A nova geração de BPMS na nuvem – e como eles podem alavancar a gestão por processos na sua empresa

A primeira geração de ferramentas para controlar atividades de processos, antes mesmo de BPM se tornar uma disciplina, eram os Workflows – soluções muitas vezes disponibilizadas como parte de uma solução maior (como um ERP) que possibilitava alguma customização dos fluxos de tarefas envolvidas em algum negócio. De forma especial, esses workflows visavam controlar fluxos de aprovações e ações e tinham um caráter fortemente humano.

Com a evolução da tecnologia e o crescimento das bases de informações, distribuídas em diversas aplicações diferentes dentro da infraestrutura das empresas, aliado ao crescente foco na otimização de processos dentro das empresas, estas soluções ganharam uma sigla própria: BPMS – Business Process Management Suites.

Os BPMS agregam diversas funcionalidades que possibilitam modelar, controlar e monitorar a execução dos processos de negócio, de forma transversal. Isto quer dizer que estas tecnologias evoluíram para um controle de execução dos processos buscando maior interação entre atividades humanas e disparo de ações em diferentes sistemas de informação, conforme a necessidade.

Com foco em tornar as interfaces de interação humana mais ricas (com construções de telas mais elaboradas) e adoção de melhores práticas no acionamento de ações em outros sistemas (especialmente visando aderência com arquitetura SOA), estas soluções acabaram se tornando suítes excessivamente robustas, que exigem elevada infraestrutura computacional pra sustentá-las, e, como consequência, tornando-se tão caras que acabaram afastando o sonho de gerenciar processos de muitas organizações onde o custo não justificava o investimento.

Nos últimos anos porém, temos visto nascer uma nova geração de suítes para gerenciamento de processos despontando no mercado de tecnologia – os BPMS na nuvem, em geral disponibilizados no modelo SaaS (Software as a Service).

Veja como as novas soluções de BPMS na nuvem podem alavancar as iniciativas de gerenciamento de processos em empresas de todo porte:

Motor de processos mais enxuto agiliza a disponibilização dos processos

A grande maioria dos BPMS tradicionais possuíam uma arquitetura na qual a camada de apresentação (telas das tarefas) eram acionadas da mesma forma que outros serviços, o que envolvia uma série de configurações como mapeamento de variáveis de entrada e saída, controles de salvamento intermediários dos dados e componentes visuais que eram um verdadeiro quebra-cabeças. Entre outros problemas, isso dificultava o envolvimento da equipe de negócios na definição das interfaces de uso, pois exigiam conhecimento técnico e de lógica de programação.
Os BPMS na nuvem, em geral, buscam formas mais simplificadas de possibilitar uma construção de interface rica nas tarefas de usuário do processo. Alguns recursos de BPMN de alta complexidade em processos (e baixíssimo uso em projetos reais), como gateways complexos ou controles de transações, não costumam fazer parte dessas suítes, que buscam uma relação 80-20 (cerca de 20% dos elementos que atendem a 80% das necessidades dos processos a serem gerenciados nas organizações).

Capacidade de integração com outros serviços oferecidos na nuvem amplia a inteligência do negócio

As soluções na nuvem baseiam-se em estruturas de conectividade já bastante estabelecidas ao mesmo tempo que conseguem adaptar-se mais rapidamente a novos protocolos de conexão – o que possibilita aos processos aproveitarem a riqueza da conectividade da internet para executar ações não apenas através do acionamento de serviços da sua infraestrutura de informação, mas também de outros serviços disponíveis através da web (por exemplo: serviço de verificação de risco de crédito).

Elimina necessidade de adquirir e manter infraestrutura própria para a solução

Muitas vezes ignorado no custo da solução, ter um BPMS instalado na infraestrutura do cliente não envolve apenas os custos com licenças de uso da solução. É comum que esse tipo de plataforma envolva outros custos como aquisição e manutenção de um servidor próprio de aplicações, e licenças de outros softwares de infraestrutura complementares como portais, barramentos, etc. As soluções disponibilizadas na nuvem já abstraem estes custos, porque muitas vezes uma mesma infraestrutura pode ser compartilhada com outros clientes – mantendo-se é claro o controle de segurança e sigilo sobre os dados de cada um. Este modelo de compartilhamento torna estas soluções mais acessíveis, além de serem modulares (podem ser combinadas com outras soluções de apoio à gestão como portais de gestão de conteúdo, ferramentas analíticas, etc)

Investimento pode começar numa iniciativa simples e crescer junto com o negócio

Os BPMS disponíveis na nuvem permitem gerenciar o custo, ampliando o número de licenças ou a capacidade de processamento conforme a organização for implantando os processos e envolvendo mais pessoas. Assim, a iniciativa de suporte tecnológico para BPM não precisa iniciar grande – ela pode começar com passos bem medidos e planejados de investimento.

