EAD sobre Robotização levará boas práticas de RPA para todo o Brasil

A adoção de trabalhadores digitais cada vez mais inteligentes trouxe às organizações uma oportunidade única de redução de custos aliada com o aumento da eficiência. Reconhecida como uma das grandes tendências tecnológicas dos próximos anos, a adoção de trabalhadores digitais envolve desafios que vão desde a avaliação correta dos processos com maior potencial de robotização até a estratégia e implementação deste novo modelo.

Com um conteúdo exclusivo que atraiu centenas de alunos no ano de 2019, o curso “RPA Do Planejamento à Gestão: Como implantar uma força de trabalho digital” foi realizado e teve mais de 20 turmas ofertadas em 6 capitais.

Com o foco conceitual, o curso inova ao sair do formato padrão de apresentar ferramentas e programação e partir para os desafios de negócio envolvidos na adoção de uma força de trabalho digital, onde são apresentados entre outros conceitos:

  • O que são trabalhadores digitais e como funcionam;
  • Como Identificar processos na organização candidatos à robotização e avaliar quais trarão os melhores resultados na implantação de uma força de trabalho digital;
  • Como avaliar o Retorno de Investimento (ROI) dos processos candidatos à robotização;
  • Como desenvolver, planejar e viabilizar um roadmap de robotização dos processos da organização;
  • Quais as etapas de um projeto de automação e seus principais desafios;
  • Como modelar e especificar os processos para obter o melhor desempenho possível do robô;
  • Como utilizar as capacidades complementares ao RPA para expandir o potencial do trabalhador;
  • Qual a relação dos Processos de Robotização com os Processos de Negócio e como obter o melhores resultados unindo a visão de BPM com a visão de RPA;
  • Porque a governança é essenciais a medida que crescem as iniciativas de RPA;
  • Quais os principais processos e padrões necessários para a Implantação de um Centro de Excelência de RPA (CoE RPA).

A grande notícia é que este curso que rodou o Brasil sempre com muita aceitação e agora será oferecido num formato EAD ao vivo, onde os alunos poderão interagir entre si, discutir e debater com o time de especialistas da iProcess as melhores práticas para a adoção de um trabalhador digital.

E, como ação de lançamento, a iProcess está realizando uma pesquisa ao longo desta semana de 16/03 para identificar quais os dias e horários de preferência dos alunos para participar deste curso.

Quem responder à pesquisa, ganhará um voucher de 20% de desconto na primeira turma que será oferecida em abril.

Clique aqui, responda a pesquisa, e ajude a iProcess a entender qual a melhor forma de levar este conteúdo até você ou a sua organização.

 

 

Coe RPA – A Governança como peça chave na implantação de uma força de trabalho digital

Para finalizar nossa série de 6 vídeos sobre o tema RPA (Robotic Process Automation) vamos conversar sobre Centro de Excelência – CoE RPA.

Lembrando que até aqui já falamos sobre o conceito de RPA, avaliando tópicos fundamentais que ajudam a identificar os diversos benefícios da implementação do RPA em uma atividade. As razões para adotarmos essa tecnologia. 

As principais características que você precisa conhecer para a automação de um processos atingir o máximo de sua performance e quais são os custos de uma operação robotizada através da análise de ROI (Retorno sobre Investimento).

Em como podemos agregar novas capacidades ao trabalhador digital e como é possível incorporar a inteligência artificial em nossos negócios através de 4 pilares.

Também vimos o case da CMPC, onde mostramos a realidade de processos em um negócio e os dados alcançados em uma implementação de BPM (Business Process Management) e a evolução para a implementação do RPA (Robotic Process Automation)

Agora confira o último vídeo onde mostramos como é possível gerir o crescimento de iniciativas de RPA com sucesso.

Se você ainda não se cadastrou em nosso mailing, aproveite e clique nesse link https://blog.iprocess.com.br/assine/ e receba em primeira mão os próximos vídeos e conteúdos da iProcess.

E caso tenha perdido os primeiros vídeos da série, assista agora clicando nos links abaixo:


Gostou da nossa série de vídeos sobre RPA?

Então deixe nos comentários o seu feedback e também sugestões de outros assuntos que você gostaria de assistir nos próximos vídeos.

Modelos de Gestão do CoE RPA

Conforme exploramos em um webinar recente sobre CoE RPA, o investimento em robotização comumente inicia com uma experimentação, onde a organização desenvolve e experimenta o primeiro robô.

Como os resultados com ganhos de tempo e liberação de força de trabalho humana em atividades repetitivas são imediatamente percebidas e mensuráveis, o primeiro robô costuma ser a porta de entrada para o crescimento da iniciativa.

Em pouco tempo a iniciativa de robotização tende a se expandir para outras atividades e áreas. Nestes projetos iniciais, começamos a identificar características que devem se transformar em políticas e padrões internos, como os métodos de avaliar se uma tarefa é realmente robotizável, que tecnologias serão usadas, quanto trabalho leva para fazer, como formalizar o entendimento do trabalho do robô, as ações de monitoramento e o gerenciamento de riscos operacionais.

Assim, nos primeiros projetos, entendemos como a iniciativa se encaixa dentro da cultura e visão de aplicação desta tecnologia na organização e uma estrutura mínima de governança começa a ser estabelecida.

Este passo é bem importante para que a equipe envolvida comece a estruturar um centro de governança (ou Centro de Excelência – CoE) antes que o RPA se popularize demais e a organização perca controle sobre seus robôs, expondo a atividade do negócio a sérios riscos operacionais.

