iProcess lança a edição 2015 de webinares para comemorar os 20 mil acessos mensais ao blog!

É com muita alegria que estamos comemorando este mês a marca de 20 mil acessos mensais ao nosso blog! Em nome do time da iProcess que se dedica a levar a nossos leitores o conhecimento e experiências que vivenciamos em nossos projetos, o nosso muito obrigado!

E para compartilhar esta alegria com vocês, estamos lançando a edição  2015 dos Webinares da iProcess, com uma programação mensal que será realizada de junho até o final do ano.

Confira a nossa agenda com os Webinares já confirmados e outros assuntos que nos esperam no segundo semestre!

Tema: Migração de Processos de EPC para BPMN
Dia 16/06/2015, às 10h.
Com um longo histórico de sucesso, o EPC foi por muito tempo uma das notações mais utilizadas no mercado.
Com o fortalecimento do BPMN como principal notação para a modelagem de processos, contudo, muitas empresas passaram a avaliar a migração do seu repositório de processos de EPC para BPMN. Neste Webinar iremos apresentar as principais diferenças de representação entre as duas notações e mostrar algumas sugestões para que seja feita esta migração.
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Tema: Funcionalidades de uma Solução de BPA
Dia 30/06/2015, às 15h.
Qual a diferença entre desenhadores de processos e ferramentas de BPA? Neste webinar iremos apresentar estas diferenças e mostrar na prática, pela demonstração de uma ferramenta, em quê os requisitos de uma solução de BPA podem auxiliar as iniciativas de processo da sua organização.
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Tema: Plataformas BPM: Como um mesmo requisito pode ser atendido de formas diferentes
Dia 16/07/2015 às 10hs
Na avaliação de plataformas de BPMS para a escolha daquela a ser adotada pela organização, não é raro que mais de uma plataforma atenda um determinado requisito desejado pela organização. Mas será que atendem da mesma forma? Será que o fato do requisito ser atendido faz com que o produto o atenda da melhor forma? Neste Webinar mostraremos situações em que um mesmo requisito pode ser atendido por plataformas diferentes de formas diferentes, e que isso pode fazer toda a diferença na hora da escolha.
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Tema: Desafios Comuns em um Projeto de BPM
Dia 11/08/2015, às 15h
Projetos de redesenho e automação apresentam desafios que, quando conhecidos, podem ser evitados ou mitigados.
Neste Webinar iremos detalhar alguns dos desafios mais comuns em projetos de BPM para que possam ser tratados antes que se tornem problemas.
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Tema: BPMN: Modelando a Comunicação entre Processos
Data: 10/09/2015, às 10h
A comunicação entre participantes internos, externos e entre processos na modelagem BPMN, apesar de simples, pode gerar muitas dúvidas nas modelagens iniciais. Como represento que um participante passa o processo para o próximo? Como modelo a situação em que um fluxo quando termina deve dar início a outro? Neste webinar mostraremos como cada situação deve ser modelada de acordo com o uso padrão da notação, as diferentes abordagens possíveis e vantagens em cada uma.
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Como funciona?

É simples: inscreva-se no webinar através do link do evento e você receberá um e-mail de confirmação.
Na data e horário do evento, acesse o link indicado no e-mail usando um computador com fones e aguarde a seção começar.
Importante: chegue um pouco antes para garantir sua participação. O número de participantes assistindo ao vivo é limitado a 100 pessoas, e os lugares são disponibilizados por ordem de chegada!
Durante a apresentação, você poderá interagir com o instrutor enviando perguntas via chat, que serão respondidas ao final do seminário.

Quer ser avisado por e-mail quando iniciarmos as inscrições para os próximos webinares?

Acesse www.iprocess.com.br/contato, preencha o formulário e receba notícias sobre nossos webinares e treinamentos!

Webinares iProcess 2014 – Introdução à notação BPMN

Aos que participaram do nosso webinar ao vivo, um muito obrigado em nome do time da iProcess!