Isto também simplifica “dar um pé atrás”. Se o primeiro projeto já demonstrou que a ferramenta não é a mais aderente para as necessidades de processo ou mesmo da cultura da empresa, é mais fácil repensar e mudar de plataforma (sem aquela sensação de ter que forçar a barra para justificar o tempo e dinheiro gasto na aquisição e implantação de uma plataforma muito robusta).

Mais simples de começar

As plataformas de BPM na nuvem já estão prontas e são rapidamente disponibilizadas mediante um start up muito menor. Ainda que seja necessário algum trabalho de inicialização da plataforma, como por exemplo integração com as soluções de gestão de identidades da organização, estruturação da hierarquia de áreas e funções, etc, ainda assim o início do uso da solução é mínimo perto das plataformas instaladas. Além disso, estas ações de inicialização podem acontecer em paralelo à modelagem e configuração do primeiro processo, trazendo ainda mais agilidade para a implantação da solução.

Isto possibilita começar com processos simples e pequenos, sem integração ou baixa interação com outros sistemas, demonstrando resultados rapidamente e possibilitando disseminar a cultura BPM na organização.

Modelagem na nuvem estimula a colaboração e transforma gestores e participantes em profissionais do conhecimento

Os modelos de processos na nuvem podem são mais fáceis de serem compartilhados e editados por grupos de pessoas, ao mesmo tempo que controlam diferentes niveis de segurança (quem pode ver, quem pode editar, quem pode disponibilizar) e mantêm histórico das diferentes versões do processo.

Isto estimula os participantes a contribuírem mais ativamente na elaboração do fluxo e também das interfaces e formulários para as tarefas que serão executadas no processo automatizado.


Procurando ajuda para identificar a plataforma de BPM mais alinhada com as necessidades da sua empresa? Conheça os serviços da iProcess em soluções e projetos de automação de processos:
http://iprocess.com.br/bpm/automacao-de-processos/

 

7 Ferramentas Gratuitas para Criar Diagramas de Processos com BPMN

Avaliamos 7 editores de diagramas de processos gratuitos para você criar e editar diagramas de processos com a notação BPMN. Confira nosso overview sobre o Bizagi Modeler, Aris Express, BPMN.io, Draw.io, Yaoqiang BPMN Editor, HEFLO! Documentação e Modelio!

1) Bizagi Modeler

A ferramenta mais conhecida pelos analistas de processos está no mercado como uma solução gratuita há uns bons anos.

O Bizagi Modeler é fácil de usar e usa cores nos elementos para facilitar a identificação.

A ferramenta possui uma tradução das funcionalidades e da maioria dos elementos para português (mas os nomes usados podem variar de uma versão para a outra, já que não existe uma tradução oficial da notação para o nosso idioma).

Dos diagramas de BPMN, permite criar apenas o Diagrama de Processo (Orquestração).

A ferramenta tem recursos que ajudam a evitar a utilização equivocada de alguns elementos, e possui um verificador que ajuda a validar a integridade do processo (regras básicas da notação BPMN).

Além de desenhar o fluxo do processo, é possível documentar os elementos criando novos campos para complementar o modelo com informações.

Os diagramas criados são gravados no formato próprio da ferramenta (extensão .bpm) mas podem ser exportados para formatos de imagem como PNG e BMP, além de gerar documentações no formato de manuais que podem ser exportados em PDF, DOC, para wiki e também um formato navegável HTML. É possível também exportar e importar arquivos nos formatos padrões BPMN e XPDL.

Um outro recurso interessante é a simulação de processos.

Para baixar, experimentar e descobrir mais sobre esta ferramenta:
http://www.bizagi.com/pt/produtos/bpm-suite/modeler

 

2) ARIS Express

O ARIS Express é uma versão light da conhecida plataforma de análise de processos, o ARIS Platform.

Criada originalmente como parte da plataforma que desenvolveu por muitos anos a notação EPC (Event-driven Process Chain), a solução precisou se adequar à nova realidade do mercado e incorporar ao seu conjunto de diagramas o BPMN. Assim, a versão express desta ferramenta permite criar diagramas com notações como Cadeia de Valor, organograma, modelo de dados, EPC e é claro, BPMN. Porém, diferentemente da plataforma, os arquivos são gravados no próprio computador do usuário.

Apesar do uso de cores para diferenciar os tipos de elementos, a ferramenta não possui grande apelo visual e é um pouco restritiva no manuseio. Além disso, a curva de aprendizagem para dominá-la a fim de criar bons diagramas pode ser um pouco maior do que o esperado (e em alguns momentos um pouco frustrante até se descobrir alguma forma mais simples de resolver uma dificuldade). Por outro lado, possui funcionalidades interessantes, como a criação de documentação complementar e exportação para formatos de documentos como PDF ou RTF.

Os arquivos de diagramas são salvos no formato proprietário da ferrramenta, o Aris Document Format (.adf).