O CoE (Center of Excellence) é a estrutura organizacional responsável por realizar a gestão e governança da adoção do trabalhador digital dentro da organização, definindo e garantindo a execução dos processos de:

  • Descobrir e priorizar novas demandas;
  • Implementar tarefas robotizadas;
  • Monitorar a execução do trabalho robotizado;
  • Sustentar a operação robótica.

Se o modelo de gestão do CoE RPA será uma estrutura centralizada ou decentralizada na organização, depende de diversos fatores. Os principais são: a maturidade da organização com tecnologias de robotização e de transformação digital, a cultura organizacional, a visão de futuro e os planos de sustentação. Em alguns casos, a distribuição física de matriz/unidades também pode influenciar nesta decisão.

Vamos discutir três modelos, seus benefícios e pontos de atenção.

CoE RPA Distribuído

O modelo de CoE distribuído/descentralizado tem seus recursos distribuídos nas unidades de negócio da organização.

Os processos de descobrir e priorizar novas demandas, implementar tarefas robotizadas, monitorar e sustentar são executadas pelas unidades de negócios separadamente.

Prós:

  • Aumenta a capacidade de executar projetos de automação, já que cada área poderá estabelecer suas prioridades e avançar com seus projetos.
  • Possibilita às equipes criar soluções personalizadas com a proximidade com a operação do negócio.
  • O gerenciamento dos custos é simplificado, já que custos e recursos robóticos são específicos de cada unidade.

Cons:

  • Requer capacitar mais pessoas para se atuar nos diferentes papeis dos projetos de robotização.
  • O conhecimento e experiência obtidos pelos projetos de cada equipe acabam ficando muito concentrados.
  • Requer um esforço maior na garantia da aplicação dos padrões organizacionais
  • Tende a obter níveis de maturidade diferentes entre os times.
  • Há uma menor otimização de recursos robóticos, uma vez que um time pode ter tarefas demais a automatizar mas precisa restringir aos robôs disponíveis para seu time enquanto outra área não evoluiu muito na robotização e tem recursos subutilizados.

CoE RPA Centralizado

O modelo de CoE centralizado reúne todos os recursos para conduzir a automação RPA para a organização em um time integrado.

Os processos de descobrir e priorizar novas demandas, implementar tarefas robotizadas, monitorar e sustentar são executadas por uma equipe dedicada e especializada.

Prós:

  • A centralização de expertise permite que o time aprenda e desenvolva novas habilidades a partir das experiências dos diversos projetos.
  • Potencializa o ganho de escalabilidade na utilização da força de trabalho robótica.
  • Otimiza de recursos técnicos nos diferentes projetos de robotização.
  • Otimiza de recursos robóticos, possibilitando que um robô possa ter sua agenda de trabalho ocupada com atividades de diferentes unidades de negócio.
  • Possibilita maior gestão e padronização dos processos.
  • Possibilita melhor garantia da aplicação dos processos.
  • Uso de plataforma compartilhada.

Cons:

  • A expansão da iniciativa de processos pode ser mais lenta uma vez que o time está concentrado em um conjunto limitado de projetos de automação.
  • As unidades precisam concorrer pela priorização de seus projetos (como comumente acontece hoje com projetos de TI).
  • Os projetos tendem a apresentar maior esforço para alocação de recursos de negócio.

CoE RPA Híbrido

No espectro entre a gestão da força de trabalho digital centralizada ou distribuída, podem haver tons intermediários que combinam aspectos dos dois modelos  para melhor atender às necessidades e características da organização.

Estas definições podem influenciar a definição de papéis, processos e recursos.

Alguns exemplos:

  • COE Centralizado reúne periodicamente aprendizados para evoluir processos
    mas ciclo de vida da robotização é aplicada de forma distribuída nas unidades de negócio.
  • Processo de descoberta e análise da demanda é realizado pelas unidades, com implementação pelo CoE centralizado.
  • Processo de implementação pelo CoE centralizado mas monitoramento e
    sustentação providos pela unidade de negócio.

A decisão sobre o modelo de gestão, o estabelecimento de processos, papéis e recursos é uma importante reflexão que precisa estar no roadmap da organização que inicia sua jornada na adoção da força de trabalho digital e precisa ser iniciada tão logo as primeiras experiências de robotização comecem a acontecer.

Gostou deste artigo?

Esta e outras discussões sobre a adoção da força de trabalho digital são parte do curso RPA do Planejamento à Gestão: Como implantar uma força de trabalho digital, da iProcess Education. Confira as próximas turmas e inscreva-se!

 

 

Webinar: O que é um CoE RPA e porque muito em breve você vai precisar de um

Neste webinar apresentado por Eduardo Britto – diretor da iProcess, conversamos sobre o tema “O que é um CoE RPA e porque muito em breve você vai precisar de um.

Demonstramos porque o crescimento da força de trabalho digital traz a necessidade de definições claras de governança e quais os principais processos e padrões que a sua empresa precisa estabelecer para viabilizar o crescimento das suas iniciativas de robotização.

Aproveite aqui o vídeo gravado do webinar e também deixe abaixo nos comentários suas dúvidas e conclusões sobre o tema.

E não esqueça, em nosso canal do YouTube começamos uma série de vídeos sobre RPA. Depois de assistir o webinar vai lá e confere!  YouTube iProcess