Aos que não puderam participar, esta é a oportunidade para conferir a gravação de nosso webinar de introdução a BPMN, apresentado pela Kelly Sganderla em 28/8/2014.

 

A apresentação também está disponível no slideshare:
http://pt.slideshare.net/iProcessBPMeSOA/webinares-iprocess-2014-introduo-a-notao-bpmn

Inscrições encerradas (evento finalizado).

PERGUNTAS & RESPOSTAS DO WEBINAR DE INTRODUÇÃO A BPMN

Confira abaixo as respostas para perguntas enviadas por nossos participantes durante o evento:

Pergunta: “Tenho dúvida quanto a utilizar os gatilhos de eventos no fluxo, conforme representado no exemplo, ou utilizá-los na borda das atividades. Os dois estão corretos?”
Resposta: Os dois tipos de eventos intermediários que você citou estão corretos, mas eles têm propósitos de uso diferentes. No artigo Um guia para iniciar estudos em BPMN (IV): Eventos Intermediários do nosso blog, falamos desses dois tipos de evento intermediário inclusive ilustrados com exemplos explicando o uso de cada um.

Pergunta: “Esses eventos de mensagem, como o caso do “Aviso de multa e novo prazo” é um simples envio de e-mail ou tem alguma interação direta com usuário?”
Resposta: O meio de comunicação usado para enviar a mensagem não é definido por BPMN. Pode ser um e-mail, mas pode ser também um SMS, pode ser um telefonema, um telegrama… a forma como essa comunicação acontece não é representado em BPMN. O que muitas vezes causa esta confusão é o símbolo do envelope, não é? Mas não implica em mensagem escrita nem em e-mail.
O que esse evento quer dizer é simplesmente que neste ponto do processo é realizada esta comunicação.

Pergunta: “O Repositório de dados pode ser a base de dados de um sistema que não seja de um BPMS?” 
Resposta: Pode ser sim. Pode ser também um arquivo, desses de metal com pastas. Não precisa ser necessariamente uma base de dados de sistema. Pode ser uma fonte de informações de qualquer forma física.

Pergunta: Posso usar os eventos de mensagem sem necessariamente ter que trocar mensagem com outras pools?
Resposta: Nós respondemos esta no webinar, mas só para ficar registrado: sim, os eventos de mensagem podem ser usados sem necessariamente demonstrar a outra pool para a qual a mensagem é enviada (ou de onde é recebida). Para BPMN isso não é obrigatório.

Pergunta: “Necessariamente o BPMN utiiliza raias para criação dos processos?”
Resposta: Não, o uso das raias não é obrigatório. A notação dá o poder de escolha a quem modela. Em geral, elas são adotadas como uma boa prática pois ajudam a identificar responsabilidades pela realização das atividades, mas um diagrama pode ser criado sem usar pools e lanes, e ainda assim será considerado um modelo válido.

Pergunta: “Já ouvi várias dúvidas quanto a um gateway seguido de outro gateway. Alguns dizem que tem que ter uma atividade entra cada gateway.”
Resposta: Um gateway seguido de outro gateway é um cenário que costumamos chamar informalmente de “gateways encadeados”. Em geral não é uma boa prática pois dificulta a leitura do diagrama. Mas em alguns casos, se você precisa verificar coisas diferentes, não tem problema nenhum.
Mas na notação BPMN não existe nenhuma regra explícita para isso.
Sobre ter atividades entre eles, também é um mito. O que acontece é que, quando o processo for executado e chegar ao gateway, para se decidir qual rota vai ser seguida, essa definição é feita com base em uma informação, então essa informação precisa existir anteriormente no processo. Mas não precisa ser necessariamente uma atividade imediatamente anterior ao gateway.
Alguns artigos do nosso blog que podem ser interessantes para ajudar a esclarecer dúvidas sobre gateways:
- Um guia para iniciar estudos em BPMN (II): Gateways
- BPMN: Modelando processos de negócio com elementos avançados (Parte III)
- Desmistificando o uso de gateways em BPMN.