A ferramenta está disponível em inglês (e alemão).

Para baixar*, experimentar e descobrir mais sobre esta ferramenta:
http://www.ariscommunity.com/aris-express
* para fazer o download, é preciso criar uma conta na Aris Community. 

 

3) BPMN.io

Extremamente leve, este editor de BPMN desenvolvido pela alemã Camunda permite criar diagramas de processo sem precisar instalar nenhum aplicativo.

O editor é totalmente web e funciona diretamente no browser do computador. É simples e muito fácil de sair criando diagramas e possui grande aderência à notação BPMN para diagrama de processo (orquestração).

Permite apenas criar diagramas gráficos, sem muita informação adicional. Não possui recursos complementares.

Os diagramas criados podem ser baixados para o seu computador no formato padrão .bpmn (que pode ser recarregado e editado posteriormente) e em formato de imagem PNG.

Para acessar, experimentar e descobrir mais sobre esta ferramenta:
http://bpmn.io

 

4) Draw.io

Originalmente criado como uma ferramenta online de criação de diagramas tipo flowchart, o Draw.io incorporou como uma das notações visuais para desenho a palheta de elementos de BPMN. Com isso, este editor vai na mesma linha do BPMN.io, um pouco mais rico nas funcionalidades visuais (é possível usar cores) mas com menos recursos específicos para a modelagem, como a ausência de validação. Como permite criar vários tipos de diagramas diferentes e misturar as palhetas, pode ser um pouco confuso para iniciantes discernir se estão criando um diagrama corretamente pois é possível usar em um mesmo diagrama os tipos de elementos visuais de notações diferentes.

Os diagramas são salvos em qualquer um dos principais serviços de armazenamento na nuvem, como Google Drive, Dropbox ou OneDrive (basta ter uma conta) ou então pode ser gravado no seu próprio computador (em formato XML, que pode ser recarregado e editado posteriormente). A principal vantagem de usar um serviço de armazenamento na nuvem é que outros usuários poderão acessar o mesmo diagrama e fazer contribuições.

A palheta de BPMN está espalhada em grupos como “General”, “BPMN General”, “BPMN Gateways”, “BPMN Events”. Além disso, a ferramenta possui muitos elementos “inventados” sobre a notação BPMN que não existem na especificação formal, o que pode tornar seu uso ainda mais confuso (até mesmo para analistas experientes).

Os diagramas criados nesta ferramenta são puramente desenhos vetoriais em tela, não há nenhum tipo de validação ou verificação se a modelagem está correta.

Para acessar, experimentar e descobrir mais sobre esta ferramenta:
http://draw.io

 

5) Yaoqiang BPMN Editor

Esta ferramenta de modelagem de processos desenvolvido pela Blenta Software é uma das mais completas e aderentes à notação e é open source (software livre). Além de modelagem de diagrama de Processo (Orquestração), também possui todos os elementos para a criação dos dois outros tipos de diagramas da notação: Conversação e Coreografia (o único editor gratuito que identificamos até agora que comporta os três tipos de diagramas nativamente).

Um ponto forte deste editor é que a ferramenta possui um compromisso estabelecido em seguir rigidamente as definições da especificação formal da OMG para a representação gráfica dos processos, o que garante um elevado nível de aderência dos elementos e validações de regras de utilização.

Embora não possua um apelo visual muito grande, em termos de funcionalidades para a criação de diagramas, é bastante completa. 

Os processos mapeados podem ser baixados para o seu computador no formato padrão .bpmn (que pode ser recarregado e editado posteriormente) e em formato de imagem PNG.

A ferramenta é em inglês (e possui outros idiomas como alemão, francês e chinês – sim, porque a empresa fabricante é chinesa!).

Os diagramas criados podem ser gravados no formato padrão .bpmn e em formatos variados de imagem, como PNG, BMP e JPG.

Para baixar, rodar e usar*:
https://sourceforge.net/projects/bpmn/
* pré-requisito: Java Runtime Environment.

 

6) HEFLO! Documentação

Com uma interface leve e agradável, o módulo de documentação BPMN da HEFLO é online e permite criar diagramas de processo sem precisar instalar nenhum aplicativo. Embora o produto esteja na versão beta, a empresa se comprometeu (através de seu site) que este módulo será  gratuito para sempre.

O editor é totalmente web, possui uma interface bastante fácil de usar e funciona diretamente no browser do computador. É muito fácil de sair criando diagramas e possui grande aderência à notação BPMN para diagrama de processo (orquestração). Um outro fator interessante é que os elementos da palheta estão todos identificados em português.

Durante a modelagem, as raias se auto-ajustam conforme os elementos são adicionados.

Além da criação do diagrama, é possível gerar documentações ricas de cada elemento através de um editor de texto bastante rico, com formatação de texto, criação de tabelas, entre outros.

