada de robotização em sua empresa, a primeira pergunta que você deve fazer é:

Qual processo eu devo escolher para robotizar?

Neste vídeo vamos te ajudar a escolher os processos ideias para liderarem as iniciativas das primeiras robotizações.

Gostou deste vídeo?

Esta e outras discussões sobre a adoção da força de trabalho digital são parte do curso RPA do Planejamento à Gestão: Como implantar uma força de trabalho digital, da iProcess Education.

Confira as próximas turmas e inscreva-se!

E não esqueça de se cadastrar no mailing do blog para receber todas as novidade.

Modelos de Gestão do CoE RPA

Conforme exploramos em um webinar recente sobre CoE RPA, o investimento em robotização comumente inicia com uma experimentação, onde a organização desenvolve e experimenta o primeiro robô.

Como os resultados com ganhos de tempo e liberação de força de trabalho humana em atividades repetitivas são imediatamente percebidas e mensuráveis, o primeiro robô costuma ser a porta de entrada para o crescimento da iniciativa.

Em pouco tempo a iniciativa de robotização tende a se expandir para outras atividades e áreas. Nestes projetos iniciais, começamos a identificar características que devem se transformar em políticas e padrões internos, como os métodos de avaliar se uma tarefa é realmente robotizável, que tecnologias serão usadas, quanto trabalho leva para fazer, como formalizar o entendimento do trabalho do robô, as ações de monitoramento e o gerenciamento de riscos operacionais.

Assim, nos primeiros projetos, entendemos como a iniciativa se encaixa dentro da cultura e visão de aplicação desta tecnologia na organização e uma estrutura mínima de governança começa a ser estabelecida.

Este passo é bem importante para que a equipe envolvida comece a estruturar um centro de governança (ou Centro de Excelência – CoE) antes que o RPA se popularize demais e a organização perca controle sobre seus robôs, expondo a atividade do negócio a sérios riscos operacionais.

O CoE (Center of Excellence) é a estrutura organizacional responsável por realizar a gestão e governança da adoção do trabalhador digital dentro da organização, definindo e garantindo a execução dos processos de:

  • Descobrir e priorizar novas demandas;
  • Implementar tarefas robotizadas;
  • Monitorar a execução do trabalho robotizado;
  • Sustentar a operação robótica.

Se o modelo de gestão do CoE RPA será uma estrutura centralizada ou decentralizada na organização, depende de diversos fatores. Os principais são: a maturidade da organização com tecnologias de robotização e de transformação digital, a cultura organizacional, a visão de futuro e os planos de sustentação. Em alguns casos, a distribuição física de matriz/unidades também pode influenciar nesta decisão.

Vamos discutir três modelos, seus benefícios e pontos de atenção.

CoE RPA Distribuído

O modelo de CoE distribuído/descentralizado tem seus recursos distribuídos nas unidades de negócio da organização.

Os processos de descobrir e priorizar novas demandas, implementar tarefas robotizadas, monitorar e sustentar são executadas pelas unidades de negócios separadamente.

Prós:

  • Aumenta a capacidade de executar projetos de automação, já que cada área poderá estabelecer suas prioridades e avançar com seus projetos.
  • Possibilita às equipes criar soluções personalizadas com a proximidade com a operação do negócio.
  • O gerenciamento dos custos é simplificado, já que custos e recursos robóticos são específicos de cada unidade.

Cons:

  • Requer capacitar mais pessoas para se atuar nos diferentes papeis dos projetos de robotização.
  • O conhecimento e experiência obtidos pelos projetos de cada equipe acabam ficando muito concentrados.
  • Requer um esforço maior na garantia da aplicação dos padrões organizacionais
  • Tende a obter níveis de maturidade diferentes entre os times.
  • Há uma menor otimização de recursos robóticos, uma vez que um time pode ter tarefas demais a automatizar mas precisa restringir aos robôs disponíveis para seu time enquanto outra área não evoluiu muito na robotização e tem recursos subutilizados.

CoE RPA Centralizado

O modelo de CoE centralizado reúne todos os recursos para conduzir a automação RPA para a organização em um time integrado.

Os processos de descobrir e priorizar novas demandas, implementar tarefas robotizadas, monitorar e sustentar são executadas por uma equipe dedicada e especializada.

Prós:

  • A centralização de expertise permite que o time aprenda e desenvolva novas habilidades a partir das experiências dos diversos projetos.
  • Potencializa o ganho de escalabilidade na utilização da força de trabalho robótica.
  • Otimiza de recursos técnicos nos diferentes projetos de robotização.
  • Otimiza de recursos robóticos, possibilitando que um robô possa ter sua agenda de trabalho ocupada com atividades de diferentes unidades de negócio.
  • Possibilita maior gestão e padronização dos processos.
  • Possibilita melhor garantia da aplicação dos processos.
  • Uso de plataforma compartilhada.

Cons:

  • A expansão da iniciativa de processos pode ser mais lenta uma vez que o time está concentrado em um conjunto limitado de projetos de automação.
  • As unidades precisam concorrer pela priorização de seus projetos (como comumente acontece hoje com projetos de TI).
  • Os projetos tendem a apresentar maior esforço para alocação de recursos de negócio.

CoE RPA Híbrido

No espectro entre a gestão da força de trabalho digital centralizada ou distribuída, podem haver tons intermediários que combinam aspectos dos dois modelos  para melhor atender às necessidades e características da organização.

Estas definições podem influenciar a definição de papéis, processos e recursos.

Alguns exemplos:

  • COE Centralizado reúne periodicamente aprendizados para evoluir processos
    mas ciclo de vida da robotização é aplicada de forma distribuída nas unidades de negócio.
  • Processo de descoberta e análise da demanda é realizado pelas unidades, com implementação pelo CoE centralizado.
  • Processo de implementação pelo CoE centralizado mas monitoramento e
    sustentação providos pela unidade de negócio.

A decisão sobre o modelo de gestão, o estabelecimento de processos, papéis e recursos é uma importante reflexão que precisa estar no roadmap da organização que inicia sua jornada na adoção da força de trabalho digital e precisa ser iniciada tão logo as primeiras experiências de robotização comecem a acontecer.

Gostou deste artigo?

Esta e outras discussões sobre a adoção da força de trabalho digital são parte do curso RPA do Planejamento à Gestão: Como implantar uma força de trabalho digital, da iProcess Education. Confira as próximas turmas e inscreva-se!