Pergunta:  ”As raias sempre devem representar atores do processo, ou podem representar instâncias, como financeiro, expedição, etc?”
Resposta: A especificação não define como as raias devem ser nomeadas. Pela prática, o cenário que você citou é possível sim, mas deixa a responsabilidade sobre as atividades muito “aberta”. Dependendo do nível de detalhamento que você está dando ao processo, pode ser suficiente, em outros casos, pode ser necessário definir papéis mais específicos.

Pergunta: “Sempre que utilizado um gateway divergente, ao utilizar um convergente DEVE-SE utilizar o mesmo ou vai segundo a necessidade da sequência processo? Existe uma “regra” para esta ocasião?”
Resposta: Respondemos esta dúvida durante o webinar, mas para deixar registrado: em geral é uma boa prática usar o mesmo tipo de gateway para controlar o fluxo, mas não há uma regra específica para isso. Dependendo da necessidade de sequência do processo pode ser usada uma combinação diferente.

Pergunta: Qual a relação do BPMN com o CBOK?
Resposta: BPMN é apenas uma das notações existentes para se representar processos de negócio.
O BPM CBOK é um corpo comum de conhecimento sobre gestão de negócios, que aborda diversos aspectos desta  prática de gestão, como as atividades envolvidas no ciclo de melhoria contínua de processos, a governança de processos, tecnologia para suportar a gestão por processos entre outros aspectos. Na seção desta obra que fala sobre a modelagem de processos, as notações são citadas, entre elas o BPMN.
Esta é a relação entre eles :)

Pergunta: “Tenho algumas duvidas na utilização do evento intermediário, você poderia dar uma ênfase nele?”
Resposta: Infelizmente o tempo do webinar não nos permitiu falar muito profundamente sobre diversos elementos, já que o propósito era mesmo a introdução à notação. No blog temos alguns artigos que podem ajudar a esclarecer algumas de suas dúvidas sobre eventos intermediários, como os artigos Um guia para iniciar estudos em BPMN (IV): Eventos Intermediários e BPMN: Diferenças entre eventos de Link, Message e Signal.

Pergunta: “No gateway paralelo só posso ter 2 atividades/processos e não 3 como o exclusivo?”
Resposta: Respondemos esta dúvida durante o webinar, mas para deixar registrado: a notação BPMN permite criar tantos fluxos paralelos ou alternativos saindo de um gateway quantos sejam necessários – não há limitação.

Pergunta: “Objetos de dados na versão 2.0 são executáveis ou são como os elementos de artefatos?”
Resposta:  A princípio eles são como os elementos de artefatos, mas pode haver alguma solução de automação de processos que aproveite este elemento para torná-los executáveis. Até o momento, entretanto, das ferramentas que já avaliei, não vi nenhuma que implementasse esses elementos como executáveis.

Pergunta: “Em que casos o evento de timer fica localizado no objeto da atividade?”
Resposta: Diversos eventos intermediários podem ser usados no fluxo do processo ou na borda da atividade. O artigo Um guia para iniciar estudos em BPMN (IV): Eventos Intermediários apresenta alguns exemplos que podem esclarecer esta dúvida.

Pergunta: “Na hora de desenhar o processo, é correto já sinalizar alguma falha do processo para posterior correção?”
Resposta: Embora não exista na notação símbolos específicos para isto (lembra que comentei que BPMN não é uma metodologia?), esta pode ser uma boa prática a ser adotada na metodologia de trabalho de modelagem e análise dos processos da organização. Para isso, podem ser usadas as anotações, ou, dependendo da ferramenta utilizada, é possível adicionar símbolos específicos definidos pelo time de processos da organização para isto.

Pergunta: “Evento de mensagem: comunicação entre os processos: não uma ação entre eles, correto?”
Resposta: O evento de mensagem é uma forma de um processo comunicar a outro processo que ele deve realizar alguma ação, mas de fato as ações são modeladas como tarefas, e não como eventos.