Os diagramas criados são gravados em nuvem própria do produto. Além disso, é possível exportá-lo para o formato padrão .bpmn, imagem PNG ou de documentação, como PDF, DOC e HTML (estático).

A ferramenta é toda em português!

Para acessar, experimentar e descobrir mais sobre esta ferramenta:
https://app.heflo.com/

 

5) Modelio

Esta ferramenta de modelagem de processos é outro software do tipo open source, cujo objetivo original é a modelagem de diagramas UML, mas que foi estendida para criar diagramas de processos em BPMN.

Quem utiliza tem a sensação de estar trabalhando em uma ferramenta de desenvolvedor – e é verdade, pois ela é baseada no Eclipse, famosa interface para desenvolvimento de software.

Os facilitadores de modelagem encontrados em outras ferramentas não ocorrem neste editor.

Para começar a modelar é preciso criar um “Projeto” e então dentro dele criar um diagrama BPMN. Os elementos, inclusive conectores, precisam ser adicionados um a um no diagrama. A definição dos tipos de tarefas e eventos também não é muito simples – é preciso acessar a janela de propriedades do elemento no diagrama para então escolher entre os tipos. No final das contas, criar um diagrama BPMN nessa ferramenta pode ser trabalhoso e pouco produtivo comparado às outras.

Apesar disso, em termos de notação BPMN a ferramenta é bastante aderente, pois contém praticamente todos os elementos e usando a funcionalidade de Audit pode-se fazer validação das regras da notação conforme a especificação da OMG.

Os diagramas não são salvos avulsos, eles ficam dentro do arquivo de projeto. É possível exportar para formato de imagem como PNG ou JPG.

A interface é somente em inglês.

Para baixar, rodar e descobrir mais sobre esta ferramenta:
https://www.modelio.org/

 


… e mais um dois!
(atualizado em 12/09/16 15:36; reatualizado em 06/07/17 14:51)

8 ) Sydle

Esta ferramenta brasileira é mais do que apenas um editor de diagramas em BPMN – é uma suíte para gerenciamento de processos. Por este motivo, a solução possui muitas outras funcionalidades que vão além da modelagem do processo. Como estamos tratando neste artigo especificamente de ferramentas de criação de diagramas BPMN, vamos nos ater às funcionalidades relacionadas a este tipo de solução.

O modelador é web, portanto não é necessário baixar ou instalar nenhum programa. Para criar modelos no Sydle é preciso criar uma conta, mas pode ser na versão gratuita (Community) da ferramenta. A utilização de outras funcionalidades além da modelagem pode exigir a escolha por uma licença paga (veja no site do produto os diferentes recursos).

Como o foco principal da ferramenta é a modelagem de processos para serem automatizados através do próprio produto, estão disponíveis para a modelagem apenas os elementos de BPMN implementados na automação. Mesmo assim, atende a quase toda a especificação na subclasse descritiva (à exceção dos elementos de pool e fluxo de mensagem e os acessórios data object e data store).

Para a documentação, a ferramenta disponibiliza um mini-editor de texto.

O salvamento dos diagramas é realizado no servidor da Sydle, e é possível extrair uma versão impressa de documentação tipo manual de processo, com a imagem do diagrama e o detalhamento da documentação com recursos ricos de formatação de texto, inclusive uso de tabelas.

Como outras ferramentas, possui o recurso de menu de contexto, que permite ir criando o fluxo a partir do conector no elemento anterior.

A ferramenta faz auto-salvamento a cada elemento adicionado no processo.

Não há funcionalidade específica para fazer a validação do modelo no editor, mas algumas regras básicas são verificadas automaticamente (por exemplo, não permite conectar o evento final a outro elemento de fluxo).

Não há recursos padrão de exportação.

Esta solução é brasileira e a interface é totalmente em português.

Para criar uma conta e experimentar esta ferramenta:
http://www.sydle.com/br/bpm/

9 ) Bonita BPM

A pedidos de muitos dos nossos leitores (valeu pelas sugestões!) estamos incluindo na lista o Bonita BPM, cuja ferramenta permite criar fluxos de processos na notação BPMN e é gratuita.

Como o Bonita BPM tem algumas particularidades adicionais, criamos um artigo novo só para ele:
Mais um editor BPMN free: Modelador do Bonita BPM. Confere lá!


Fatos interessantes:

  • Os editores BPMN.io, Heflo Yaoqiang gravam os arquivos com os diagramas de processos no formato padrão da notação (.bpmn). Este arquivo é um XML padronizado. Como resultado, é possível abrir arquivos criados em uma ferramenta na outra. Em alguns casos, conseguimos fazer isto com pouca perda de informação, mas alguns aspectos, principalmente relacionados a conectores, apresentaram alguns problemas.Uma outra restrição é que arquivos do Yaoqiang com mais de uma aba de diagrama abrirá apenas o primeiro deles no BPMN.io ou no Heflo, que não trabalham com multi-diagramas.


 


Conhece algum outro editor que deveria estar nesta lista? Manda a dica para nós!

Mas atenção, tem que ser:

Webinar – Do Modelo TO BE para a Automação – o que é preciso repensar sobre o processo

Neste webinar, apresentado por Kelly Sganderla em 25/08/16, compartilhamos nosso expertise e experiência sobre a importância de realizar um redesenho tecnológico do TO BE, considerando aspectos importantes sobre a visão de processo e visão sistêmica da Solução.

Aos que participaram da transmissão ao vivo, um muito obrigado em nome do time da iProcess!

Os slides utilizados na apresentação também estão disponíveis no SlideShare:
http://www.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/webinar-iprocess-do-modelo-to-be-para-a-automao-um-repensar-sobre-o-processo

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: Para automatizar processos e adotarmos um BPMS, temos uma etapa que é a escolha da ferramenta BPMS. Devemos ter ações paralelas para definir junto ao cliente qual BPMS a ser adotado, caso o cliente não tenha definido qual a ferramenta a utilizar? Que dificuldades afetam o projeto (redesenho e automação) na escolha da ferramenta?
Certamente uma etapa importante na automatização de processos é a escolha de uma da suíte de BPM (BPMS). Dificilmente, porém, a organização irá adquirir um BPMS para automatizar um processo específico, pois este tipo de ferramenta é uma plataforma para automação e controle dos processos da organização. A escolha da plataforma para a gestão de processos é uma decisão corporativa. Cada solução disponível no mercado tem seus pontos fortes e fracos, e seus recursos precisam ser avaliados em relação às necessidades da organização, como sua estrutura, cultura organizacional e planos atuais e futuros para os processos da empresa. A escolha da ferramenta pode impactar diretamente no projeto de automação, pois de acordo com os recursos e funcionalidades disponíveis no produto, o redesenho tecnológico do processo pode mudar.
A iProcess Education lançou recentemente um Kit de Avaliação de plataformas de BPM com vídeo aulas e planilhas de templates para comparação e avaliação de aderência de produtos a centenas de requisitos que precisam ser considerados nesta avaliação, entre as quais os recursos que o produto disponibiliza para o desenvolvimento da automatização do processo.
Para saber mais, visite a página: www.iprocesseducation.com.br/avaliacao_plataformas_BPM

 

Pergunta: Trabalhar o TO-BE significa custo, para empresa como o todo, ainda mais como o TO-Be tecnologico que aparentemente gera mais custo. Tem algum valor de beneficio entre o TO-BE e o TO-BE tecnologico?
A melhoria de processos não deve ser vista como um custo, mas como um investimento. Assim, não devemos avaliar o valor e os benefícios do redesenho de processos pelo custo deste trabalho, e sim pelo seu potencial de retorno do investimento. O redesenho tecnológico possibilita criar uma nova visão de futuro (TO BE) que ao ser comparada com a situação atual nos apresentará que ganhos teremos no processo em termos de redução de custos da sua execução, redução da duração do processo e melhoria na qualidade e produtividade. Isto é fundamental para o cálculo do ROI do projeto – um tema que trabalhamos muito fortemente nos nossos treinamentos do Ciclo BPM.

 

Pergunta: Se a TI não conhece a ferramenta a empresa auxilia neste trabalho a 4 mãos?
Se a equipe que fará o desenvolvimento para a automação do processo não conhece a ferramenta, há um risco bastante elevado de definições sobre o processo não serem viáveis de automação com o produto escolhido, ocasionando necessidades de mudança do processo e do escopo de trabalho durante o projeto – o que no final das contas poderá aumentar o seu custo de implementação. Neste caso, o ideal é contar com um apoio do fabricante ou de consultoria especializada que conheça bem o produto, para realizar este redesenho tecnológico do TO BE.

 

Pergunta: Eu gostaria de rever os slides que falam sobre analista de negócio e de TI agora do final da apresentação.
Os slides utilizados na apresentação estão disponíveis no link do slideshare acima e você também pode rever esta parte da apresentação no vídeo gravado!

O novo kit de Avaliação de Plataformas de BPM da iProcess é aquela mãozinha que faltava para escolher um BPMS para sua organização!

Olá pessoal! Estamos muito felizes em anunciar nosso novo produto de conhecimento!

Trabalhamos muito estudando com profundidade esse tipo de tecnologia, avaliando e comparando diversos produtos e produzindo vídeos explicativos sobre como selecionar uma solução de BPM, com o objetivo de ajudar organizações no seu processo de escolha e aquisição de um BPMS.