Pergunta: “No exemplo de Elementos do diagrama de Processo, no final do fluxo existe um loop sobre a entrega da obra. Pode ser definido um X vezes que pode ser feito o loop para não ficarmos presos nesta etapa.”
Resposta: É possível sim, mas para isso precisaríamos modificar um pouco o diagrama. Poderíamos adicionar um gateway para verificar quantas vezes já foram repetidas estas ações ou colocar esse subconjunto de tarefa e eventos em um subprocesso com loop (mas daí já começamos a falar de um conhecimento mais avançado em BPMN que não abordamos neste webinar).

Pergunta:  ”Referente ao Gateway exclusivo: está ali ‘decisão exclusiva. Apenas uma opção é válida’. Significa que o processo só pode ter um caminho válido a seguir, porém temos que considerar as demais, correto? Pois a necessidade do cliente é esta. Corrija-me se estiver errado.”
Resposta:  Sim, essa é a ideia do gateway. Mapeamos nele todas as possibilidades que o negócio prevê. Por exemplo: se geralmente 80% dos casos segue por um caminho, ainda assim há 20% de casos que podem seguir o(s) outro(s) caminhos mapeados a partir do gateway, o que torna necessário prever isto no nosso diagrama.

Pergunta: “Qual o nome do autor e do livro?”
Resposta: Durante o webinar citei o livro BPMN Method & Style, do Bruce Silver.

Pergunta: “Sabes informar se o Bizagi tem os elementos de coreografia?”
Resposta: O Bizagi só possui os elementos para modelagem do diagrama de processo (diagrama de orquestração).

 

PERGUNTAS & RESPOSTAS SOBRE OS CURSOS

Pergunta: “Para fazer o “Dominando” há necessidade de fazer o introdutório?”
Resposta: O curso de Introdução a BPM e BPMN com Bizagi da iProcess {Education} não é pré-requisito para o curso Dominando o Mapeamento de Processos com BPMN 2.0, porém se você já tiver algum conhecimento prévio sobre a notação, tende a ter maior aproveitamento neste segundo curso.

Pergunta: “Vi que existe um curso para Mapeamento e outro para Modelagem. Qual a diferença prática entre o Mapeamento e a Modelagem?”
Resposta: O treinamento de Mapeamento de Processos tem foco na utilização da notação para criação de diagramas usando a notação BPMN. Já o curso de Modelagem de Processos de Negócio tem  como foco a atividade de modelagem no ciclo de melhoria de processos: técnicas, ferramentas e métodos de levantamento de informações para modelar o processo, documentação (que vai além do diagrama) do processo, como desdobrar a estratégia da organização na cadeia de valor de processos da organização e priorizar os processos para modelagem, análise e redesenho.

Pergunta: “No curso modelagem de processo inclui a notação?”
Resposta: Sim, no curso de Modelagem de Processos de Negócio temos algumas horas dedicadas ao estudo da notação, mas apenas do nível introdutório (nível de modelagem descritivo).

Respostas sobre o webinar: A orquestração para integração de sistemas

Recentemente tive a oportunidade de apresentar um webinar pela iProcess sobre “A orquestração como instrumento para integrar sistemas”, que apresentou conceitos de SOA, BPEL e orquestração de webservices, além de apresentar uma breve introdução sobre como desenvolver projetos de integração utilizando orquestração.

Você pode rever o webinar no canal do Youtube da iProcess ou nos links abaixo:

Ao final do webinar recebemos algumas perguntas dos nossos participantes. Procurei resumir abaixo em principais idéias, levando em consideração que alguns assuntos são amplos e seria impossível esgotar o argumento nas respostas. Deixo aos leitores completarem com seus comentários e percepções.

1) Quais são as principais vantagens da utilização de BPEL em relação ao desenvolvimento de um serviço orquestrador, escrito em Java por exemplo?

Entendo, com essa pergunta, que estamos falando da utilização de um produto que implementa o SOA/BPEL. Vou pegar como exemplo o Oracle SOA Suite 11g, que inclusive foi desenvolvido em Java.