O resultado deste trabalho é nosso novo Kit de Avaliação de Plataforma de BPM, que tem vídeo aulas, templates com centenas de requisitos para serem aplicados a qualquer BPMS e ainda planilhas preenchidas com a avaliação de importantes soluções de BPM do mercado brasileiro:

http://avaliacaobpm.iprocesseducation.com.br

Este pacote de conhecimento é ideal para você e sua organização que:

… saiu na frente modelando processos com ferramentas como o Bizagi Modeler, o Visio, o Aris Express ou outro software de criação de diagramas. Agora, quer dar o próximo passo e adotar uma suíte para BPM corporativa, para:

    • modelar mais processos, usando uma estrutura centralizada e padronizada.
    • compartilhar o conhecimento sobre os processos com todos os envolvidos
    • centralizar e controlar as inúmeras versões dos processos AS IS, TO BE, e TO DO
    • organizar a relação dos processos e como eles contribuem para a cadeia de valor da organização, permitindo priorizar projetos que efetivamente tragam resultados para o negócio
    • monitorar o desempenho do processo e do negócio em paineis de monitoramento (dashboards) de indicadores coletados automaticamente dos sistemas da empresa
    • fazer a integração de sistemas de acordo com as necessidades dos processos, fazendo com que o negócio tenha informações mais ágeis para o dia a dia da organização

… já viu diversas apresentações de fornecedores de BPM mas tem dificuldades em comparar as soluções pelos diversos tipos de recursos e modelos de fornecimento (na nuvem, instalada, dedicada, com mais ou menos recursos), porque cada fornecedor destaca um benefício diferente

… já pegou a lista de critérios de outras empresas mas se questiona se não está solicitando recursos demasiados para o que a sua organização realmente precisa

… tem muitas dúvidas sobre quais recursos realmente são realmente relevantes e o que é embelezamento agregado pelo fornecedor

… já gastou (ou está prestes a gastar) horas e horas de sua equipe para pesquisar na internet, avaliar e comparar produtos que ouviu falar ou alguém indicou, deixando projetos importantes de lado para assistir inúmeras apresentações, tentar fazer testes e decidir por uma plataforma mais cara que parece ter tudo (e muito mais) ou mais barata (que acaba sendo mais cara porque requer muito mais trabalho para utilizá-la).

 No vídeo abaixo, explicamos o que há no kit e como pode ser utilizado por sua organização para agilizar o processo de escolha e aquisição de uma plataforma de BPM:

Saiba mais sobre o kit e como adquirí-lo em:

http://avaliacaobpm.iprocesseducation.com.br

Achou interessante?
Compartilhe com seus colegas, seu chefe, sua equipe de TI, usando os botões de compartilhamento aí em baixo!

Webinar – O que a automatização pode fazer pelos seus processos de negócio?

Neste webinar, apresentado por Eduardo Britto em 12/08/16, compartilhamos nosso expertise e experiência sobre benefícios que podem ser obtidos no gerenciamento de processos de negócio com a utilização de soluções de tecnologia.

Aos que participaram da transmissão ao vivo, um muito obrigado em nome do time da iProcess!

Os slides utilizados na apresentação também estão disponíveis no SlideShare:
http://www.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/webinar-iprocess-o-que-a-automao-pode-fazer-por-seus-processos

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Qual a diferença entre BPMS e workflow?

Resposta: Workflow é um dos conceitos de tecnologia para processos mais antigos, com mais de 30 anos de uso no mercado. É a tecnologia que propicia o controle de fluxos de trabalho de forma automatizada, gerenciando a execução sequenciada de tarefas executadas por pessoas e por sistemas. Com o amadurecimento da disciplina de gestão por processos de negócio, novas tecnologias foram agregadas ao simples gerenciamento de tarefas. Assim, uma suíte BPM (ou BPMS) é uma ferramenta mais completa, que também incorpora um motor de processos (workflow) incorporando outros componentes como: modelador gráfico de processos, gerenciamento de regras de negócio, gerenciamento de interação com outros sistemas e pessoas, recursos de gestão proativa do processo entre outros.
Sugerimos a leitura do artigo abaixo, que fala mais sobre o tema:
BPM e Workflow – qual a diferença? 

 

Qual a ferramenta usada para os exemplos de automação?

Resposta: A iProcess trabalha hoje com diversos BPMS, tais como Oracle BPM, Lecom BPMS, Sydle, Orquestra, BizAgi e Oracle PCS. As telas dos exemplos da apresentação forem retiradas de alguns destes produtos.

 

Qual a ferramenta sugerida  para simulação?

Resposta: Existe diferentes produtos pagos no mercado que permitem a realização de simulação de processos. Contudo, o mais conhecido e que sugerimos que seja avaliado numa primeira iniciativa é a funcionalidade de simulação do BizAgi, por ser um software hoje gratuíto, acessível para a maioria das pessoas, e que possui bons recursos de simulação. Vocês podem conhecer um pouco mais do simulador do BizAgi no Webinar Simulação como Ferramento de Análise de Processos de Negócio.

Oracle SOA Suite 12c – novidades desta nova versão

A mais nova versão lançada pelo Oracle do SOA Suite, a 12c, apresenta muitas novidades e promete melhorias em desempenho e interface. Neste artigo apresentamos uma visão geral das novidades apresentadas pela Oracle, baseada no documento disponibilizado pela empresa nomeado “What’s New in Oracle SOA Suite 12c”.

Introdução

O aumento inevitável da complexidade das integrações e novos desafios apresentados pelo mundo atual, como a integração com as aplicações na nuvem, com os dispositivos móveis e a Internet das Coisas (“Internet of Things”, IoT), foram os pilares para o desenvolvimento desta nova versão. O Oacle SOA Suite 12c foi desenvolvido com foco na simplificação das integrações destes desafios em uma única plataforma baseada em padrões de mercado.

Integração com a nuvem

O recentemente lançado Oracle Cloud Adapters simplifica a integração das aplicações na nuvem com a infraestrutura já existente, oferecendo, além de conectividade baseada em padrões, bases para auditorias, conformidade, segurança e governança.

Eles permitem que o desenvolvedor não precise desenvolver lógicas específicas para gerenciar as conexões, focando na lógica de negócio. Para a criação dos adapters, são oferecidos assistentes com opções e configurações.

Em resumo, a maioria das nuances da integração com as aplicações na nuvem, tais como gerenciamento de sessão, tratamento de arquivos WSDL complexos e segurança são tratadas pelo próprio adapter, reduzindo a possibilidade de erros, o ciclo de desenvolvimento e o custo de manutenção.

Também foi disponibilizado o Cloud Adapter SDK, onde é possível criar o seu próprio adapter utilizando a mesma ferramenta usada pela Oracle. Ela oferece um conjunto de APIs, tanto para situações em tempo de projeto quanto em tempo de execução.

Dispositivos móveis

Atualmente os usuários exigem a possibilidade de utilizar seus smartphones e tablets para acessar os dados corporativos e aplicativos de negócio, onde e quando quiserem. Para ajudar nesta mudança de paradigma, o Representational State Transfer (REST) e o JavaScript Object Notation (JSON) surgiram como padrões dominantes para expor serviços e APIs para dispositivos móveis.

O Oracle SOA Suite 12c incluiu o REST bindind no JDeveloper para simplificar a exposição das implementações tradicionais do SOA Suite para dispositivos móveis. Ele está disponível para os composites SOA e para os serviços do Service Bus, permitindo expor interfaces e invocar serviços REST externamente.

Internet das Coisas (IoT)

Os dispositivos e aparelhos estão se tornando cada vez mais conectados, e a internet das coisas está se fazendo muito presente. Neste cenário, o Middleware atua como uma ponte entre os dispositivos e as aplicações corporativas.

Processamento de eventos é parte integrante desse tipo de plataforma, pois grande quantidade de dados são enviados dos dispositivos e é essencial distinguir que dados são importantes e quais não são.

O Oracle Event Processing (OEP) vem com a promessa de análise em tempo real e dados em alta velocidade, se tornando uma solução para construir aplicações IoT para filtrar, correlacionar e processar os eventos. Nesta nova versão, a Oracle integrou mais fortemente a plataforma OEP com o Oracle Service Bus (OSB) e com o Oracle SOA Suite Event Delivery Network (EDN).

Managed File Transfer

O Oracle Managed File Transfer (Oracle MFT) é um produto novo desta versão, que permite trocas de arquivo seguras, gerenciamento entre departamentos internos e parceiros externos e facilidade de uso, especialmente por pessoal não técnico. As suas capacidades de relatório permitem obter um status da transferência do arquivo e o seu reenvio, se necessário.

B2B

O Oracle B2B 12c foi integrado mais fortemente com o Oracle SOA Suite e Oracle Managed File Transfer. Os usuários do B2B podem enviar e receber mensagens no Oracle B2B utilizando o Managed File Transfer, além da possibilidade da transmissão de documentos grandes. Para melhoria de gerenciamento e monitoramento, o B2B foi integrado com o SOA Error Hospital, comentado posteriormente. Para simplificar a experiência dos usuários que utilizam Web Services no B2B, foi adicionado o suporte ao Local Policy Attachment para configuração de segurança de Web Services.