Falemos, então, de vantagens e desvantagens da utilização desse tipo de produto.

VANTAGENS

  •  a principal vantagem é poder contar com uma infraestrutura de middleware pronta (estilo caixa-preta) que possibilita o rápido desenvolvimento de soluções complexas, além de incluir o controle de instâncias de curta e longa duração, a disponibilização de adaptadores para conexão direta a diferentes serviços (banco de dados, AQ, MQ, JMS, arquivos, webservices, etc), monitoramento do ambiente, ferramentas de configuração, etc;
  • a possibilidade de implementar rapidamente processos de negócio bem definidos;
  • no caso do Oracle SOA Suite, é possível utilizar toda a infraestrutura disponibilizada pela suite, que inclui, além do BPEL, componentes de business rules, tarefas humanas (human task), mediator e BPM.

DESVANTAGENS

  • quando trabalhamos em projetos que exigem alta-disponibilidade, grandes quantidades de operações por minuto, cloud-computing, grande quantidade de serviços, entre outros desafios, o middleware deixa de ser uma caixa-preta e passa a ser uma caixa-cinza, exigindo do time de arquitetura, desenvolvimento, infraestrutura e suporte um conhecimento profundo do produto, o que nem sempre é fácil;
  • o custo do produto costuma ser alto;
  • o middleware é um produto que inclui muitas camadas (sistema operacional, máquina virtual [Java, por exemplo], banco de dados, conexões diversas, além de utilização de memória, disco, processador, temperatura). Em ambientes de produção tudo isso deve ser controlado. Nem sempre é fácil identificar rapidamente quando um problema ocorre, exigindo novamente grande conhecimento do produto.

 

 

2) Quando vai ser feita a implantação de uma orquestração, espera-se que já esteja implementada uma arquitetura orientada a serviço?

Não necessariamente. Como foi comentado durante a apresentação, uma boa orquestração prevê a descrição do processo de negócio que será orquestrado e todos os pontos de orquestração bem definidos.

Porém já tivemos casos de orquestração que utilizavam somente troca de arquivos, conexões a banco de dados e filas e acesso direto a API’s de outros sistemas utilizados pela empresa, sem que existisse, de fato, uma arquitetura orientada a serviço na empresa.

É certo, porém, que os projetos que podem contar com esse pré-requisito acabam utilizando melhor todos os recursos que a orquestração dispõe, desde o controle das instâncias, erros e execuções até o completo monitoramento do ambiente como um todo.

3) É comum construir orquestração de serviços e “expor” essa orquestração dentro de um ESB?

Já atuei em projetos que nem sequer utilizavam ESB e outros que expunham sempre um serviço no ESB. Na minha visão isso depende da arquitetura que será utilizada no projeto.

4) Gostaria que o Eduardo comentasse mais sobre os papéis dos projetos e a interação entre eles.

Durante a apresentação utilizamos a imagem abaixo:

Falando um pouco sobre a função de cada um desses papéis:

  • Arquiteto de integração: ele será responsável por desenhar toda a solução técnica da integração e definir quais serão os padrões utilizados. É papel do arquiteto, também, desenhar os diagramas de componentização das integrações.
  • Analista de processo: irá trabalhar junto aos usuários de negócio na definição dos processos que serão orquestrados e na definição da estrutura de dados.
  • Desenvolvedores e técnicos de infraestrutura que farão o desenvolvimento das integrações propriamente ditas.

Nos projetos nos quais trabalhei a figura do arquiteto foi essencial. Ele deve ter clara a visão do todo e entender realmente o problema, definindo quais recursos de TI serão utilizados na integração. Além dele, o analista de processo tem um papel fundamental na compreensão e na documentação dos processos que serão automatizados e orquestrados, cabendo aos desenvolvedores uma boa implementação e aos técnicos de infraestrutura a garantia de que o middleware estará bem configurado para suportar a solução.