Melhoramentos para produtividade

  • Instalação rápida: o processo foi simplificado, e para ambientes de desenvolvimento oferece uma base onde todos os componentes do SOA Suite são instalados, além do JDeveloper com o servidor WebLogic integrado e todas extensões .
  • Interface unificada de desenvolvimento: foi dado um passo para integrar os componentes do Oracle SOA Suite, Oracle Service Bus (OSB) e o Oracle Event Processing (OEP). Foram criadas interfaces e editores no JDeveloper para o desenvolvimento de projetos do OSB e OEP integrados e compartilhando recursos já presentes anteriormente.
  • Templates: novos recursos que ampliam a possibilidade de compartilhamento e reuso de serviços e componentes, permitindo a customização de modelos de projetos, de componentes, de grupos de atividades em um processo BPEL e pipeline do OSB.
  • Subprocessos BPEL: promovem o reuso e compartilhamento de fragmentos da lógica de negócio, que podem ser inline (dentro de um processo BPEL) ou standalone (externo).
  • Melhoramentos no depurador: foi incluído no JDeveloper um depurador visual, como um depurador java, que permite definir pontos de parada nos composites SOA, processos BPEL e pipeline do OSB.
  • Melhoramentos nos testes: o SOA Suite test framework foi aprimorado, onde as entradas e saídas podem ser geradas automaticamente ou carregadas de um arquivo, mensagens podem ser verificadas, serviços externos e falhas podem ser emuladas e os testes podem ser rodados diretamente do JDeveloper, mostrando relatórios detalhados de cada rodada de testes.
  • Novos adapters: novos adapters de aplicação e tecnologia estão disponíveis nesta nova versão. Eles são o Oracle Adapter for SAP R/3, Oracle Adapter for JD Edwards World, Coherence Adapter, Oracle Adapter for MSMQ, Oracle Adapter for LDAP e o melhorado UMS Adapter.
  • Novas funcionalidades nos adapters: foi ampliado o suporte ao SOA Suite, Service Bus e projetos BPM, ativação e desativação agendada, integração com o depurador, monitoramento e diagnóstico no Enterprise Manager Fusion Middleware Control (EM).
  • Tradução e transformação de dados: foi estendida a habilidade de tradução do native XSD (nXSD) para os processos BPEL, Service Bus e Mediador. Inclui também um novo editor para XQuery, fornecendo uma visão bidirecional para a construção de módulos e bibliotecas XQuery 1.0. Houve também aprimoramentos no XSLT Mapper, permitindo o uso do Design View para lógicas maiores e mais complexas, a introdução de duas novas visões (Map View e XSLT View), entre outros melhoramentos.

 Melhoramentos de gerenciamento

  • Gerenciamento dos projetos OSB: todas as operações e tarefas de gerenciamento do OSB foram movidas para o Enterprise Manager Fusion Middleware Control, porém as configurações dos serviços continuam disponíveis no Service Bus Console juntamente com o JDeveloper.
  • Melhoramentos no Enterprise Fusion Middleware Controlforam implementadas mudanças para melhorar a responsividade e simplificar a administração e o tratamento de problemas diários. Entre as mudanças estão o redesenho do dashboard SOA principal, o melhoramento das pesquisas, a prevenção ao carregamento inicial de dados excessivos e o melhoramento no rastreamento das instâncias (incluindo Service Bus, B2B e Managed File Transfer). Também foi criado o Error Hospital para agregar as instâncias que geraram falhas, baseado em vários critérios, permitindo assim realizar ações corretivas coletivamente.
  • Alertas de notificação de falhas: alertas de falha podem ser enviados aos administradores automaticamente, ou por agendamento, por vários canais de comunicação como e-mail e SMS.
  • Melhoramentos para desempenho: esta nova versão utiliza os gerenciadores de trabalho do servidor WebLogic. Isto simplifica a configuração e permite ao SOA efetivamente utilizar os recursos disponíveis. Esta versão também fornece perfis de banco de dados pré-ajustados para automaticamente habilitar características de desempenho apropriadas, baseadas no tamanho esperado dos dados.
  • Enterprise Scheduler Service: novo componente que permite agendar a execução de componentes SOA ou serviços. Também pode ser utilizado para ativar ou desativar adapters que estão realizando pooling em horários específicos.
  • Integração contínua: esta versão fornece um plugin Maven que permite os times de desenvolvimento criar, construir, empacotar e realizar deploy de projetos SOA. Através do Maven, um servidor de integração contínua pode ser utilizado para gerenciar os projetos SOA.

 Melhoramentos adicionais

  • Criptografia de informações pessoais: devido ao Enterprise Manager Fusion Middleware Control expor as mensagens aos administradores, foi adicionada a possibilidade de realizar a criptografia de campos específicos da mensagem.
  • Fault Policy Editor no BPEL: nesta versão as politicas de falhas podem ser configuradas utilizando a interface visual Fault Policy Editor.
  • SOA Design-Time Meta Data Services Repository: foi criado um repositório MDS baseado em arquivos para ser usado em tempo de desenvolvimento. Ele é automaticamente configurado quando a aplicação SOA é criada.
  • Aceleração da inicialização: novos perfis modulares permitem iniciar a plataforma SOA em subconjuntos de funcionalidades, reduzindo o tempo médio de inicialização da plataforma. Outra novidade quanto a isso é a possibilidade de realizar o carregamento dos composites apenas quando utilizados.
  • Re-sequencer no Service Bus: este recurso permite que o Service Bus ordene as mensagens baseado em uma informação sequencial ou cronológica.